>Uma reunião entre Miguel Reis e o empresário Gaspar Borges aponta para a existência de um acordo entre Borges e o autarca anterior de Espinho, Joaquim Pinto Moreira, para pagar mais dinheiro à empresa.
>Uma reunião gravada em novembro de 2021 entre o então presidente da Câmara de Espinho, Miguel Reis (PS), e o empresário Gaspar Borges, dono da construtora ABB, revelou um impasse sobre a indemnização de seis milhões de euros reclamada pela empresa.
>O encontro, que decorreu dois meses após o PS assumir a autarquia, centrou-se na obra de requalificação do canal ferroviário de Espinho (ReCaFE), a maior intervenção pública alguma vez realizada no município.
>Segundo a gravação obtida pelo Expresso, Gaspar Borges exigia o pagamento de montantes adicionais àqueles já liquidados — 15,5 milhões de euros — apontando uma derrapagem total de 73,2%.
>“Nós temos de imputar as responsabilidades a alguém. Aos projetistas…”, afirmou Miguel Reis, que sugeriu também levar o caso a tribunal, ao que o empresário respondeu que esse desfecho já estava previsto e teria sido acordado informalmente com o anterior executivo, liderado por Joaquim Pinto Moreira (PSD).
>Questionado por Reis sobre porque é que o executivo anterior não assumiu esse compromisso, Gaspar Borges responde: “O que estava combinado era acabar a obra e a seguir, no tribunal, fazer um acordo. Já lhe disse isto no primeiro dia em que o conheci.”
Já há presos?
> Miguel Reis (PS) e Joaquim Pinto Moreira (PSD)
chocante…
Incrível como o poder local é um antro de esquemas e corrupção.
Não sei mesmo como resolver isto, por um lado, ao pôr mais burocracia e ou mais processos convida-se a estar ainda mais dependente da vontade política dentro das câmaras, mas ao mesmo tempo sem burocracia e processos não tenho dúvidas que seria uma bandalheira sem controlo.
Provavelmente vai ser sempre assim e nestas coisas estamos dependentes da honestidade e idoneidade das pessoas envolvidas.
Depois de ler a notícia toda, tanto Joaquim Pinto Moreira (PSD) como Miguel Reis (PS) parecem ter as mãos sujas.
E ainda há quem queira acrescentar um nível de tachos e corrupção adicional a que chamam de Regionalização.
Como é que o áudio saiu agora? Quem é que fez leak?
Não pergunto a intenção porque essa é clara
As cultura política de Espinho está intrinsicamente ligada ao atual PM.
O dia que descobrirmos todos os clientes da empresa dele, histórias como esta vão ser às resmas.
9 comments
>Uma reunião entre Miguel Reis e o empresário Gaspar Borges aponta para a existência de um acordo entre Borges e o autarca anterior de Espinho, Joaquim Pinto Moreira, para pagar mais dinheiro à empresa.
>Uma reunião gravada em novembro de 2021 entre o então presidente da Câmara de Espinho, Miguel Reis (PS), e o empresário Gaspar Borges, dono da construtora ABB, revelou um impasse sobre a indemnização de seis milhões de euros reclamada pela empresa.
>O encontro, que decorreu dois meses após o PS assumir a autarquia, centrou-se na obra de requalificação do canal ferroviário de Espinho (ReCaFE), a maior intervenção pública alguma vez realizada no município.
>Segundo a gravação obtida pelo Expresso, Gaspar Borges exigia o pagamento de montantes adicionais àqueles já liquidados — 15,5 milhões de euros — apontando uma derrapagem total de 73,2%.
>“Nós temos de imputar as responsabilidades a alguém. Aos projetistas…”, afirmou Miguel Reis, que sugeriu também levar o caso a tribunal, ao que o empresário respondeu que esse desfecho já estava previsto e teria sido acordado informalmente com o anterior executivo, liderado por Joaquim Pinto Moreira (PSD).
>Questionado por Reis sobre porque é que o executivo anterior não assumiu esse compromisso, Gaspar Borges responde: “O que estava combinado era acabar a obra e a seguir, no tribunal, fazer um acordo. Já lhe disse isto no primeiro dia em que o conheci.”
Já há presos?
> Miguel Reis (PS) e Joaquim Pinto Moreira (PSD)
chocante…
Incrível como o poder local é um antro de esquemas e corrupção.
Não sei mesmo como resolver isto, por um lado, ao pôr mais burocracia e ou mais processos convida-se a estar ainda mais dependente da vontade política dentro das câmaras, mas ao mesmo tempo sem burocracia e processos não tenho dúvidas que seria uma bandalheira sem controlo.
Provavelmente vai ser sempre assim e nestas coisas estamos dependentes da honestidade e idoneidade das pessoas envolvidas.
Depois de ler a notícia toda, tanto Joaquim Pinto Moreira (PSD) como Miguel Reis (PS) parecem ter as mãos sujas.
E ainda há quem queira acrescentar um nível de tachos e corrupção adicional a que chamam de Regionalização.
Como é que o áudio saiu agora? Quem é que fez leak?
Não pergunto a intenção porque essa é clara
As cultura política de Espinho está intrinsicamente ligada ao atual PM.
O dia que descobrirmos todos os clientes da empresa dele, histórias como esta vão ser às resmas.
Poder local nojento
Comments are closed.