by pvicente77

19 comments
  1. O espanto é tal coisa não ser considerada antes… Não sei bem como se prova fraude de uma autodeclaração mas tudo certo.

  2. Portanto, tenho de me magoar mesmo… okay… os prós continuam a ser mais que os contras…

  3. Se alguém meter baixa e depois publicar no Facebook fotos na praia, conta? Porque isso aconteceu numa empresa por onde andei 

  4. Portugal: cria um sistema que não consegue controlar
    Também Portugal: Como é que controlamos isto?

  5. Concordo em princípio, mas na prática não sei como é que isto vai ser fiscalizado. E acho que o ónus da prova deve recair sobre o empregador, ou seja, deve ser a empresa a ter de provar que a declaração é falsa (por exemplo, alguém diz que está doente mas publica fotos na praia), e não o trabalhador a ter de provar que é verdadeira. Caso contrário, isso destruiria o propósito das auto declarações: dispensar a necessidade de comprovativo médico.

  6. A minha pergunta é como é que a empresa vai fiscalizar uma auto-declaração de doença? Tudo bem que há mandriões que podem mentir, mas e o cenário que um chefe quer se mesmo ver livre de um empregado que pôs baixa médica? Não pode o chefe abusar disso e indicar que o empregado mentiu para o despedir? E como é que o empregado recorre de uma situação destas?

    Porque se calhar pode haver casos que uma foto que tirada fora de casa num dia de baixa pode ser retirada de contexto e usada contra o empregado

  7. O facto de terem dado acesso a isso num país que está repleto de Chico-espertos foi uma jogada de mestre. Agora andam a tentar mitigar os danos.

  8. Ninguém vai precisar de autodeclaração de doença fraudulenta , agora basta comprar uns dias de férias 😂😂

  9. Isso é válido também para polícias quando estão de trombas ou é so para outros?

  10. E como é que se prova que não é fraudulenta? Envio um vídeo a tossir e a tirar o termómetro debaixo do braço? Uma foto do vómito?

    É que se for preciso relatório médico, a autodeclaração perde o sentido de existir, que era não ter de haver intervenção médica.

    São dias não pagos, fazer disto um cavalo de batalha, quando se negoceia a compra de dias de férias, é só mais uma medida com base na moralidade para castigar esses malvados trabalhadores que não querem trabalhar.

  11. No outro dia a minha namorada teve um caso na empresa em que um trabalhador meteu baixa por se ter magoado na sexta feira e no fds estava a trabalhar como PT num ginásio lá perto. Meteu stories e tudo… Nestes casos é fácil de provar pela empresa e os chicos espertos devem sofrer consequências

  12. Lá para o final da legislatura, marte estar retrógrado vai dar direito a despedimento 

  13. Aquela lei sem p]es e cabeça, a autodeclaração só pode ser usada 2 vezes ao ano por 3 dias e nem é paga. Como é que provam que de fato não me doía a cabeça ? Ou estava mentalmente exausto ?

  14. Mais vale inverter o principio. A lei vai passar a prever as coisas que *não* dão direito a despedimento. Um único ponto, de seu título “nada”.

  15. A auto-declaração vai passar a chamar-se compra de férias.

  16. convém ler a proposta antes de comentar. A única fiscalização que a entidade empregadora pode fazer é verificar com o código da autodeclaração a veracidade da mesma. Trata-se de fiscalizar se a autodeclaração é válida ou não, tal como acontece com a baixa médica em que a entidade empregadora pode verificar se foi realmente passada por um médico ou se foi forjada

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