>O indicador do número de óbitos por 100 mil habitantes é, na opinião do professor catedrático jubilado em Saúde Pública Jorge Torgal, um falso indicador, porque estão a ser contabilizadas as pessoas que morrem de Covid juntamente com as que morrem com Covid.
Malditos chalupas jubilados que lutam contra a santa DGS. /s
Máscaras. Só mais 15 máscaras.
Afinal os gajos das teorias da conspiração até tinham alguma razão, quem diria
Oh mas ela é uma ótima ministra. Ela sabe melhor e todos os que ousam questionar são uns intelectualmente desonestos
Dados de maior qualidade são mais caros, e em alguns cenários, na pratica impossíveis de obter uma vez que os recursos disponíveis são finitos. Escolhem-se os indicadores possíveis, soluções intermédias, consciente das limitações e que devem ser utilizados em conjunto com vários elementos complementares para que nos ajudem a traduzir a realidade de uma forma sintética.
Na noticia, basicamente, pessoas a queixarem-se de falta de meios existente antes e durante a pandemia. Nada mais que isso.
Convém saber quem é Jorge Torgal. Desde o início da pandemia que não acerta uma, desde negacionismo puro até simples parvoíce. Era/É presidente de uma comissão/associação qlq de aconselhamento do governo que só tiveram uma reunião, no final dela a ministra percebeu a estupidez da comissão e nunca mais a reuniu.
Claro que até um relógio estragado está certo alguma vez mas vindo de quem vem, não ligava muito.
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>O indicador do número de óbitos por 100 mil habitantes é, na opinião do professor catedrático jubilado em Saúde Pública Jorge Torgal, um falso indicador, porque estão a ser contabilizadas as pessoas que morrem de Covid juntamente com as que morrem com Covid.
Malditos chalupas jubilados que lutam contra a santa DGS. /s
Máscaras. Só mais 15 máscaras.
Afinal os gajos das teorias da conspiração até tinham alguma razão, quem diria
Oh mas ela é uma ótima ministra. Ela sabe melhor e todos os que ousam questionar são uns intelectualmente desonestos
Dados de maior qualidade são mais caros, e em alguns cenários, na pratica impossíveis de obter uma vez que os recursos disponíveis são finitos. Escolhem-se os indicadores possíveis, soluções intermédias, consciente das limitações e que devem ser utilizados em conjunto com vários elementos complementares para que nos ajudem a traduzir a realidade de uma forma sintética.
Na noticia, basicamente, pessoas a queixarem-se de falta de meios existente antes e durante a pandemia. Nada mais que isso.
Convém saber quem é Jorge Torgal. Desde o início da pandemia que não acerta uma, desde negacionismo puro até simples parvoíce. Era/É presidente de uma comissão/associação qlq de aconselhamento do governo que só tiveram uma reunião, no final dela a ministra percebeu a estupidez da comissão e nunca mais a reuniu.
Claro que até um relógio estragado está certo alguma vez mas vindo de quem vem, não ligava muito.