Governo socialista prometeu à Azul pagamento de dívida de 178 milhões pela TAP.

by Sardinha42

14 comments
  1. > O Governo liderado pelo PS assegurou à companhia aérea brasileira Azul, em 2020, que o empréstimo de 90 milhões de euros concedido à TAP em 2016 seria tratado como dívida sénior e não como suprimento acionista, sendo que com juros, a exigência da Azul ascende a 178 milhões de euros. Segundo o Diário de Notícias, garantia consta de uma carta assinada por Pedro Nuno Santos e Miguel Cruz, então ministro das Infraestruturas e secretário de Estado do Tesouro, apresentada agora em tribunal.

    > O diferendo ameaça a reprivatização da TAP, uma vez que a execução das garantias poderá recair sobre ativos da companhia. O Governo e a TAP pediram à Justiça que anule o contrato de garantias, mas a Azul já fez prova em tribunal das promessas feitas pelo executivo socialista.

    * [webarchive](https://archive.ph/yMubK)

  2. Acho que nunca na minha vida me vou esquecer da incompetência, corrupção e falta de obra desse governo. 

    8 anos sem fazer nada, com o país parado, a bombar crise na habitação e na imigração, a roubar e ainda a ter lata para dizer que os outros se têm que habituar. 

    Que fiquem no caixote do lixo da história.

  3. Resta saber o que o Génio irá fazer agora que está no Conselho Europeu…

  4. Se queriam assim tanto uma companhia de bandeira, mais valia terem pegado nos 3.2MM e terem começado uma empresa nova. Com a bagagem que a TAP tem, o melhor era mesmo deitar essa porcaria ao lixo.

  5. Isto não pode ser verdade. Alguem do PS que desminta pff

  6. Ouvi dizer que foi o Passos Coelho que obrigou o PS a fazer esta promessa (e outras).

  7. Não era de agir judicialmente contra o Pedro Nuno Santos por gestão danosa?

  8. Nunca percebi a tesão de enterrar dinheiro dos contribuintes na TAP e continuo sem perceber.

    Como liberalista clássico que acredita que os monopólios naturais devem ter gestão pública, falho em perceber onde é que a TAP ou qualquer companhias aérea se enquadra para se pensar sequer no assunto.

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