PSD propõe agravamento das penas para ‘okupas’

by FariaDias

15 comments
  1. Podemos ter apenas rapidez na resolução? Esta história de agravar penas para tudo quando elas nem sequer são cumpridas atualmente já enjoa.

  2. “Uma “agravação da pena, com pena de prisão até três anos ou pena de multa, quando os factos forem exercidos por meio de violência ou incidirem sobre imóvel destinado à habitação própria e permanente”, bem como **“a agravação da pena, com pena de prisão de um a quatro anos, quando o agente atuar profissionalmente ou com intenção lucrativa”.”**

    Acho pouco muito pouco, estamos a falar numa tentativa de roubo de um bem que vale milhares de euros e só se for habitação própria e permanente ? Agora não posso ter uma casa para arrendar ou para férias ?

    Enfim, uma mão cheia de nada uma pena de 3 anos em Portugal é pena suspensa, e multas só são pagas quando se tem rendimentos legais ou bens em nome próprio que os okupas raramente tem. Quem fica no prejuízo é quem fica com a casa ocupa e muitas vezes destruída.

  3. Isso não vai resolver nada, quem ocupa casas em geral está-se a cagar se leva 2 ou 4 anos de prisão suspensa. É preciso sim que a polícia possa atuar de forma célere nestas situações. A proposta do Chega ia neste sentido de atuação rápida, e também no agravamento substancial da pena.

  4. Conjunto de herdeiros que fazem dinheiro com especulação imobiliária, peculato, nepotismo e clientelismo propõem agravamento de penas para okupas.

    Fixed that for you

  5. Eu não quero atuação a longo prazo meses depois de conseguirem reaver a habitação, quero prevenção de impunidade em conseguirem ficar um dia que seja numa habitação contra a vontade do dono, especialmente com entrada forcada.

  6. Ok… mas nao resolve.

    Normalmente, agravar penas (ou adicionar crimes) pode simbolizar uma redução na ocorrência… Mas o que realmente se quer é resolução extremamente célere.

    De nada ajuda se agravam penas mas o idiota nao a pode pagar à mesma, ou o juiz acaba por tornar pena suspensa, depois de meses a fio sem poder tirar de lá o criminoso.

    Acelerem, caralho.

  7. E que tal, fiscalização melhor de arrendamentos sem contrato em conjunto com aceleração de desocupações? É que tanto quanto sei o processo de desocupação só demora tanto devido à quantidade de arrendamentos ilegais e a verificação que se tem de fazer.

  8. Um passo no caminho certo. Falta agilizar a expulsão rápida dos okupas.

  9. Até podem ser 25 anos de prisão, polícia tem de ter o poder de expulsar okupas mediante o comprovativo da propriedade dos donos da casa.

  10. Eu tenho muita muita dificuldade em entender o raciocínio da maioria dos comentadores aqui. Afinal de contas, o que é que são para vocês os ‘okupas’? As pessoas que invadem casas e as destroem todas e estão-se a cagar para o que lá está e que agem efectivamente como parasitas como nos casos da Costa da Caparica?

    Ou a malta que não tendo onde morar vai ocupar barracões, antigas fábricas, casas devolutas, e que as repara minimamente para terem condições de habitabilidade? Porque o movimento okupa refere-se a este último caso. São pessoas que não estão a fazer mal a ninguém e que procuram apenas um pouco de dignidade para as suas vidas. Há prostituição e drogas nestes locais? Sim, há, são pessoas muitas vezes consideradas indesejáveis, muitas vezes toxicodependentes, pessoas que não tiveram sorte na vida e que não têm muitas vezes mecanismos para sair da situação em que se encontram.

    Em vez de um pouco de compaixão por esta gente, vamos penalizá-los ainda mais? Relegá-los a um estado de total indigência?

    Tenho mesmo muita dificuldade em entender este raciocínio. Ou então vocês têm todos casa de férias, pais ricos, ou estão suficientemente bem na vida para nunca terem tido de se pôr nos sapatos desta gente. Que puta de falta de compaixão nesta sociedade. Tá mesmo tudo entregue aos bichos.

  11. Lá está o Chega com as conversas do costume… E agravar penas para quem deixa grávidas e crianças morrer???? Espera, não é o Chega…

Comments are closed.