Not all of them are lost but are dying. If you go to the beaches of Pedrogão and Vieira you can still find fisherman that use the “Arte Xávega”. Nowadays it’s mostly a turistic attraction. And some of the photos from Nazaré look like they could have been taken recently
Bonito de se ver nas fotos mas cada coisa tem os seus tempos próprios, ou, quem sabe, impróprios.
Quando novo, já não nos anos 50 como é evidente, conheci bastante bem a Nazaré e as suas gentes pois todos os anos uma avó minha alugava lá uma casa para férias.
A rudeza do trabalho (infantil inclusive, os tais “filhos dos Homens que nunca foram meninos”), os salários de miséria, e as vidas que o mar, invariavelmente, ceifava, faziam do viver daquela pobre gente um pequeno inferno. Por alguma razão, o negro, era a cor que vestia a Nazaré.
Por isso, fiquemos pelas recordações, na esperança que os Tempos vindouros não nos levem novamente a vidas inteiras de miséria, onde a condição humana se derrama no sofrimento e na dor.
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Not all of them are lost but are dying. If you go to the beaches of Pedrogão and Vieira you can still find fisherman that use the “Arte Xávega”. Nowadays it’s mostly a turistic attraction. And some of the photos from Nazaré look like they could have been taken recently
Bonito de se ver nas fotos mas cada coisa tem os seus tempos próprios, ou, quem sabe, impróprios.
Quando novo, já não nos anos 50 como é evidente, conheci bastante bem a Nazaré e as suas gentes pois todos os anos uma avó minha alugava lá uma casa para férias.
A rudeza do trabalho (infantil inclusive, os tais “filhos dos Homens que nunca foram meninos”), os salários de miséria, e as vidas que o mar, invariavelmente, ceifava, faziam do viver daquela pobre gente um pequeno inferno. Por alguma razão, o negro, era a cor que vestia a Nazaré.
Por isso, fiquemos pelas recordações, na esperança que os Tempos vindouros não nos levem novamente a vidas inteiras de miséria, onde a condição humana se derrama no sofrimento e na dor.