> Poucos portugueses lhe conheciam o nome. Porém, foi uma das protagonistas em dia de apagão: chama-se Central da Tapada do Outeiro, está localizada em Gondomar e é um backup para a segurança do sistema elétrico nacional. Ajudou, juntamente com a congénere de Castelo de Bode, a que se fizesse luz: a meio da tarde, a REN informava que a produção destas duas unidades já estava a alimentar a rede e a permitir o regresso da eletricidade a algumas localidades.
> Com 990 megawatts de potência – dividida entre três grupos produtores com 330MW cada -, é um ativo “longe de esgotar o seu tempo de vida” e cujo futuro deve ser olhado com “optimismo”.
> A escolha destas duas centrais — uma hidroelétrica (Castelo de Bode) e outra a gás natural (Tapada do Outeiro) — não é por acaso. Estas são as únicas unidades do sistema eletroprodutor português que podem prestar o serviço de black start. Este serviço permite um arranque autónomo sem o apoio de tensão de rede e que por isso permite realizar a recuperação do sistema elétrico após uma falha maciça como a verificada em Portugal e Espanha e quando não está disponível a ajuda da interligação com o país vizinho.
Pra semana estarão desligadas novamente e estamos de volta na grid de Espanha 🤡
GUTERR- GONDOMAR! GONDOMAR!
Algum sabe porque é que castelo de bode é a única barragem com esta capacidade? O que seria preciso para as restantes tb terem?
O que me faz alguma confusão, a Sul, é por que carga de água é que a TER no Carregado não tem esta função de black start visto que está imediatamente junto a uma zona de consumo enorme.
Mais a sul torna-se difícil, porque aí, efectivamente, Sines fechou (e o Ciclo Combinado que era para ter sido construído nunca o foi), mas existe Alqueva como já foi aqui dito.
Podiam ser reduções de varias horas na indisponibilidade caso estivessem preparadas.
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> Poucos portugueses lhe conheciam o nome. Porém, foi uma das protagonistas em dia de apagão: chama-se Central da Tapada do Outeiro, está localizada em Gondomar e é um backup para a segurança do sistema elétrico nacional. Ajudou, juntamente com a congénere de Castelo de Bode, a que se fizesse luz: a meio da tarde, a REN informava que a produção destas duas unidades já estava a alimentar a rede e a permitir o regresso da eletricidade a algumas localidades.
> Com 990 megawatts de potência – dividida entre três grupos produtores com 330MW cada -, é um ativo “longe de esgotar o seu tempo de vida” e cujo futuro deve ser olhado com “optimismo”.
[Notícia no Observador:](https://observador.pt/2025/04/28/sem-ajuda-de-espanha-portugal-conta-com-castelo-de-bode-e-a-tapada-do-outeiro-para-restabelecer-rede-eletrica/)
> A escolha destas duas centrais — uma hidroelétrica (Castelo de Bode) e outra a gás natural (Tapada do Outeiro) — não é por acaso. Estas são as únicas unidades do sistema eletroprodutor português que podem prestar o serviço de black start. Este serviço permite um arranque autónomo sem o apoio de tensão de rede e que por isso permite realizar a recuperação do sistema elétrico após uma falha maciça como a verificada em Portugal e Espanha e quando não está disponível a ajuda da interligação com o país vizinho.
Pra semana estarão desligadas novamente e estamos de volta na grid de Espanha 🤡
GUTERR- GONDOMAR! GONDOMAR!
Algum sabe porque é que castelo de bode é a única barragem com esta capacidade? O que seria preciso para as restantes tb terem?
O que me faz alguma confusão, a Sul, é por que carga de água é que a TER no Carregado não tem esta função de black start visto que está imediatamente junto a uma zona de consumo enorme.
Mais a sul torna-se difícil, porque aí, efectivamente, Sines fechou (e o Ciclo Combinado que era para ter sido construído nunca o foi), mas existe Alqueva como já foi aqui dito.
Podiam ser reduções de varias horas na indisponibilidade caso estivessem preparadas.
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