A Sociedade que Manuel Carvalho idealiza para daqui a 50 anos, é uma assustadora visão. Uma distopia ao jeito do “admirável mundo novo”, em que os algoritmos “infalíveis” mandam numa Humanidade vista percecionada como suicidária. Mas, curiosamente, onde o nepotismo se mantém…
Ou não percebe o significado que escreveu, neste pedaço de Ficção Científica de classe B, – o que é grave – ou então é a visão que os “boomers” têm para oferecer de futuro aos netos, depois de estarem a entregar um mundo em frangalhos aos filhos…
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A Sociedade que Manuel Carvalho idealiza para daqui a 50 anos, é uma assustadora visão. Uma distopia ao jeito do “admirável mundo novo”, em que os algoritmos “infalíveis” mandam numa Humanidade vista percecionada como suicidária. Mas, curiosamente, onde o nepotismo se mantém…
Ou não percebe o significado que escreveu, neste pedaço de Ficção Científica de classe B, – o que é grave – ou então é a visão que os “boomers” têm para oferecer de futuro aos netos, depois de estarem a entregar um mundo em frangalhos aos filhos…