Número de dias com urgências encerradas caiu para metade este ano em comparação com 2024

by ForsakeNtw

10 comments
  1. > O número de dias *completos* em que…

    Observador + cobre + íman = energia grátis

  2. Menos um argumento para os xuxaliatas no meio da sua luta preferida (no lamaçal)

  3. Ainda nem a meio do ano vamos e já estão a tirar conclusões precipitadas sabendo que o pior está para chegar! Ainda para mais em altura de campanha eleitoral aonde devem estar a fazer de tudo para que não piore!
    [EDIT] Podem continuar a dar os downvotes sem argumentar pois já era de esperar

  4. O que eu tenho em argumentação parece faltar-te em esforço de raciocínio lógico. Mas vamos lá:
    O Princípio de Pareto, que indica que 80% das consequências advêm de 20% das causas, pode ser usado para justificar a impossibilidade de utilizar os dados do primeiro trimestre do ano na análise do número de horas de urgências fechadas. Nos primeiros meses, os médicos ainda têm disponível a maior parte da sua carga anual de horas extraordinárias, o que faz com que o impacto das limitações legais ou contratuais seja pouco visível e o número de encerramentos seja reduzido. À medida que o ano avança e esses limites vão sendo atingidos, especialmente no último trimestre, o problema agrava-se e concentra-se a maioria dos episódios de encerramento de urgências. Assim, os dados do início do ano não refletem a realidade do problema e representam apenas uma minoria dos casos, sendo inadequados para uma análise representativa.

  5. “Há um problema de falta de transparência na partilha dos dados relativos aos fechos das urgências, porque ao contrário do ano passado, em que os planos trimestrais eram públicos (e eram cumpridos praticamente na sua totalidade, salvo situações impoderáveis), neste momento é impossível a um cidadão — que queira saber quantos serviços de urgência encerraram há um mês — aceder a essa informação. Os dados são apagados. Isso não é tranquilizador”, diz o também médico especialista em políticas de saúde, acrescentando que o método atual (em que os serviços de urgências poderão encerrar de um dia para o outro ou até no próprio dia), “não dá previsibilidade” aos utentes, nomeadamente às grávidas.

    Assim é fácil dizer que está tudo muito melhor!

  6. Sugiro que leiam a notícia toda, e não apenas o início.

    Resumindo: reduziram no número de médicos necessários p uma urgência funcionar (o que piora a qualidade), fazem a rotação das urgências fechadas num período inferior a 24h, e depois contabilizam apenas fechos superiores a 24h, e dizem “agora é que está bom!”.

    A qualidade piorou, mas arranjaram forma de isso ficar escondido nos dados que apresentam. Já para não falar que ao contrário do que acontecia antes, os dados deixaram de ser públicos por isso temos todos que mandam para o observador.

    Que falta de vergonha.

  7. comparar alhos com bugalhos:

    > a DE-SNS explica que “a análise dos encerramentos nos serviços de urgência referentes ao primeiro trimestre de 2025 baseia-se em dados extraídos do SDM [Sistema de Dados Mestre], onde o registo sistemático desta informação [por parte dos hospitais] teve início em **setembro de 2024”**

    > Por outro lado, os dados referentes aos primeiros três meses de 2024 foram pedidos diretamente às Unidades Locais de Saúde (ULS).

    > a DE-SNS explica que foram considerados apenas os “encerramentos com duração de 24 horas”, pelo o que ficaram de fora os encerramentos parciais de urgências.

     

    Já dizia o outro: os números em política não são matemática. É bater-lhes até eles darem o resultado q queremos e dá sempre para o fazer.

    Tal como os especialistas explicam ao longo do artigo.

    > “Atualmente não existirão mais obstetras a trabalhar no SNS, e portanto e como não acredito no milagre da multiplicação, para se encerrar menos [urgências] teve de se condicionar mais o acesso de outras formas”,

  8. Uma coisa vou dizer aqui que pode não ser lá muito popular.

    Enquanto se usar o SNS como arma de arremesso político em Portugal não vamos lá.

    O PSD está no governo e faz a gestão de uma maneira, sai e entra o PS e rasga tudo e faz à sua maneira. Eu acho que só vamos lá quando se sentarem todos à mesa e encontrarem uma forma (dentro de diferenças ideológicas) de consenso no que toca ao SNS. Ambos os partidos têm o SNS como o pilar central da saúde em Portugal e como país temos de ser capazes de salvar o SNS. Que é das maiores conquistas da democracia.

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