Governo perdoa dívida de 157 milhões ao privado que gerir a Silopor

by Castro_Laboreiro

13 comments
  1. A dívida é de 1980 e a perdoada é relativa aos juros. Literalmente estão a dizer a quem comprar aquilo que não vai ter este custo de entrada enorme e possivelmente o pais ganhará mais a ter aquilo a funcionar que esperar o pagamento dos juros.

    Se é legal ou não, não faço puto de ideia

  2. Juros de uma dívida que remonta aos anos 80. Parece-me que a alegação da empresa privada possa ter algum sentido e este perdão ser justo, já que passaram no mínimo 36 anos

  3. Parece-me normal não passar uma dívida para a nova concessionária. E de qualquer forma a Silopor é totalmente detida pelo estado, portanto a questão da dívida parece-me um pouco absurda.

  4. Castro_Laboreiro a Castro Laborar. Já começa a enjoar…

  5. Ok. Com a condição do privado que comprar pagar salários acima de mediana aos colaboradores que não tenham cargos de gestão.

    Edit- é surreal falar em salários dignos e levar downvotes por isso lol é só gestores

  6. E bem, se a empresa vale a pena o esforço, quem ficar com ela, no mínimo que seja de forma a que também lhe valha o esforço. Ficar com problemas dos outros ninguém quer.

  7. >o futuro privado que ficar com a concessão da gestão dos silos da Trafaria (Almada), Beato (Lisboa) e Vale de Figueira (Santarém), responsáveis pelo **armazenamento de mais de metade dos cereais consumidos em Portugal**.

    Isto não pode ser privado.

  8. Socializar custos e privatizar lucros.

    Se são responsáveis pelo armazenamento de mais de metade dos cereais consumidos em Portugal não devia estar nas mãos de privados, é demasiado importante para ser gerido com o lucro como objectivo principal (se não único).

  9. a empresa pública, que está em liquidação há 24 anos, **tem de encerrar por imposição da Comissão Europeia**, numa decisão tomada ao abrigo de ajudas de Estado consideradas ilegais. **A privatização da concessão está prevista desde 2001**, mas o processo tem-se arrastando ao longo das últimas duas décadas.

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