Há cada vez menos crianças a ser adotadas, com o número de adoções a atingir, em 2020, o valor mais baixo dos últimos anos, de apenas 182, avança o ‘Diário de Notícias’ (DN), que cita dados do Relatório CASA 2020, da Segurança Social.
Segundo a mesma publicação, nesse mesmo ano saíram do sistema de adoção 2.359 jovens, sendo que a grande maioria, 44,7% prendeu-se com adolescentes que atingiram a maioridade (18 anos), ou seja, o limite legal para estarem ao abrigo desta proteção. Seguem-se depois os jovens dos 15 aos 17 anos (22,8%).
Conheço um casal que quis adotar.
Não chegaram a adotar porque o Estado deixava implícito que se quiseres um bebé tinhas de ir para uma looooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooonga fila de espera. Sugeriram então adotar uma criança quase adolescente ou um adolescente mesmo. Ao qual recusaram pelos motivos que se espera, e com base em más experiências com este tipo de aodoções (filhos que roubavam os pais adotivos, eram extremamente mal comportados e violentos, etc)
Se o sistema não estivesse totalmente quebrado e não demorasse anos e anos a ser concluído talvez houvesse mais adoções. Mas, como no resto, o sistema é uma anedota em Portugal. Faz lembrar as notícias que os jovens sem de casa dos pais cada vez mais tarde.
Parece corroborar a ideia de que, no geral, há menos crianças para adoptar. E, em particular, que há poucas crianças em *idade apetecível* (o que o OP disse: “tempo de espera é devido há falta de crianças no sistema com as características que pretendes”).
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Há cada vez menos crianças a ser adotadas, com o número de adoções a atingir, em 2020, o valor mais baixo dos últimos anos, de apenas 182, avança o ‘Diário de Notícias’ (DN), que cita dados do Relatório CASA 2020, da Segurança Social.
Segundo a mesma publicação, nesse mesmo ano saíram do sistema de adoção 2.359 jovens, sendo que a grande maioria, 44,7% prendeu-se com adolescentes que atingiram a maioridade (18 anos), ou seja, o limite legal para estarem ao abrigo desta proteção. Seguem-se depois os jovens dos 15 aos 17 anos (22,8%).
Conheço um casal que quis adotar.
Não chegaram a adotar porque o Estado deixava implícito que se quiseres um bebé tinhas de ir para uma looooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooonga fila de espera. Sugeriram então adotar uma criança quase adolescente ou um adolescente mesmo. Ao qual recusaram pelos motivos que se espera, e com base em más experiências com este tipo de aodoções (filhos que roubavam os pais adotivos, eram extremamente mal comportados e violentos, etc)
Se o sistema não estivesse totalmente quebrado e não demorasse anos e anos a ser concluído talvez houvesse mais adoções. Mas, como no resto, o sistema é uma anedota em Portugal. Faz lembrar as notícias que os jovens sem de casa dos pais cada vez mais tarde.
Relatório completo em https://www.seg-social.pt/documents/10152/13200/CASA+2020.pdf/b7f02f58-2569-4165-a5ab-bed9efdb2653
Parece corroborar a ideia de que, no geral, há menos crianças para adoptar. E, em particular, que há poucas crianças em *idade apetecível* (o que o OP disse: “tempo de espera é devido há falta de crianças no sistema com as características que pretendes”).