Não percebo a paixão pelos artefactos culturais pilhados das ex-colónias. Se o objetivo é preservar as exposições não seria muito mais ético fazer réplicas dos artefactos e devolvê-los?
Outra história é se eles tiverem sido adquiridos de forma legal, por forma de troca comercial, nesse caso podia-se muito facilmente fazer réplicas e disponibilizá-las aos museus do país de origem. Não consigo compreender como é que esta modalidade não é discutida.
O político que vive numa telenovela.
“Apesar de a questão da reparação de Portugal às suas antigas colónias não ter sido abordada em nenhum desses dois discursos, o presidente do Chega levantou o tema depois de ter sido confrontado pelos jornalistas com a ideia de um povo português multicultural inerente às intervenções de Marcelo Rebelo de Sousa e de Lídia Jorge.”
O jornalista pergunta o que ele acha de um Portugal multicuralista, e ele fala de não devolver nada a ninguém, um não assunto e apenas para os fanáticos pensarem que esse assunto sequer está na mesa e que ele é o salvador.
Tristes
É pena que as pirâmides do Egipto não tivessem dado para serem levadas para um museu Europeu, pois se tivesse dado, hoje ainda teriam o mármore e os topos dourados.
E o Estado vai reparar o que fez ao meu pai? Ex combatente. Indemnização, passa pra cá!!
Nem se dão ao trabalho de ler o programa eleitoral do partido que votam e estão preocupados se damos ou não os artefactos. Este eleitorado é mesmo especial
Devolvam tudo de volta às origens. Esses artefactos tem muito pouco, ou nenhum significado para o povo português. Não são a nossa cultura, não foram feitos por portugueses…
Se Moçambique quiser umas mascaras africanas, ou uns artefactos de um qualquer feiticeiro tribal, mais força para eles, menos despesa para nós em os manter.
Derrubará como?
O que e que a gente tem? alguma coisa fixe?
Usar um não-tema absolutamente terciário para não ter que falar de como o Chega é financiado por fundos de investimento imobiliário
Incrível como o Ventura defende o seu deputado Marcus Santos! Mas acho mal, Portugal devia devolver o Marcus Santos ao Brasil!
til
despachar e gastar o guito da manutençao em cenas que dizem algo ao português, o que nao faltam no museus nacionais sao peças em arquivo
O partido da mesquinhez burra.
Isto é o **Aventuras a dar o cuzinho aos franceses** que nos roubaram muita arte nas invasoes napoleonicas.
Espero que o Macron tenha achado gostoso.
Para quem nao sabe os franceses até os tumulos de D. Ines e D. Pedro foderam. Roubaram milhares de manuscritos unicos da epoca dos descobrimentos e arte..
O Aventuras torna obvio com estas declaracoes que nao quer devolver a arte dos africanos ao povo africano, e que nao lutará pelo retorno da nossa arte.
(..)Segundo apurou o DN junto de anteriores e atuais governantes, nem Angola, nem Moçambique, nem Cabo Verde, nem São Tomé e Príncipe, nem Guiné-Bissau e nem sequer o Brasil fizeram qualquer pedido de “restituição” de património cultural presente em museus portugueses.
“Nunca houve qualquer pedido de devolução”, asseguram as fontes contactadas pelo DN. E a questão não é não ter havido “pedidos nos últimos anos, nunca houve qualquer solicitação, formal ou não, de restituição do que quer que fosse(..)”
O ectoplasma zurra para dar que falar, nada de novo debaixo do sol.
Concordo mas nao e assunto. Essas colónias eram Portugal ha centenas de anos. Nao houve roubo algum
Um não assunto, que apenas veio à baila num devaneio do Marcelo e agora pelo Desventura.
Vou ter que votar num benfiquista daqui a 4 anos, deixa-me um pouco revoltado mas tenho de aceitar.
Assunto estúpido, quanto a reparação monetárias, nao há necessidade, quando Porrugal saiu não levou os edifícios, as Barragens(pelo contrário ainda pagamos por Cahora Bassa em Moçambique muito depois do 25 de Abril). Eles ficaram e passaram a ser o património dessas nações, apesar de terem sido pagas pelo Tesouro Português.
Quanto aos artefactos, é francamente ridículo, estamos a falar de coisas que francamente muitas vezes nem estão expostas, promover a cooperação e partilha de bens culturais é benéfico para o Soft Power de Portugal perto desses países(que Angola e Moçambique está projetado terem Populações a aproximar a dimensão do Brasil no fim do século, cada um). Até parece que vamos mandar os painéis de São Vicente para Angola.
Golpe de estado?
Há assim tantos artefactos? Quantos foram roubados e quantos foram comprados ou trocados? É sequer possível saber?
Isto é uma não questão. Deixem as coisas como estão para não alimentar extremos.
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Não percebo a paixão pelos artefactos culturais pilhados das ex-colónias. Se o objetivo é preservar as exposições não seria muito mais ético fazer réplicas dos artefactos e devolvê-los?
Outra história é se eles tiverem sido adquiridos de forma legal, por forma de troca comercial, nesse caso podia-se muito facilmente fazer réplicas e disponibilizá-las aos museus do país de origem. Não consigo compreender como é que esta modalidade não é discutida.
O político que vive numa telenovela.
“Apesar de a questão da reparação de Portugal às suas antigas colónias não ter sido abordada em nenhum desses dois discursos, o presidente do Chega levantou o tema depois de ter sido confrontado pelos jornalistas com a ideia de um povo português multicultural inerente às intervenções de Marcelo Rebelo de Sousa e de Lídia Jorge.”
O jornalista pergunta o que ele acha de um Portugal multicuralista, e ele fala de não devolver nada a ninguém, um não assunto e apenas para os fanáticos pensarem que esse assunto sequer está na mesa e que ele é o salvador.
Tristes
É pena que as pirâmides do Egipto não tivessem dado para serem levadas para um museu Europeu, pois se tivesse dado, hoje ainda teriam o mármore e os topos dourados.
E o Estado vai reparar o que fez ao meu pai? Ex combatente. Indemnização, passa pra cá!!
Nem se dão ao trabalho de ler o programa eleitoral do partido que votam e estão preocupados se damos ou não os artefactos. Este eleitorado é mesmo especial
Devolvam tudo de volta às origens. Esses artefactos tem muito pouco, ou nenhum significado para o povo português. Não são a nossa cultura, não foram feitos por portugueses…
Se Moçambique quiser umas mascaras africanas, ou uns artefactos de um qualquer feiticeiro tribal, mais força para eles, menos despesa para nós em os manter.
Derrubará como?
O que e que a gente tem? alguma coisa fixe?
Usar um não-tema absolutamente terciário para não ter que falar de como o Chega é financiado por fundos de investimento imobiliário
Incrível como o Ventura defende o seu deputado Marcus Santos! Mas acho mal, Portugal devia devolver o Marcus Santos ao Brasil!
til
despachar e gastar o guito da manutençao em cenas que dizem algo ao português, o que nao faltam no museus nacionais sao peças em arquivo
O partido da mesquinhez burra.
Isto é o **Aventuras a dar o cuzinho aos franceses** que nos roubaram muita arte nas invasoes napoleonicas.
Espero que o Macron tenha achado gostoso.
Para quem nao sabe os franceses até os tumulos de D. Ines e D. Pedro foderam. Roubaram milhares de manuscritos unicos da epoca dos descobrimentos e arte..
O Aventuras torna obvio com estas declaracoes que nao quer devolver a arte dos africanos ao povo africano, e que nao lutará pelo retorno da nossa arte.
(..)Segundo apurou o DN junto de anteriores e atuais governantes, nem Angola, nem Moçambique, nem Cabo Verde, nem São Tomé e Príncipe, nem Guiné-Bissau e nem sequer o Brasil fizeram qualquer pedido de “restituição” de património cultural presente em museus portugueses.
“Nunca houve qualquer pedido de devolução”, asseguram as fontes contactadas pelo DN. E a questão não é não ter havido “pedidos nos últimos anos, nunca houve qualquer solicitação, formal ou não, de restituição do que quer que fosse(..)”
O ectoplasma zurra para dar que falar, nada de novo debaixo do sol.
Concordo mas nao e assunto. Essas colónias eram Portugal ha centenas de anos. Nao houve roubo algum
Um não assunto, que apenas veio à baila num devaneio do Marcelo e agora pelo Desventura.
Vou ter que votar num benfiquista daqui a 4 anos, deixa-me um pouco revoltado mas tenho de aceitar.
Assunto estúpido, quanto a reparação monetárias, nao há necessidade, quando Porrugal saiu não levou os edifícios, as Barragens(pelo contrário ainda pagamos por Cahora Bassa em Moçambique muito depois do 25 de Abril). Eles ficaram e passaram a ser o património dessas nações, apesar de terem sido pagas pelo Tesouro Português.
Quanto aos artefactos, é francamente ridículo, estamos a falar de coisas que francamente muitas vezes nem estão expostas, promover a cooperação e partilha de bens culturais é benéfico para o Soft Power de Portugal perto desses países(que Angola e Moçambique está projetado terem Populações a aproximar a dimensão do Brasil no fim do século, cada um). Até parece que vamos mandar os painéis de São Vicente para Angola.
Golpe de estado?
Há assim tantos artefactos? Quantos foram roubados e quantos foram comprados ou trocados? É sequer possível saber?
Isto é uma não questão. Deixem as coisas como estão para não alimentar extremos.
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