A “religião do défice” é engraçada até deixar de haver dinheiro para pagar salários. Depois os funcionários públicos comem orações.
Salários a diminuir desde 2008 com perda de poder de compra, carreiras estagnadas, diferenças salariais entre carreiras ridículas (de assistente operacional para assistente técnico existe uma diferença de 5 euros, sendo uma carreira com funções e responsabilidades supostamente maiores e por isso deveria ser remunerada de acordo), sistemas de avaliações que avaliam mais quanta graxa o funcionário deu ao chefe do que propriamente o trabalho efetivo, entre tantas coisas só me levam a crer que a função publica só tem tendência a piorar assim como a qualidade do trabalhador do estado, porque alguém que consiga um trabalho melhor (cada vez mais facil de isso acontecer) nunca vai optar por ficar na função pública..
“Os salários serão uma das principais questões, já que o aumento salarial para a Função Pública em 2022 foi de 0,9% e a inflação do ano passado acabou por se fixar nos 1,3%, sendo que o Governo prevê este ano uma inflação de 4%.”
Basicamente o único aumento que fizeram na última década nem para a taxa de inflação corrente deu para colmatar e no final do ano ainda pior fica.
O governo tem de aprender com as consultoras de IT e implementar um salário emocional para suprimir estas falhas
/s
Tivessem votado ou votado de maneira diferente nas últimas legislativas.
“A proposta praticamente, no que concerne a Administração Pública, é a mesma que tinha sido chumbada”, aponta.
É triste quando um secretário-geral não percebe (ou finge que não percebe) que o chumbo no Parlamento é irrelevante agora que o PS tem maioria absoluta.
A choradeira já parava, a maioria absoluta tem meses, o governo tem semanas.
Isto faz-me lembrar quando o Jorge Sampaio disse que “havia dívida para além do Orçamento”, quando a ministra das Finanças era a Manuela Ferreira Leite.
Décadas de estagnação económica, com políticas económicas socialistas falhadas e há um conjunto de pessoas em Portugal que ainda não percebeu que estamos a enterrar o futuro de uma geração.
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A “religião do défice” é engraçada até deixar de haver dinheiro para pagar salários. Depois os funcionários públicos comem orações.
Salários a diminuir desde 2008 com perda de poder de compra, carreiras estagnadas, diferenças salariais entre carreiras ridículas (de assistente operacional para assistente técnico existe uma diferença de 5 euros, sendo uma carreira com funções e responsabilidades supostamente maiores e por isso deveria ser remunerada de acordo), sistemas de avaliações que avaliam mais quanta graxa o funcionário deu ao chefe do que propriamente o trabalho efetivo, entre tantas coisas só me levam a crer que a função publica só tem tendência a piorar assim como a qualidade do trabalhador do estado, porque alguém que consiga um trabalho melhor (cada vez mais facil de isso acontecer) nunca vai optar por ficar na função pública..
“Os salários serão uma das principais questões, já que o aumento salarial para a Função Pública em 2022 foi de 0,9% e a inflação do ano passado acabou por se fixar nos 1,3%, sendo que o Governo prevê este ano uma inflação de 4%.”
Basicamente o único aumento que fizeram na última década nem para a taxa de inflação corrente deu para colmatar e no final do ano ainda pior fica.
O governo tem de aprender com as consultoras de IT e implementar um salário emocional para suprimir estas falhas
/s
Tivessem votado ou votado de maneira diferente nas últimas legislativas.
“A proposta praticamente, no que concerne a Administração Pública, é a mesma que tinha sido chumbada”, aponta.
É triste quando um secretário-geral não percebe (ou finge que não percebe) que o chumbo no Parlamento é irrelevante agora que o PS tem maioria absoluta.
A choradeira já parava, a maioria absoluta tem meses, o governo tem semanas.
Isto faz-me lembrar quando o Jorge Sampaio disse que “havia dívida para além do Orçamento”, quando a ministra das Finanças era a Manuela Ferreira Leite.
Décadas de estagnação económica, com políticas económicas socialistas falhadas e há um conjunto de pessoas em Portugal que ainda não percebeu que estamos a enterrar o futuro de uma geração.