Não ha duvidas que existe falta de habitação publica em Portugal, não vejo é isso muito falado. Falam logo na Venezuela, quando existem países europeus com muito mais habitação publica que nos.
Governo empurra para os privados o problema da habitação.
yay. um estudo confirmou o que sempre achei..
já tinha quase a certeza disto quando começou a aparecer a crise da falta de quartos ou falta de baixo preço para estudantes universitários e o governo veio dizer que nc s preocupou em fazer habitação para estudantes pq os privados resolviam esse problema
LMAO
Fdx nem vou comentar, é um grande LOL nesses fdp. E os impostos são para quê? Para encher os bolsos dos deputados?
Vamos recordar aquela situação do fundo privado que vendeu as casas que estavam para a habitação social, porque um certo governo decidiu levantar as borlas fiscais que tornavam o investimento viável.
Os impostos são tantos e o problema já é tão extenso que o Estado n quer perder os dinheiros que rouba á conta das compras, e os privados acham descabidos os preços cobrados. Vai ser giro de ver como é que vai ser a solução disto
Há pouco tempo saiu a notícia de que o governo excluiu a construção de 4300 camas para estudantes universitários que seriam pagas pelo dinheiro do PRR destinado para esse efeito, porque segundo eles eram demasiado caras. Prioridades.
Está na hora de reviver o graficozinho do Eurostat das rendas sociais vs rendas de mercado livre que foi postado no sub aqui há um ano. 49% dos agregados familiares inquilinos em Portugal, pagam renda social. A juntar ao problema da proliferação de alojamentos locais e da inflação dos preços de terrenos pela hotelaria e outros investidores. Depois admirem-se de não haver rendas acessíveis no mercado. O governo, como sempre, sacode responsabilidades. Parece que tentaram na câmara de Lisboa há um ano fazer de conta que prestam serviço, e alegaram tentar comprar habitações e terrenos para alojamento público, mas que desistiram da ideia pelos preços cobrados. Se só agora se lembram de medidas com “só” 20 anos de atraso já não é tão péssimo.
” Estado passa responsabilidades para os privados ”
O quê??????
​
” primeiro congelamento de rendas ocorreu logo após a proclamação da República, em novembro de 1910:”
” Chega o 25 de Abril e ocorre nova vaga de congelamento: é alargada a todo o país, logo em 1974, a suspensão de avaliações fiscais para atualização do valor matricial, que só vigorava em Lisboa e Porto. Sob pena de crime, são fixados valores máximos para rendas de prédios antigos; volta o dever de arrendar. Seguem-se muitos outros decretos, que mudam pouco esta situação, até que em 1985 se permite, de acordo com coeficientes baseados no estado do locado e na data da última atualização, a correção extraordinária de rendas fixadas até 1980, com subsídios para inquilinos sem capacidade. Mas as correções incidem em bases muito baixas e as rendas sobem pouco. 10 anos depois, com a justificação de tornar mais atrativo o arrendamento, o governo Cavaco acaba com a obrigatoriedade de contratos vitalícios, liberalizando o mercado – mas só para os novos arrendamentos. **Os anteriores a 1990 mantêm-se com rendas congeladas – até hoje.”**
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Não ha duvidas que existe falta de habitação publica em Portugal, não vejo é isso muito falado. Falam logo na Venezuela, quando existem países europeus com muito mais habitação publica que nos.
Governo empurra para os privados o problema da habitação.
yay. um estudo confirmou o que sempre achei..
já tinha quase a certeza disto quando começou a aparecer a crise da falta de quartos ou falta de baixo preço para estudantes universitários e o governo veio dizer que nc s preocupou em fazer habitação para estudantes pq os privados resolviam esse problema
LMAO
Fdx nem vou comentar, é um grande LOL nesses fdp. E os impostos são para quê? Para encher os bolsos dos deputados?
Vamos recordar aquela situação do fundo privado que vendeu as casas que estavam para a habitação social, porque um certo governo decidiu levantar as borlas fiscais que tornavam o investimento viável.
Os impostos são tantos e o problema já é tão extenso que o Estado n quer perder os dinheiros que rouba á conta das compras, e os privados acham descabidos os preços cobrados. Vai ser giro de ver como é que vai ser a solução disto
Há pouco tempo saiu a notícia de que o governo excluiu a construção de 4300 camas para estudantes universitários que seriam pagas pelo dinheiro do PRR destinado para esse efeito, porque segundo eles eram demasiado caras. Prioridades.
Está na hora de reviver o graficozinho do Eurostat das rendas sociais vs rendas de mercado livre que foi postado no sub aqui há um ano. 49% dos agregados familiares inquilinos em Portugal, pagam renda social. A juntar ao problema da proliferação de alojamentos locais e da inflação dos preços de terrenos pela hotelaria e outros investidores. Depois admirem-se de não haver rendas acessíveis no mercado. O governo, como sempre, sacode responsabilidades. Parece que tentaram na câmara de Lisboa há um ano fazer de conta que prestam serviço, e alegaram tentar comprar habitações e terrenos para alojamento público, mas que desistiram da ideia pelos preços cobrados. Se só agora se lembram de medidas com “só” 20 anos de atraso já não é tão péssimo.
” Estado passa responsabilidades para os privados ”
O quê??????
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” primeiro congelamento de rendas ocorreu logo após a proclamação da República, em novembro de 1910:”
” Chega o 25 de Abril e ocorre nova vaga de congelamento: é alargada a todo o país, logo em 1974, a suspensão de avaliações fiscais para atualização do valor matricial, que só vigorava em Lisboa e Porto. Sob pena de crime, são fixados valores máximos para rendas de prédios antigos; volta o dever de arrendar. Seguem-se muitos outros decretos, que mudam pouco esta situação, até que em 1985 se permite, de acordo com coeficientes baseados no estado do locado e na data da última atualização, a correção extraordinária de rendas fixadas até 1980, com subsídios para inquilinos sem capacidade. Mas as correções incidem em bases muito baixas e as rendas sobem pouco. 10 anos depois, com a justificação de tornar mais atrativo o arrendamento, o governo Cavaco acaba com a obrigatoriedade de contratos vitalícios, liberalizando o mercado – mas só para os novos arrendamentos. **Os anteriores a 1990 mantêm-se com rendas congeladas – até hoje.”**
[https://www.dn.pt/portugal/118-anos-de-rendas-congeladas-9403346.html](https://www.dn.pt/portugal/118-anos-de-rendas-congeladas-9403346.html)