>Em causa está uma proposta de alteração ao artigo 43.° do Código do Trabalho, referente à licença parental exclusiva do pai, e que prevê que **passe a ser obrigatório “o gozo pelo pai de uma licença parental de 28 dias, seguidos ou em períodos interpolados, nos 42 dias seguintes ao nascimento da criança, 14 dos quais gozados de modo consecutivo imediatamente a seguir a este”.**
Discordo.
Os primeiros meses é um período complicado para ambos.
Não se deveria obrigar o pai/mãe queimar dias ao mesmo tempo que o companheiro.
Deveria haver X dias que o casal em conjunto pode gozar. E o casal é que decide como quer gastar.
Ainda se desse mais dias.. mexer só por mexer para alterar de 7 para 14 obrigatórios mantendo os 28 é inútil.
Que miséria… no país onde estou imigrado os pais têm 475 dias que podem partilhar entre si até à criança fazer 3 anos. Em Portugal luta-se por migalhas com uma carga fiscal magnitudes maior…
A direita está no poder. 0 direitos para os trabalhadores, votaram neles agora aguentem!
Votaram nisto, agora amanhem-se.
Este governo tinha uma boa oportunidade para ganhar pontos a seu favor, infelizmente estas últimas medidas que estão a para passar no que diz respeito ao trabalho são um passo atrás e retrógradas. Enfim. É estar entre a merda do PS e a merda do PSD e afins
Não estou a perceber estes comentários.
Ou então não estou a entender a notícia correctamente.
Isto é uma coisa boa, obriga a entidade empregadora a fornecer pelo menos 14 dias logo a seguir ao nascimento.
Antes era 7.
E na minha altura nem sei ser era obrigatório, mas tirei o tempo todo logo, estava me mais a cagar para a empresa.
Mas havia pessoal que não tirava logo porque não conseguia conciliar com a carga de trabalho e tinham uns meses para tirar esses dias e depois “passava”….
Andaram a votar na laranjada não andaram?
Então tomai e recebei… quem não os conheça que os compre…
Escolha, pessoal. Dêem escolha aos pais.
Era isto, obrigado.
Há aqui comentários que nem leram, só mesmo malhar por malhar. É ridículo.
Em causa está uma proposta de alteração ao artigo 43.° do Código do Trabalho, referente à licença parental exclusiva do pai, e que prevê que **passe a ser obrigatório “o gozo pelo pai de uma licença parental de 28 dias, seguidos ou em períodos interpolados, nos 42 dias seguintes ao nascimento da criança, 14 dos quais gozados de modo consecutivo imediatamente a seguir a este”.**
Maravilha…. Crianças que nascem perto do natal então efetivamente fica-se com menos dias por causa de feriados.
Mete-me nojo este governo, só sabe atacar a classe trabalhadora e os direitos mais básicos.
É completamente desumano.
Nem sei se um governo do Chega seria pior.
Com tanta merda a correr mal no país, porque é que estão a mexer nestas coisas se nem sequer as vão melhorar? Fds… E sem esquecer que reprovaram a extensão da licença para os 6 meses. Quem já teve bebés tem noção da dor que é separar um bebé tão pequenino, dependente e vulnerável da mãe assim tão cedo. Eu sei que há merdas mais cruéis e desumanas a acontecer no mundo, mas fds isto é mm horrível. Eu chorei baba e ranho qdo acabaram os meus 4 meses.
O governo podia começar por por em ordem os serviços da SS, que não me dão a licença porque têm atrasos na resposta. No entanto já vamos no terceiro layout do site, todos eles péssimos.
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>Em causa está uma proposta de alteração ao artigo 43.° do Código do Trabalho, referente à licença parental exclusiva do pai, e que prevê que **passe a ser obrigatório “o gozo pelo pai de uma licença parental de 28 dias, seguidos ou em períodos interpolados, nos 42 dias seguintes ao nascimento da criança, 14 dos quais gozados de modo consecutivo imediatamente a seguir a este”.**
Discordo.
Os primeiros meses é um período complicado para ambos.
Não se deveria obrigar o pai/mãe queimar dias ao mesmo tempo que o companheiro.
Deveria haver X dias que o casal em conjunto pode gozar. E o casal é que decide como quer gastar.
Ainda se desse mais dias.. mexer só por mexer para alterar de 7 para 14 obrigatórios mantendo os 28 é inútil.
Que miséria… no país onde estou imigrado os pais têm 475 dias que podem partilhar entre si até à criança fazer 3 anos. Em Portugal luta-se por migalhas com uma carga fiscal magnitudes maior…
A direita está no poder. 0 direitos para os trabalhadores, votaram neles agora aguentem!
Votaram nisto, agora amanhem-se.
Este governo tinha uma boa oportunidade para ganhar pontos a seu favor, infelizmente estas últimas medidas que estão a para passar no que diz respeito ao trabalho são um passo atrás e retrógradas. Enfim. É estar entre a merda do PS e a merda do PSD e afins
Não estou a perceber estes comentários.
Ou então não estou a entender a notícia correctamente.
Isto é uma coisa boa, obriga a entidade empregadora a fornecer pelo menos 14 dias logo a seguir ao nascimento.
Antes era 7.
E na minha altura nem sei ser era obrigatório, mas tirei o tempo todo logo, estava me mais a cagar para a empresa.
Mas havia pessoal que não tirava logo porque não conseguia conciliar com a carga de trabalho e tinham uns meses para tirar esses dias e depois “passava”….
Andaram a votar na laranjada não andaram?
Então tomai e recebei… quem não os conheça que os compre…
Escolha, pessoal. Dêem escolha aos pais.
Era isto, obrigado.
Há aqui comentários que nem leram, só mesmo malhar por malhar. É ridículo.
Em causa está uma proposta de alteração ao artigo 43.° do Código do Trabalho, referente à licença parental exclusiva do pai, e que prevê que **passe a ser obrigatório “o gozo pelo pai de uma licença parental de 28 dias, seguidos ou em períodos interpolados, nos 42 dias seguintes ao nascimento da criança, 14 dos quais gozados de modo consecutivo imediatamente a seguir a este”.**
Maravilha…. Crianças que nascem perto do natal então efetivamente fica-se com menos dias por causa de feriados.
Mete-me nojo este governo, só sabe atacar a classe trabalhadora e os direitos mais básicos.
É completamente desumano.
Nem sei se um governo do Chega seria pior.
Com tanta merda a correr mal no país, porque é que estão a mexer nestas coisas se nem sequer as vão melhorar? Fds… E sem esquecer que reprovaram a extensão da licença para os 6 meses. Quem já teve bebés tem noção da dor que é separar um bebé tão pequenino, dependente e vulnerável da mãe assim tão cedo. Eu sei que há merdas mais cruéis e desumanas a acontecer no mundo, mas fds isto é mm horrível. Eu chorei baba e ranho qdo acabaram os meus 4 meses.
O governo podia começar por por em ordem os serviços da SS, que não me dão a licença porque têm atrasos na resposta. No entanto já vamos no terceiro layout do site, todos eles péssimos.
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