Após posts recorrentes que o Covid já acabou, deixo este gráfico com o número de mortos/dia (média a 7 dias, fonte DGS) para mostrar que desde Dez 2021 têm morrido todos os dias mais pessoas por Covid (>15) do que entre o fim do último confinamento (linha azul) e Dez 2021 (<15).

19 comments
  1. Pessoas infectadas quando morrem caem na estatistica do covid na mesma. Porque a definição é morrer com covid e não morrer de covid. Next.

  2. Falso. A estatística refere-se a óbitos de pessoas infectadas *com* Covid, e não a óbitos para os quais o Covid foi a principal causa de morte.

    Não tens por acaso a estatística da distribuição etária dos óbitos com Covid e a comparação da mesma com óbitos sem Covid?

  3. Já que estamos numa de gráficos, consulta a página 16 do relatório do INSA e vês que a mortalidade está dentro do expectável.

    Citando de memória o Tiago Correia, especialista em saúde pública: “a mortalidade que estamos a ter por covid podia estar a acontecer com qualquer outra doença respiratória”.

    https://www.insa.min-saude.pt/wp-content/uploads/2022/04/20220415_Monitorizacao_COVID-19.pdf

    https://sicnoticias.pt/coronavirus/mascaras-nas-aulas-nao-faz-sentido-e-muito-desadequado-em-relacao-a-situacao-epidemiologica/

    Menos medo sff.

  4. No one cares. Não saias de casa que já não te acontece nada.

    A quantidade per capita de pessoas que não querem simplesmente interagir socialmente é demasiado alta neste sub.

    Não apanhas COVID no discord, estás safo.

  5. Para o comentadeiros.

    O OP mencionou vacinas? O OP mencionou máscaras? O OP mencionou algum tipo de incentivo ao medo ou negacionismo?

    O OP só referiu que ao contrário do que dizem o covid não acabou.

    Que eu saiba, basta 1 caso no mundo inteiro para ser possível dizer que o covid não acabou. O que fizerem com esse caso é tema para outro assunto.

    Alguem sabe o covid acabou? Não.

    Então arrumem a sacola e vão dormir que essa raiva toda já me molhou os pés todos de baba.

  6. O número de casos também aumentou exponencialmente. E no entanto a pressão hospitalar diminuiu de forma colossal. Diminuiu de tal forma que houve um surto de gripe A há pouco tempo que chegou a colocar mais pressão que a Covid.

    **Acabou.**

    Quem valoriza estritamente a segurança acima de todos os valores acaba por não viver. Neste momento, a Covid é uma doença como outros vírus, dos milhares que circulam a toda a hora.

    Mas não é de agora. Já há meses que a Covid se tornou numa doença que à escala global da sociedade se tornou relativamente inofensiva. Isto não quer dizer que não seja uma doença séria que pode provocar mortes. Mas esse é o caso com qualquer doença respiratória.

    Conheço imensa gente que a partir do momento em que começou a pandemia deixou de viver. E pior que deixar de viver, começou a censurar quem procurou viver desde então. Tenho amigos que se tornaram autênticos bichos do mato, por causa de uma merda que na minha faixa etária é equivalente a uma gripe. E contra mim falo que tive Covid e odiei a experiência. Mas a vida é assim.

    Existirem pessoas que gostam de cultivar o medo porque elas próprias sucumbiram ao medo incutido pelos media sensacionalistas e pelo pensamento coletivo amedrontado é de um egoísmo tremendo.

    É importante ir avaliando os dados e os números, isso não se questiona. Mas que se viva, caramba.

  7. Já era expectável isto acontecer. É claro que o covid não acabou, mas também não acabou a vida como era. Há uma linha cinzenta entre tirar as máscaras e não tirar. Acho que não é crucial neste momento. As pessoas estão claramente descontentes com o continuar das mesmas, e quem quiser pode continuar a usar e a cumprir as medidas que chegaram a ser obrigatórias. Ninguém te obriga a não usar máscaras, sempre foi assim. Era muito mais fácil aliviar as medias e respeitar quem continua a aplicá-las mas já é difícil arranjar argumentos para continuar a impôr as tais medidas sem perder a credibilidade. As pessoas já estão fartas.

    O gráfico está muito fixe mas acho que também é para dar entender que há um pico de mortes significativo em Janeiro e Fevereiro, comparativamente aos meses calmos em 2021. Mas como também exclui o último Inverno do ano passado, aí já parece que foi intencional, para dar a entender que os números continuam altos.

  8. O que importa é se os hospitais não estão atolados com pessoas com covid.

    O problema nunca foram as mortes em si (pelo menos não diretamente), mas o facto de que os hospitais não conseguiam dar resposta a nada nem ninguém, fosse covid ou outra coisa qualquer.

  9. Estás a dizer, portanto, que durante o tempo em que estávamos quase todos fechados em casa, tínhamos perto dos mesmos mortos nalgumas alturas do que agora que está tudo aberto. Sim, porque fizeste cherry picking das datas, houve momentos em que estávamos bem pior (por exemplo, estranhamente deixaste fevereiro de fora quando tínhamos 300 mortes por dia).

    Para já não falar que a nova variante é tão contagiosa que tens gente que é internada com problemas de coração e apanha covid e acaba por morrer sem ser operado (não se opera gente com covid). Foi o covid? Foi o coração? Não se sabe, mas peca-se por excesso (digo eu) e mete-se o número no covid.

    É o que dá olhar para estatísticas de olhos fechados e sem contexto. Parece bem, mas na verdade estás a analisar contextos completamente diferentes. Se queres apresentar o teu caso, discutir de má fé não te dá razão e qualquer argumento que possas ter e ser válido vai sempre ser visto com alguma desconfiança pelo resto das pessoas.

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