“Um culto de terror”: há oito anos, os alunos queixaram-se de assédio, mas a FDUL não deu seguimento

15 comments
  1. Claro, os alunos queixam-se a directores/professores de outros directores/professores que são todos amiguinhos e portanto é sempre tudo abafado, foi preciso envolver os media.

  2. Estudei num politécnico do interior e tive um professor confessar-me que havia um problema de endogamia no departamento daquele curso. Agora, vejo está história. Começo a achar que é um problema estrutural em pt🤔

  3. Yup. Já na FLUL também há pelo menos um que inclusive os profs sabem, mas ele continua a lecionar lá desde que me lembro. E se houver aqui malta que anda ou andou na FLUL, sabem bem de quem estou a falar

  4. Há-de chegar o dia que se metam com a filha dum gajo mais passado dos cornos e a coisa mude de figura.

  5. Conheço dois casos na minha faculdade. Um prof, alegadamente, envolveu-se com uma aluna e traiu a mulher que também era prof na mesma faculdade, nada lhe aconteceu; continua a dar aulas ate hoje.

    Outro caso, um prof auxiliar que estava na fluc foi acusado de assédio a várias raparigas e simplesmente colocaram-no noutra faculdade, como se nada fosse.

  6. Segundo um colega de trabalho as “gajas é que se fazem de vítimas”. “vão de minissaia ao gabinete do professor e levam com ele e não se queixam”.

    Ele é fã número 1 do arquitecto Taveira.

    Classe.

  7. Espero que também comecem a sair notícias sobre outras universidades. O sistema de compadrio e encobrimento está disseminado neste país.

  8. E mesmo que sejam suspensos continuam na faculdade, principalmente se forem investigadores. Não foi caso de assédio sexual nem foi com alunos, mas pesquisem o que aconteceu na FFUP recentemente.

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