>A Confederação dos Agricultores defende o **aumento do número de horas de trabalho**, das atuais 40 horas semanais na generalidade dos casos para 60 horas, em **setores com falta de trabalhadores.**
O IEFP devia dar um chicote a cada 5 empregados ~~contratados~~ outsourced
Vamos ver como o Chega vai votar esta lei
>
Porque as políticas de direita funcionam assim. As “soluções” defendidas pela direita, de forma generalizada, assentam na ideia de que os direitos dos trabalhadores são melhor protegidos pelo mercado do que por legislação laboral específica. Chegam mesmo a apresentar argumentos económicos para justificar esta posição, como a maior flexibilidade, a redução de encargos para as empresas ou a suposta criação de mais emprego.
No entanto, para sustentar estas ideias, ignoram ou minimizam realidades fundamentais: o mercado de trabalho não é livre nem equilibrado. Há uma assimetria de poder gritante entre empregadores e trabalhadores. Enquanto as empresas muitas vezes têm poder negocial, recursos jurídicos e capacidade de pressão, a maioria dos trabalhadores está numa posição de vulnerabilidade, especialmente num contexto de desemprego estrutural ou precariedade generalizada.
Num mercado verdadeiramente “livre”, espera-se que a oferta e procura se equilibrem naturalmente. Mas, na prática, quando um trabalhador precisa urgentemente de um salário para sobreviver, não está a negociar em igualdade de condições, está, muitas vezes, a aceitar o que lhe é imposto. Nesse cenário, a proteção legal não é um obstáculo à economia, é um mecanismo essencial de justiça e equilíbrio.
Assim, quando se propõem reformas que enfraquecem direitos adquiridos, como a facilitação de despedimentos, ou maior precariedade nos contratos, sob o pretexto de “modernizar” ou “flexibilizar” o mercado, o que se está realmente a fazer é transferir risco e custos dos empregadores para os trabalhadores.
E não se trata de teoria: a história de vários países mostra que a desregulação laboral quase nunca leva a mais emprego de qualidade, leva, isso sim, a mais insegurança, mais exploração e maior desigualdade.
Deixem o Luís chicotear o pessoal, afinal ele só está a trabalhar…
Para quem votou na laranjada é bem feita!
Quem não os conheça que os compre…
o problema é que esses postos de trabalho são mal pagos, ordenados minimos, se um trabalhador fizer60h/semana, fica com 80 horas extraordinárias e sabem quem a que vai receber esse dinheiro? é o estado! vejam o caso dos sábados, trabalhas 2 e recebes 2, trabalhas 4 e recebes 2/5 ou seja, vais trabalhar um dia e meio de borla!
as horas devia ser a 100% e o trabalho suplementar, diga-se horas extras, nem devia ser tributado pelo estado! assim a que se incentivava os trabalhadores! trabalhar mais para receber “menos”!
votaram neles não foi, AGUENTEM-SE!
Segue na senda do governo de Passos Coelho, que fez também uma bela “melhoria” nos direitos dos trabalhadores sob o disfarce da pressão da troika
Acho muito bem.
Pode ser que a população aprenda que o voto tem consequências. Que eu duvido que aconteça…
Já agora, uma sugestão: reduzam os dias de férias, a malandragem precisa de colaborar mais na salvação do país através da atribuição de mais dividendos aos acionistas e mais um carrito elétrico e umas férias para o patrão. 15 dias por ano chegam muito bem para os trabalhadores descansarem.
Faz algum sentido uma empresa não poder despedir uma pessoa?! Deveria ser uma questão de dinheiro na minha opinião. A lei proibir despedir, nunca entenderei isso! “Ah mas a pessoa tem 55 anos e vai ficar sem emprego”, ok entao a empresa tem de pagar muito dinheiro para se responsabilizar por essa pessoas, mas proibir o despedimento?! Alguém que me ajude a entender e de que forma isso ajuda o trabalhador que fica agarrado ao empregozinho.
Edit: Tanto downvote. Deve haver pessoal que não conhece a lei. Uma empresa não pode despedir uma colaboradora que cria mau ambiente todos os dias, por exemplo. Não é uma questão de dinheiro, é mesmo proibido.
Deixem o Luís avençar… Ups, trabalhar!!!
Querem seguir o caminho da grécia
Ora cá estão eles, os amigos patrões querem que os direitolas e os fascistas retirem mais e mais direitos.
Num mundo onde se quer reduzir o tempo de trabalho e ter alguma segurança a bem da saúde, vem estes dizer que temos é de ser escravos que não sabem se no dia seguinte terão o que comer só pq o patrão quer comprar um Ferrari novo.
Numa era de aumento de criminalidade e violência, especialmente com agressoes a passarem impunes ou no maximo a apanhar pena suspensa, nao ha ninguem que de uma boa carga de lenha a certos indivíduos deste país que se acham nobres do sec. XVIII?
Este país de merda está cada vez pior
Quem vota na direita e é trabalhador devia-lhe nascer um pinheiro no cu!
Nunca irei perceber porque não se focam nos verdadeiros problemas do país, tipo incentivar a natalidade, aumentar poder de compra… que triste futuro deste país
Claro que querem, especialmente pôr a malta a trabalhar mais por SMN. Esquecem-se que isto não não faz bem à produtividade e que o mercado de trabalho nao se cinge apenas a Portugal. Por alguma razão há quem queira ser empregado de limpeza, servir às mesas e trabalhar na agricultura na Suíça ou na Alemanha (pagam mais não explorando).
O que os patrões querem não dá votos. Eles até podem querer escravos. Não vão ter.
Tanta gente de esquerda por aqui?
Vou fugir. Isto é muito perigoso.
Fodasse o caminho é trabalhar menos e ganhar mais não o o inverso.
Esqueceram-se de pedir os chicotes.
Incrivel como importaram 1.5 milhões em pouco tempo e continua sempre a haver falta de mão de obra.
Porque é que eu tenho o feeling que o objetivo é assustar muito, para depois deixar cair 3 ou 4 medidas destas e aprovar 20 que são terríveis mas não escandalosas?? É que isto é o play book do Trump.
Excelentes medidas, e até acrescento: visto existir uma grande falta de vagas em creches, porque não meter esta futura mão de obra já com as mãos na massa? /s
‘Já a Confederação dos Agricultores defende o aumento do número de horas de trabalho, das atuais 40 horas semanais na generalidade dos casos para 60 horas, em setores com falta de trabalhadores.”
25 comments
Há, neste país, quem queira voltar ao século XIX:
>A Confederação dos Agricultores defende o **aumento do número de horas de trabalho**, das atuais 40 horas semanais na generalidade dos casos para 60 horas, em **setores com falta de trabalhadores.**
O IEFP devia dar um chicote a cada 5 empregados ~~contratados~~ outsourced
Vamos ver como o Chega vai votar esta lei
>
Porque as políticas de direita funcionam assim. As “soluções” defendidas pela direita, de forma generalizada, assentam na ideia de que os direitos dos trabalhadores são melhor protegidos pelo mercado do que por legislação laboral específica. Chegam mesmo a apresentar argumentos económicos para justificar esta posição, como a maior flexibilidade, a redução de encargos para as empresas ou a suposta criação de mais emprego.
No entanto, para sustentar estas ideias, ignoram ou minimizam realidades fundamentais: o mercado de trabalho não é livre nem equilibrado. Há uma assimetria de poder gritante entre empregadores e trabalhadores. Enquanto as empresas muitas vezes têm poder negocial, recursos jurídicos e capacidade de pressão, a maioria dos trabalhadores está numa posição de vulnerabilidade, especialmente num contexto de desemprego estrutural ou precariedade generalizada.
Num mercado verdadeiramente “livre”, espera-se que a oferta e procura se equilibrem naturalmente. Mas, na prática, quando um trabalhador precisa urgentemente de um salário para sobreviver, não está a negociar em igualdade de condições, está, muitas vezes, a aceitar o que lhe é imposto. Nesse cenário, a proteção legal não é um obstáculo à economia, é um mecanismo essencial de justiça e equilíbrio.
Assim, quando se propõem reformas que enfraquecem direitos adquiridos, como a facilitação de despedimentos, ou maior precariedade nos contratos, sob o pretexto de “modernizar” ou “flexibilizar” o mercado, o que se está realmente a fazer é transferir risco e custos dos empregadores para os trabalhadores.
E não se trata de teoria: a história de vários países mostra que a desregulação laboral quase nunca leva a mais emprego de qualidade, leva, isso sim, a mais insegurança, mais exploração e maior desigualdade.
Deixem o Luís chicotear o pessoal, afinal ele só está a trabalhar…
Para quem votou na laranjada é bem feita!
Quem não os conheça que os compre…
o problema é que esses postos de trabalho são mal pagos, ordenados minimos, se um trabalhador fizer60h/semana, fica com 80 horas extraordinárias e sabem quem a que vai receber esse dinheiro? é o estado! vejam o caso dos sábados, trabalhas 2 e recebes 2, trabalhas 4 e recebes 2/5 ou seja, vais trabalhar um dia e meio de borla!
as horas devia ser a 100% e o trabalho suplementar, diga-se horas extras, nem devia ser tributado pelo estado! assim a que se incentivava os trabalhadores! trabalhar mais para receber “menos”!
votaram neles não foi, AGUENTEM-SE!
Segue na senda do governo de Passos Coelho, que fez também uma bela “melhoria” nos direitos dos trabalhadores sob o disfarce da pressão da troika
Acho muito bem.
Pode ser que a população aprenda que o voto tem consequências. Que eu duvido que aconteça…
Já agora, uma sugestão: reduzam os dias de férias, a malandragem precisa de colaborar mais na salvação do país através da atribuição de mais dividendos aos acionistas e mais um carrito elétrico e umas férias para o patrão. 15 dias por ano chegam muito bem para os trabalhadores descansarem.
Faz algum sentido uma empresa não poder despedir uma pessoa?! Deveria ser uma questão de dinheiro na minha opinião. A lei proibir despedir, nunca entenderei isso! “Ah mas a pessoa tem 55 anos e vai ficar sem emprego”, ok entao a empresa tem de pagar muito dinheiro para se responsabilizar por essa pessoas, mas proibir o despedimento?! Alguém que me ajude a entender e de que forma isso ajuda o trabalhador que fica agarrado ao empregozinho.
Edit: Tanto downvote. Deve haver pessoal que não conhece a lei. Uma empresa não pode despedir uma colaboradora que cria mau ambiente todos os dias, por exemplo. Não é uma questão de dinheiro, é mesmo proibido.
Deixem o Luís avençar… Ups, trabalhar!!!
Querem seguir o caminho da grécia
Ora cá estão eles, os amigos patrões querem que os direitolas e os fascistas retirem mais e mais direitos.
Num mundo onde se quer reduzir o tempo de trabalho e ter alguma segurança a bem da saúde, vem estes dizer que temos é de ser escravos que não sabem se no dia seguinte terão o que comer só pq o patrão quer comprar um Ferrari novo.
Numa era de aumento de criminalidade e violência, especialmente com agressoes a passarem impunes ou no maximo a apanhar pena suspensa, nao ha ninguem que de uma boa carga de lenha a certos indivíduos deste país que se acham nobres do sec. XVIII?
Este país de merda está cada vez pior
Quem vota na direita e é trabalhador devia-lhe nascer um pinheiro no cu!
Nunca irei perceber porque não se focam nos verdadeiros problemas do país, tipo incentivar a natalidade, aumentar poder de compra… que triste futuro deste país
Claro que querem, especialmente pôr a malta a trabalhar mais por SMN. Esquecem-se que isto não não faz bem à produtividade e que o mercado de trabalho nao se cinge apenas a Portugal. Por alguma razão há quem queira ser empregado de limpeza, servir às mesas e trabalhar na agricultura na Suíça ou na Alemanha (pagam mais não explorando).
O que os patrões querem não dá votos. Eles até podem querer escravos. Não vão ter.
Tanta gente de esquerda por aqui?
Vou fugir. Isto é muito perigoso.
Fodasse o caminho é trabalhar menos e ganhar mais não o o inverso.
Esqueceram-se de pedir os chicotes.
Incrivel como importaram 1.5 milhões em pouco tempo e continua sempre a haver falta de mão de obra.
Porque é que eu tenho o feeling que o objetivo é assustar muito, para depois deixar cair 3 ou 4 medidas destas e aprovar 20 que são terríveis mas não escandalosas?? É que isto é o play book do Trump.
Excelentes medidas, e até acrescento: visto existir uma grande falta de vagas em creches, porque não meter esta futura mão de obra já com as mãos na massa? /s
‘Já a Confederação dos Agricultores defende o aumento do número de horas de trabalho, das atuais 40 horas semanais na generalidade dos casos para 60 horas, em setores com falta de trabalhadores.”
60 horas !!!! Esta gente não bate bem da cabeça.
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