Qual de vocês é que andou a editar a Wikipedia 😂

21 comments
  1. Eu há 15 ou 16 anos atrás fiz um mini vandalismo inconsequente numa página em PT que ainda hoje lá está. E levou ainda assim quase uma década a levar com um “[carece de fontes]”. É um lembrete para mim que a Wikipédia tuga, ao contrário da inglesa não é fiável. O mesmo edit na versão inglesa durou minutos se tanto.

  2. “Quando Brites voltou, tendo encontrado a porta fechada, logo desconfiou da presença de inimigos e entrou alvoroçada à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam dormir ou não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. De seguida, tê-los-à cozido, no seu forno, juntamente com o pão com chouriço”
    Da wiki. Pão com chouriço

  3. Amigos de Portugal, falo aqui do Brasil.

    Algum de vocês poderiam me explicar qual é a dessa piada com padeiras? Sempre vejo alguém citando sobre aqui no Reddit, mas nunca a compreendi.

    Desde já agradeço.

  4. O meu edit com mais tempo foi de 7 anos.
    Escrevi que o Olavo Bilac fazia a voz da Princesa Pastilha Elastica no Adventure Time.

  5. Consta que a padeira limpou o cebo a pouco mais de meia dúzia de invasores?
    Alguém sabe o kill:death ratio da Baker?

  6. Grande Mestre de Avis, filho bastardo de uma rameira de Lisboa de nome Teresa, lamento, perdão, aia de Inês de Castro, porque o seu pai, o tal D. Pedro, bisexual, marchava tudo o que tinha duas pernas. E até o grande escrivão do reino Fernão Lopes referia que “gostava de um tal rapaz mais do que a ordem moral o permitia”. Mas era Rei, e naquele tempo apenas o Rei poderia ser “bi”!

    A padeira, bem, a padeira foi apenas uma lenda, tal como o outro, o Martim Moniz que se colocou na porta para permitir o avanço das tropas cristãs em Lisboa em 1147, para assim, erradicar da futura capital do reino “o império do mal”, leia-se o Islão (que por sinal na altura era muitíssimo mais tolerante que os cristãos, mas tal fica para outra narrativa). Naquela altura as lendas e mitos eram fundamentais para dar motivação às tropas, jovens abrutalhados,desdentados, miseráveis e analfabetos.

    Os grandes heróis nesta estória são o bastardo João de Aviz, achado à força pela burguesia de Lisboa porque não se queria sujeitar aos desígnios aliás legítimos de Castela, o Santo Contestável, exímio guerreiro e general das tropas, os ingleses que acabavam de firmar com o reino o acordo “amigável” mais longo da história da civilização, e claro, a soldadesca desdentada e miserável, o soldado raso que andou em nome da nossa senhora e de um ideal precário de pátria, a suportar em cima do lombo a cavalaria castelhana nos baldios de Aljusbarrota.

    Viva Portugal! Agora dizei-me caros redittors pós-modernos: onde se encontra a cavalo a iconografia do Grande Mestre de Avis? Há em Lisboa e no Porto duas grandes referências ao Mestre (bastardo, filho de uma rameira de Lisboa de nome Teresa; nada como um bastardo para salvar a pátria nos momentos difíceis).

  7. Ah grande Brites de Almeida, estivesses tu na Ucrânia e já tinham mandado o Putin com o caralho!

  8. Está aí há algum tempo, fiz um trabalho há pouco tempo sobre o Nuno Álvares Cabral e usei essa página para me informar sobre a batalha, vi isso e ri bastante. Já foi há uns meses…

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