Votar em Lisboa é ouro. Votar no Interior são trocos

by tallicahet81

10 comments
  1. Sim, mas quem paga impostos e suporta o interior (deficitário) é o litoral, com Lisboa à frente. Se pago MUITO mais devo ter algo em troca, não?

  2. O numero de deputados eleitos per capita em Lisboa é menor

  3. Sonhando com o dia em que existe um círculo eleitoral que permita contar os votos dos que não elegem.

  4. O método d’Hondt não é um grande problema.

    O problema são os círculos eleitorais.

  5. Pergunta genuína: porque não um círculo eleitoral único?
    Tal e qual como é feito nas eleições europeias?
    Existe alguma razão histórica?

  6. Votar onde se elegem 1, 2 ou 3 representantes deturpa a intenção de voto para o “voto útil” e assim se mantém a domínio do PS e PSD

  7. No meu círculo eleitoral, que elege apenas 3 deputados, qualquer voto fora de PS, PSD e agora Chega é um voto deitado à rua.

    Alguém que vá votar em qualquer outro que não estes 3, sabe logo que vai ser um voto deitado à rua!

    Precisamos para ontem de no mínimo um círculo de compensação para que todos os votos contem.

  8. O método d’Hondt é problemático, mas os círculos eleitorais ainda são mais, devia ser um círculo único ou pelo menos com um grande círculo de compensação.

    Mas não vamos ao engano dos círculos uninominais, isso cria as maiores desigualdades como no UK onde pouco mais de 30% dos votos dão ~60% dos mandatos ou nos EUA (onde basicamente só existem dois partidos).

  9. só dão palco a quem não percebe nada disto :’)

    “Domingo, quando for votar, lembre-se que o método D’Hondt..”… next!

    ou então.. **”D’Hondt, advogado belga nascido em 1841 e falecido em 1901, nunca poderia imaginar que…”** em 2025 ainda ia haver malta a escrever em publicações nacionais que não sabiam que o problema são os círculos pequenos.. 😉

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