Descida do IRS deve sentir-se em salários de setembro e quem ganha entre os 3500 e os 7000 euros brutos por mês será beneficiado a dobrar

by Cenas_fixez

17 comments
  1. podem reduzir, mas tb teem de reduzir para quem recebe menos tb, senão vamos ter problemas

  2. Mais uma vez comunicação social sem perceber como funcionam percentagens. Mais grave que nem mencionam quais são as tais diferenças no escalão a aplicar.

  3. Mas isto tem “retroactivos” a janeiro certo? Ou seja haverá acerto no irs do próximo ano relativo a 2025?

  4. Que título e forma de escrita completamente nojenta. Quem está no sétimo e oitavo escalão vai beneficiar duas vezes porque? Porque o escalão baixa e os escalões abaixo baixam também?

    Então quem está no segundo escalão é beneficiado, quem está no terceiro é beneficiado duas vezes, quem está no quarto é beneficiado três vezes e por aí adiante…

  5. Gostava de ver isto “Quem está entre o 7.º e o 8.º escalões, entre os 3.500 e os 7.000 euros brutos por mês, vai ser beneficiado a dobrar: pela descida nos respetivos escalões e, como o IRS é um imposto progressivo, também vão beneficiar da descida nos escalões mais baixos.” melhor explicado…

  6. E que palhaçada é esta de não haver jornalistas identificados na notícia? Onde está o código Deontológico que referem sempre que fazem uma crítica às redes sociais? É que se for para passar informação anonimamente, vou já criar uma conta no X e ponho o que quiser

  7. Um título que reflete o exemplo da falta de literacia financeira/fiscal no país.

  8. “No projeto de lei que apresentou no ano passado, e que ruiu perante a cumplicidade negativa de PS e Chega, a bancada social-democrata propunha baixar as taxas dos 7.º 8.º escalões em 0,50 e 0,25 pontos percentuais, passando de 43,50% para 43% e de 45% para 44,75%, respetivamente.” Fonte: notícia do Eco. O plano é tentar passar esta medida desta vez, vai ser 0,5% e 0,25% que vai gerar uma desigualdade social brutal /s. Notícias com títulos enganadores dão nisto

  9. Agradeço a intenção mas preferia ter um SNS melhor e mais creches

  10. Todos tão revoltados com o título da notícia xD Qual é a melhor tradução para Português de “Pearl-clutching”?

    Quem ganha 3500+ é duplamente benefíciado em relação à última descida, como está bem explicado no corpo da notícia.

    Ainda me lembro quando o Costa era PM e o r/portugal insurgido em bloco contra o “clubismo político”. Agora que está lá o avenças, ai de quem ouse atacar o santo nome do governo lol.

  11. A ajudar quem mais precisa, isso mesmo Portugal /s

    (agora mais a sério, noticia bem click baity, lol, tudo basicamente na mesma para todos, os mais gordos beneficiam pq os mais magros beneficiam)

  12. Estra história dos jornalixo lembra-me as notícias quando houve o grande aumento fical do Gaspar:

    “Impostos aumentam mais nos rendimentos menores”

    Se fossemos reverter para a situação anterior – o que não sucedeu e já deveria ter ocorrido, mas o Estado Português é viciado em impostos (como quase todos, diria), teríamos:

    “Quem ganha mais benificiado na descida fiscal”

    É assim cá no burgo…

  13. Tanta revolta com o titulo malta… abrindo o artigo tá bem explicado, qual é o drama aqui?

  14. Copy pasta de algo que li há uns tempos:

    Imagina que todos os dias, dez homens vão tomar cerveja e a conta total para os dez é de 100 euros… Se eles pagassem a conta da mesma forma que pagamos o IRS em Portugal, seria mais ou menos assim:

    Os primeiros quatro homens (os mais pobres) não pagariam nada. O quinto pagaria 1 euro. O sexto pagaria 3 euros. O sétimo pagaria 8 euros. O oitavo pagaria 12 euros. O nono pagaria 20 euros. O décimo homem (o mais rico) pagaria 56 euros. E assim decidiram fazer. Os dez homens bebiam no bar todos os dias e pareciam bastante satisfeitos com o acordo, até que um dia o dono do bar os surpreendeu. “Como vocês são todos ótimos clientes,” disse ele, “vou reduzir o custo da vossa cerveja diária em 20 euros.”

    As bebidas para os dez homens passariam agora a custar apenas 80 euros. O grupo ainda queria pagar a conta como pagamos os nossos impostos. Então, os primeiros quatro homens não foram afetados. Continuariam a beber de graça. Mas e os outros seis homens? Os que pagam? O dono do bar sugeriu reduzir a conta de cada um numa percentagem maior quanto mais pobre ele fosse, seguindo o princípio do sistema fiscal português, e calculou os novos valores: O quinto homem passou a pagar nada, como os primeiros quatro (poupança de 100%). O sexto passou a pagar 2 euros em vez de 3 (poupança de 33%). O sétimo passou a pagar 6 euros em vez de 8 (poupança de 25%). O oitavo passou a pagar 9 euros em vez de 12 (poupança de 25%). O nono passou a pagar 16 euros em vez de 20 (poupança de 20%). O décimo passou a pagar 47 euros em vez de 56 (poupança de 16%). Cada um dos seis estava melhor do que antes. E os primeiros quatro continuavam a beber de graça.

    Mas, já fora do bar, os homens começaram a comparar as suas poupanças. “Eu só poupei 1 euro dos 20 euros de redução,” declarou o sexto homem, apontando para o décimo: “Mas ele poupou 9 euros!” “Sim, é verdade,” exclamou o sétimo homem. “Eu poupei 2 euros. É injusto que ele tenha tido muito mais benefício do que eu!” “Exato!” gritou o nono homem. “Por que é que ele poupa 9 euros, quando eu poupei só 4? Os ricos é que têm todas as vantagens!” “Esperem aí,” gritaram os primeiros quatro homens em uníssono, “nós não recebemos nada. Este sistema fiscal explora os pobres!” Os nove homens cercaram o décimo e bateram-lhe.

    Na noite seguinte, o décimo homem não apareceu, então os nove sentaram-se e tomaram as suas cervejas sem ele. Mas, na hora de pagar a conta de 80 euros, descobriram algo importante. Entre todos, tinham apenas 33 euros – muito menos do que os 80 necessários!

    E é assim, meninos e meninas e “analfabetos” da economia, que funciona o nosso sistema fiscal em Portugal. Os que já pagam mais IRS – como os 48% dos rendimentos acima de 81.199 euros em 2025 – naturalmente beneficiam mais de uma redução fiscal. Taxem-nos demasiado, ataquem-nos por serem ricos, e eles podem deixar de aparecer. Podem até ir “beber no estrangeiro”, onde o ambiente fiscal é mais amigável.

    Para quem entende, não é necessária explicação.
    Para quem não entende, nenhuma explicação é possível.

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