“Foi condenado a um ano e dois meses de prisão e está a ser alvo de processo disciplinar por ter ameaçado subalterno à frente de colegas.
Um sargento-ajudante da GNR que exercia funções no destacamento territorial de Moura foi condenado em Lisboa, por um Tribunal Coletivo Militar, a um ano e dois meses de prisão por ter apontado a arma de serviço a um subordinado que multara a sua esposa por ter um pneu da sua viatura em mau estado. A condenação, cuja execução foi suspensa, é passível de recurso para o Tribunal da Relação.
Na origem desta tensão entre ambos estava o facto de, um mês antes, durante uma operação de trânsito em que participava o guarda Constantino P., efetuada em Brinches, onde reside o sargento Nuno F., 46 anos, ter sido fiscalizado o carro da mulher do arguido, que foi alvo de uma contraordenação por causa do mau estado de um dos pneus.”
Os polícias já nem podem fazer nada, nem apontar a arma a um colega que fez o seu trabalho, isto está tudo entregue aos bichos…
Suponho que o processo disciplinar termin na sua expulsão.. digo eu de que.
Li *guarda que matou a mulher* e pensei, ok, compreensível. Mas é só mesmo mais um burgesso com delírios de grandeza.
Sentimento de iniquidade perante a aplicação de Justiça é algo que vemos todos os dias.
Uns dizem, “A Justiça tarda mas não falha”, outros dizem, “A Justiça é Cega”. Neste caso a Justiça, foi zarolha e parcial…falhou e falhou mais uma vez de forma grandiosa. Porque a Justiça é Grandiosa na sua falhas e omissa na sua exatidão.
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“Foi condenado a um ano e dois meses de prisão e está a ser alvo de processo disciplinar por ter ameaçado subalterno à frente de colegas.
Um sargento-ajudante da GNR que exercia funções no destacamento territorial de Moura foi condenado em Lisboa, por um Tribunal Coletivo Militar, a um ano e dois meses de prisão por ter apontado a arma de serviço a um subordinado que multara a sua esposa por ter um pneu da sua viatura em mau estado. A condenação, cuja execução foi suspensa, é passível de recurso para o Tribunal da Relação.
Na origem desta tensão entre ambos estava o facto de, um mês antes, durante uma operação de trânsito em que participava o guarda Constantino P., efetuada em Brinches, onde reside o sargento Nuno F., 46 anos, ter sido fiscalizado o carro da mulher do arguido, que foi alvo de uma contraordenação por causa do mau estado de um dos pneus.”
Os polícias já nem podem fazer nada, nem apontar a arma a um colega que fez o seu trabalho, isto está tudo entregue aos bichos…
Suponho que o processo disciplinar termin na sua expulsão.. digo eu de que.
Li *guarda que matou a mulher* e pensei, ok, compreensível. Mas é só mesmo mais um burgesso com delírios de grandeza.
Sentimento de iniquidade perante a aplicação de Justiça é algo que vemos todos os dias.
Uns dizem, “A Justiça tarda mas não falha”, outros dizem, “A Justiça é Cega”. Neste caso a Justiça, foi zarolha e parcial…falhou e falhou mais uma vez de forma grandiosa. Porque a Justiça é Grandiosa na sua falhas e omissa na sua exatidão.
Soa como uma pessoa muito razoável e sensata…
É um Sargento-Ajudante de bem.