O evento quer sublinhar a importância das ligações entre diferentes povos. A entrada é livre.
Há um novo festival em Lisboa dedicado à interculturalidade entre Portugal e Brasil. Chama-se Transatlântico, decorre entre 15 e 20 de maio na Biblioteca de Alcântara e junta 28 artistas dos dois países. A entrada é gratuita.
Criado pelo cineasta brasileiro Ique Gazzola, o evento pretende promover a diversidade cultural e refletir sobre a integração entre pessoas dos dois lados do Atlântico. Ao longo dos seis dias estão previstas mais de 20 horas de programação, com destaque para nomes menos conhecidos do público. Exposições, teatro, música, oficinas, leituras e poesia fazem parte do alinhamento.
Na quinta-feira, 15 de maio, às 18h30, arranca a exposição “Portugal Sentimental”, da artista plástica Paula Erber. A mostra vai manter-se até ao final do festival e propõe uma viagem pelas paisagens urbanas, literatura e música portuguesas, interpretadas através de joias, gravuras e fotografias.
A programação de sexta-feira, 16 de maio, inclui dois momentos de teatro ao final da tarde. Às 19 horas sobe ao palco “Exercício Para Uma Metamorfose” e às 20 horas é apresentada a “Performance Corpo Algar”. A noite termina com um DJ set de Henrique Melo, às 22 horas.
O sábado, 17 de maio, está reservado aos workshops. Às 14 horas, Luiz André Alvim ensina a fazer pão de massa mãe e, às 16 horas, Henrique Melo orienta uma aula dedicada à cerveja.
A 19 de maio, pelas 11 horas, António Jorge Gonçalves apresenta uma performance de desenho digital. Já no último dia, 20 de maio, pode visitar a exposição “Biografias para um Futuro Contra-Colonial”, criada pelo professor Paulo Raposo em colaboração com alunos do ISCTE.