Monitores pelos ares, murros, ameaças de violação. Há repartições de Finanças que se transformam em campos de batalha

by BigGreenDead

14 comments
  1. O primeiro relato é de revirar o estômago.

    Para quando uma reforma seria do código penal que faça os cidadãos respeitar a lei e o próximo?

  2. Como tudo o que está errado no que toca á justiça portuguesa e a altissima impunidade com que criminosos prevalecem, isto só vai lá punindo com penas a sério este tipo de comportamentos. Quanto maior for a consequência para comportamentos anti-sociaisperturbadores dos cidadãos menor será a incidência dos mesmos…

  3. Aqui vai uma opinião pouco popular: baixar radicalmente todos os impostos vai resolver estes problemas! Salários mais altos são a solução. Saúde e educação deve ser pública com parcerias privadas para poupar dinheiro ao estado.

    Vá malta vamos ver quantos downvotes consigo!

    Os meninos do livre, do bloco e do ps que ainda pensam que este país vai para a frente com a esquerda deviam ter vergonha!

  4. >o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) descobriu que, num universo de 2.373 inquiridos, mais de metade (58%) refere já ter sido vítima de agressões físicas ou verbais no exercício das suas funções

    E isto no sétimo país mais seguro do mundo, segundo vi por aqui. Imagino como andam os outros.

  5. Acho fantástico quase todos os eventos no artigo estarem relacionados com penhoras e ainda vão cheios de razão terem estas atitudes para a repartição de finanças em vez de pagarem o que devem. Gostava mesmo de saber o que passa pela cabeça desta gente.

  6. >“A que mais me ficou na cabeça foi quando um senhor entrou a correr aborrecido com uma penhora e, como fui a primeira funcionária que viu, **pegou no meu monitor e atirou-mo contra o peito. Fiquei com o corpo completamente negro.”** 

    >Helena conta que “ficou em choque” e deixou-se estar imóvel com o monitor escancarado perto dos seus pés. “Só depois comecei a pensar que deveria ter ido ao posto médico, mas, na altura, não consegui reagir, nem sequer percebi o nome do homem que me atacou.” Após a agressão, recorda, o “homem foi para uma outra secção resolver os problemas dele”. **“Na altura, fiquei muito abalada também com a reação do meu chefe, cuja única preocupação foi perguntar se o monitor estava estragado porque tinha de o comunicar à direção de Finanças.”** 

  7. Como marido de uma médica do SNS, deixo um aviso e um apelo: os dados de quem agride e faz estas brincadeiras são geralmente bastante acessíveis pelo profissional atacado. E não esperarei NUNCA por ajustar contas por vias legais com quem algum dia sinta que as pode ajustar fisicamente com a minha esposa ao abrigo das suas funções.

    As instruções e procedimento são claros em caso de ameaça ou tentativa: não se sai sozinho(a) do local, não se dirige ao seu veículo e recolha de imediato dados da pessoa em questão. Chama-se a policia, levanta-se auto do ocorrido.

    O resto é à imaginacao e proprocionalidade da vitima

  8.  

    A impunidade que existe neste país é incrível

    “A que mais me ficou na cabeça foi quando um senhor entrou a correr aborrecido com uma penhora e, como fui a primeira funcionária que viu, pegou no meu monitor e atirou-mo contra o peito. Fiquei com o corpo completamente negro.” 

  9. Quando retiram “meios” à policia, é no que dá.

    É agradecer à ala esquerda da politica.

  10. Ia a comentar mas depois vi que a source é a CNN 😂

  11. Agressões a funcionários públicos devia ser crime público. Ou seja, alguém que faça algo imediamentamente tem a polícia atrás, com ou sem queixa do agredido. Acontecem demasiadas destas situações. Muitos funcionários já estão tão acostumados à possibilidade de que as cenas podem transvazar o aceitável que já nem fazem queixa. Isto é absurdo e aí há também culpa dos superiores que deviam ter mais juizo, não é tolerar ter funcionários a serem agredidos ou insultados como se fosse a coisa mais normal.

  12. Violencia não tem desculpa, mas confessem lá quantas vezes já apanharam “o tal”, o funcionário tão util como uma amoeba em época de acasalamento á espera de uma reforma “estatal” .

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