Se eu fosse a ministra do trabalho e visse isto, provavelmente não voltaria a dar opiniões em público.
Acho que isto é daquelas coisas que é muito raro haver abuso por parte dos pais uma vez que daria provavelmente despedimento por justa causa de uma família em crescimento que ficaria vulnerável.
Só queria saber o desfecho desses casos do act.
Se acham que não há abuso porque a ACT não reportou então tenho uma ponte para vos vender.
Acho que não é surpresa. Em caso de possível abuso por parte do trabalhador, normalmente é convidado a sair e o caso nem deve chegar a ACT.
Esta lei é util porque assim, se alguma marota tiver essa ideia de ludibriar o patrão, já nao pode. Montenegro é um mestre do xadrez e joga na prevençao da fraude mamária. Boa medida.
Grupo da tsf nao é a melhor fonte
Continuamos a alimentar a discussão do nada. A classe jornalistica continua com moralismos que não lhes compete.
Repetindo a minha pergunta: alguém conhece 1 caso, 1.caso que seja de uma mulher que ainda amamentando aos fim de 2 anos tivesse de facto necessidada de o fazer no período laboral?
O jornalista que, como agora é prática corrente, cria um título que não desenvolve no corpo da notícia e não explica as diferenças.
Como é que seria um caso de abuso por parte da mãe? Como é que o atestado médico é contestando? Vai a empresa organizar uma junta médica? E na eventualidade louca de o fazer a conclusão seria, já não precisa, retira o atestado à mãe, mas não vão poder determinar se o que está para trás….
Títulos clickbait para criar percepções erradas…
E os factos interessam?
Na agenda dos patrões, reacionários e politicos corruptos vale tudo.
Eu fui pai ha quase 3 anos e ao mesmo tempo tivemos uns 3 casais amigos que também o foram, posso dizer que de facto dos 3 casais 2 abusaram do direito, o meu filho ainda amamenta ocasionalmente e a minha mulher ainda tem horário reduzido, e a minha mulher diz mesmo que não é pelo horário reduzido, pois ele vai à mama 2x por dia por 10min, é mesmo pelo tempo a mais que consegue estar com o miúdo… toda gente sabe que a ministra tem razão, mas estão a tentar queima-la. Digam-me lá de todos os vossos conhecidos quantos é que reportaram ter parado de amamentar para perder o horário reduzido?
Como isso ainda é debate ? Nem as mães a amamentar estão a respeitar.
Lógico que isso não vai passar. Mas me espanta isso ser pauta.
“já têm igualdade, as leis já são iguais, têm os mesmos direitos, não precisam de feminismo” /s
Realidade: preconceito na sociedade ainda muito presente, aplicação das leis é diferente da existencia das leis, o quanto as leis são mais quebradas e mais facilmente sem consequencias quando a vitima é mulher, especialmente mães, ou situação frágil.
Chapada de luva branca? É o que dá meter gente que provavelmente teve amas para tratar dos filhos, responsável por estas questões..
Óbvio quando o abuso é legal e difícil de provar!
Mais facil pinpoint uma que a outra.
Eu sou mae de 3. Da primeira usufrui de 1 ano de amamentação e depois passei a trab independente. Da segunda usufrui de 1 ano e meio. Depois mudei de trabalho, continuei a amamentar mas como era um trabalho novo fiz horario completo. Do terceiro usufrui de 2 anos e meio de amamentação e depois como ele deixou de mamar, passei a horario reduzido COM PERDA DE VENCIMENTO, ao abrigo do direito de redução de horario con filhos menores de 12 anos. Todos os filhos mamaram 2 anos e meio.A redução de horario da me jeito porque tenho 3 filhos mas a perda de vencimento é chato, mas é a lei. Nunca abusei do direito de amamentação porque se houver abusos mais facilmente outras maes perdem direitos. Trabalho numa área maioritariamente feminina (educação) e o q vejo mais é maes a abdicarem do seu direito. Em 10 anos nunca vi abuso nenhum e ja trabalhei com mais de 200 mulheres, a maioria com filhos pequenos. Nunca tive pressao dos patrões por causa deste direito nas sendo os vinculos precários (contratos a termo), as mulheres senten sempre pressao e responsabilidade para nao usufruir dos direitos, muito menos abusar. Estas declarações sao simplesmente ridiculas. Em vez de se procurar perceber onde é q existem entraves aos direitos, procura se abusos que nao existem. Diz muito sobre quem sao os inimigos deste governo: as familias trabalhadoras, nao os patroes abusadores, que sao em maior numero. Sabemos todos de pessoas q perderan o trabalho por engravidar ou ter filhos pequenos q precisam de assistencia – os putos fican bue vezes doentes. E é justamente essas pessoas mais vulneraveis que decidem atacar. Nas escolas em q trabalhei felizmente havia SOLIDARIEDADE: compreensao com quem tem filhos pequenos. Atualmente nao amamento, nao pretendo engravidar e os meus filhos quase nunca ficam doentes, resultado: zero faltas ao trabalho. Ajudo as colegas com filhos pequenos porque j estive desse lado e sei a culpa com q se fica quando se falta ao trabalho por necessidade dos filhos. Esta ministra revela um desconhecimento profundo desta realidade e foi acusar uma fatia da sociedade que so quer trabalhar e apoiar a familia dentro da lei. Por outro lado, nenhuma palavra contra os patroes que despedem ou travam o progresso na carreira das maes e familias. So sao pela vida e pela familia quando é para controlar o corpo das mulheres. A amamentação é um direito das crianças, o tempo em familia tambem. Tambem estao a destruir as urgencias pediatricas e obstetricas. So vai criar mais miséria.
Quem teriam sido os *informers* da Ministra? Neste caso, parece pertinente esquecer a Lei descredibilizada, desadequada e anti-natural para uma Lei que penalize severamente quem não respeita o Direito da Maternidade (bem precisa no nosso País).
É tempo de ação e de nos deixarmos de conversa da treta. Esqueçam ideologias, foquem-se nas necessidades reais que os Cidadãos Portugueses têm.
Isso é tão verdade.. no meu trabalho, uma colega minha voltou de licença e avisou o nosso patrão que durante alguns dias terias de chegar mais tarde e sair mais cedo – direito que ela tem para amamentar o recém -nascido dela – e levou com essa bela reflexão por parte do patrão:
“O que eu tenho a ver como isso? Bela merda que me estás a dizer.” Eu até fiquei parvo.. uma funcionária excelente, com 10 anos de casa. Eu passei pelo mesmo no início do ano.. fui criticado porque decidimos que a minha mulher ficava com 5 meses e eu 1 mês. Não sei se é assim em todo o lado mas tenho certeza que na maioria das empresas portuguesas há uma falta de empatia
Lembrem-se, enquanto se discute isto o governo vai aproveitar para aprovar muita porcaria contra os trabalhadores, é a tecnica Trump.
No entanto ainda consigo fazer o favor ao Ventura de ficar bem na fotografia quando na verdade, se tivesse a hipótese, faria o mesmo ou pior.
Agora o problema são as mães a amamentar…daqui a nada são as idas à casa de banho…
É só atirar areia para os olhos do pessoal, querem que se tenham mais filhos mas condições para isso népia….
Condições de trabalho, caga
Investir em aumentar a produtividade, caga
Ordenados compatíveis com o custo de vida, caga
Saúde, caga
Justiça, caga
A culpa é sempre dos empregados espertalhões e preguiçosos
Agora as malvadas das mães que têm horários reduzidos, isso sim é o problema do trabalho em Portugal….
Há abusos claro, mas duvido que seja a maioria.
Isto é tudo culpa dos governos que temos tido que afasta para o estrangeiro a mão de obra qualificada, e a que fica é escassa, por isso em vez de resolver esse problema aponta dedos a todo o lado para retirar direitos aos que ficam para espremer ao máximo quem trabalha em Portugal.
Vergonha
Como é que a ACT registaria estes abusos sequer?
Há abusos sim, e sei pelo menos de dois casos a nível pessoal, e esta notícia faz zero para provar ou sequer indiciar o contrário. Que casos
A medida pode ser má, mas estas notícias tendenciosas para bater no ceguinho mostram o lixo que o jornalismo português consegue produzir.
É muito fácil provar o desrespeito da lei por parte do empregador. Já o contrário é quase impossível pelo que estes números nada significam.
Alguem viu o Pikachu?
Toda esta discussão está inquinada porque as pessoas não estão a dizer a verdade mas a tentar marcar pontos políticos.
Sim, há mães a usar a licença de amamentação em alturas em que não precisam, nem de perto, de duas horas para amamentar. Há médicas que passam o atestado automaticamente sem sequer perceberem se ainda exista amamentação ou não.
Mesmo assim, os patrões que querem as funcionárias felizes e as querem reter sãos os primeiros a encorajar as mães a usufruir dessas horas.
Não, não é justo um funcionário passar a trabalhar menos 25% do tempo e o patrão ter que pagar como se trabalhasse. Esse é um papel que devia ser do estado que ele não está a cumprir.
Este último ponto é o cerne da questão que a oposição parece querer ignorar para fazer apelo às emoções e que o governo não soube comunicar.
Ahahhajaja
“Ai f*da-se!”- João Manzarra
Quase como se tivesse sido uma narrativa inventada para justificar medidas repressivas.
Vão ao meu trabalho então. Só lá são duas. Uma que nunca amamentou sequer e já vai no terceiro ano com horário reduzido para se livrar do horário de substituições
É normal, esses são os casos que são relatados. E os que não são, de ambas as partes? Principalmente da parte do empregador, como raio é que se prova que uma mãe não precisa de amamentar uma criança?
O horário de amamentação existe porque essa é a *principal* forma de nutrição de uma criança pequena, pois na maioria das vezes a partir do primeiro ano já comem sopas, frutas e outros alimentos; se ainda continua a “necessitar” de mamar aos dois anos de idade, algo de errado aí não está certo…
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Se eu fosse a ministra do trabalho e visse isto, provavelmente não voltaria a dar opiniões em público.
Acho que isto é daquelas coisas que é muito raro haver abuso por parte dos pais uma vez que daria provavelmente despedimento por justa causa de uma família em crescimento que ficaria vulnerável.
Só queria saber o desfecho desses casos do act.
Se acham que não há abuso porque a ACT não reportou então tenho uma ponte para vos vender.
Acho que não é surpresa. Em caso de possível abuso por parte do trabalhador, normalmente é convidado a sair e o caso nem deve chegar a ACT.
Esta lei é util porque assim, se alguma marota tiver essa ideia de ludibriar o patrão, já nao pode. Montenegro é um mestre do xadrez e joga na prevençao da fraude mamária. Boa medida.
Grupo da tsf nao é a melhor fonte
Continuamos a alimentar a discussão do nada. A classe jornalistica continua com moralismos que não lhes compete.
Repetindo a minha pergunta: alguém conhece 1 caso, 1.caso que seja de uma mulher que ainda amamentando aos fim de 2 anos tivesse de facto necessidada de o fazer no período laboral?
O jornalista que, como agora é prática corrente, cria um título que não desenvolve no corpo da notícia e não explica as diferenças.
Como é que seria um caso de abuso por parte da mãe? Como é que o atestado médico é contestando? Vai a empresa organizar uma junta médica? E na eventualidade louca de o fazer a conclusão seria, já não precisa, retira o atestado à mãe, mas não vão poder determinar se o que está para trás….
Títulos clickbait para criar percepções erradas…
E os factos interessam?
Na agenda dos patrões, reacionários e politicos corruptos vale tudo.
Eu fui pai ha quase 3 anos e ao mesmo tempo tivemos uns 3 casais amigos que também o foram, posso dizer que de facto dos 3 casais 2 abusaram do direito, o meu filho ainda amamenta ocasionalmente e a minha mulher ainda tem horário reduzido, e a minha mulher diz mesmo que não é pelo horário reduzido, pois ele vai à mama 2x por dia por 10min, é mesmo pelo tempo a mais que consegue estar com o miúdo… toda gente sabe que a ministra tem razão, mas estão a tentar queima-la. Digam-me lá de todos os vossos conhecidos quantos é que reportaram ter parado de amamentar para perder o horário reduzido?
Como isso ainda é debate ? Nem as mães a amamentar estão a respeitar.
Lógico que isso não vai passar. Mas me espanta isso ser pauta.
“já têm igualdade, as leis já são iguais, têm os mesmos direitos, não precisam de feminismo” /s
Realidade: preconceito na sociedade ainda muito presente, aplicação das leis é diferente da existencia das leis, o quanto as leis são mais quebradas e mais facilmente sem consequencias quando a vitima é mulher, especialmente mães, ou situação frágil.
Chapada de luva branca? É o que dá meter gente que provavelmente teve amas para tratar dos filhos, responsável por estas questões..
Óbvio quando o abuso é legal e difícil de provar!
Mais facil pinpoint uma que a outra.
Eu sou mae de 3. Da primeira usufrui de 1 ano de amamentação e depois passei a trab independente. Da segunda usufrui de 1 ano e meio. Depois mudei de trabalho, continuei a amamentar mas como era um trabalho novo fiz horario completo. Do terceiro usufrui de 2 anos e meio de amamentação e depois como ele deixou de mamar, passei a horario reduzido COM PERDA DE VENCIMENTO, ao abrigo do direito de redução de horario con filhos menores de 12 anos. Todos os filhos mamaram 2 anos e meio.A redução de horario da me jeito porque tenho 3 filhos mas a perda de vencimento é chato, mas é a lei. Nunca abusei do direito de amamentação porque se houver abusos mais facilmente outras maes perdem direitos. Trabalho numa área maioritariamente feminina (educação) e o q vejo mais é maes a abdicarem do seu direito. Em 10 anos nunca vi abuso nenhum e ja trabalhei com mais de 200 mulheres, a maioria com filhos pequenos. Nunca tive pressao dos patrões por causa deste direito nas sendo os vinculos precários (contratos a termo), as mulheres senten sempre pressao e responsabilidade para nao usufruir dos direitos, muito menos abusar. Estas declarações sao simplesmente ridiculas. Em vez de se procurar perceber onde é q existem entraves aos direitos, procura se abusos que nao existem. Diz muito sobre quem sao os inimigos deste governo: as familias trabalhadoras, nao os patroes abusadores, que sao em maior numero. Sabemos todos de pessoas q perderan o trabalho por engravidar ou ter filhos pequenos q precisam de assistencia – os putos fican bue vezes doentes. E é justamente essas pessoas mais vulneraveis que decidem atacar. Nas escolas em q trabalhei felizmente havia SOLIDARIEDADE: compreensao com quem tem filhos pequenos. Atualmente nao amamento, nao pretendo engravidar e os meus filhos quase nunca ficam doentes, resultado: zero faltas ao trabalho. Ajudo as colegas com filhos pequenos porque j estive desse lado e sei a culpa com q se fica quando se falta ao trabalho por necessidade dos filhos. Esta ministra revela um desconhecimento profundo desta realidade e foi acusar uma fatia da sociedade que so quer trabalhar e apoiar a familia dentro da lei. Por outro lado, nenhuma palavra contra os patroes que despedem ou travam o progresso na carreira das maes e familias. So sao pela vida e pela familia quando é para controlar o corpo das mulheres. A amamentação é um direito das crianças, o tempo em familia tambem. Tambem estao a destruir as urgencias pediatricas e obstetricas. So vai criar mais miséria.
Quem teriam sido os *informers* da Ministra? Neste caso, parece pertinente esquecer a Lei descredibilizada, desadequada e anti-natural para uma Lei que penalize severamente quem não respeita o Direito da Maternidade (bem precisa no nosso País).
É tempo de ação e de nos deixarmos de conversa da treta. Esqueçam ideologias, foquem-se nas necessidades reais que os Cidadãos Portugueses têm.
Isso é tão verdade.. no meu trabalho, uma colega minha voltou de licença e avisou o nosso patrão que durante alguns dias terias de chegar mais tarde e sair mais cedo – direito que ela tem para amamentar o recém -nascido dela – e levou com essa bela reflexão por parte do patrão:
“O que eu tenho a ver como isso? Bela merda que me estás a dizer.” Eu até fiquei parvo.. uma funcionária excelente, com 10 anos de casa. Eu passei pelo mesmo no início do ano.. fui criticado porque decidimos que a minha mulher ficava com 5 meses e eu 1 mês. Não sei se é assim em todo o lado mas tenho certeza que na maioria das empresas portuguesas há uma falta de empatia
Lembrem-se, enquanto se discute isto o governo vai aproveitar para aprovar muita porcaria contra os trabalhadores, é a tecnica Trump.
No entanto ainda consigo fazer o favor ao Ventura de ficar bem na fotografia quando na verdade, se tivesse a hipótese, faria o mesmo ou pior.
Agora o problema são as mães a amamentar…daqui a nada são as idas à casa de banho…
É só atirar areia para os olhos do pessoal, querem que se tenham mais filhos mas condições para isso népia….
Condições de trabalho, caga
Investir em aumentar a produtividade, caga
Ordenados compatíveis com o custo de vida, caga
Saúde, caga
Justiça, caga
A culpa é sempre dos empregados espertalhões e preguiçosos
Agora as malvadas das mães que têm horários reduzidos, isso sim é o problema do trabalho em Portugal….
Há abusos claro, mas duvido que seja a maioria.
Isto é tudo culpa dos governos que temos tido que afasta para o estrangeiro a mão de obra qualificada, e a que fica é escassa, por isso em vez de resolver esse problema aponta dedos a todo o lado para retirar direitos aos que ficam para espremer ao máximo quem trabalha em Portugal.
Vergonha
Como é que a ACT registaria estes abusos sequer?
Há abusos sim, e sei pelo menos de dois casos a nível pessoal, e esta notícia faz zero para provar ou sequer indiciar o contrário. Que casos
A medida pode ser má, mas estas notícias tendenciosas para bater no ceguinho mostram o lixo que o jornalismo português consegue produzir.
É muito fácil provar o desrespeito da lei por parte do empregador. Já o contrário é quase impossível pelo que estes números nada significam.
Alguem viu o Pikachu?
Toda esta discussão está inquinada porque as pessoas não estão a dizer a verdade mas a tentar marcar pontos políticos.
Sim, há mães a usar a licença de amamentação em alturas em que não precisam, nem de perto, de duas horas para amamentar. Há médicas que passam o atestado automaticamente sem sequer perceberem se ainda exista amamentação ou não.
Mesmo assim, os patrões que querem as funcionárias felizes e as querem reter sãos os primeiros a encorajar as mães a usufruir dessas horas.
Não, não é justo um funcionário passar a trabalhar menos 25% do tempo e o patrão ter que pagar como se trabalhasse. Esse é um papel que devia ser do estado que ele não está a cumprir.
Este último ponto é o cerne da questão que a oposição parece querer ignorar para fazer apelo às emoções e que o governo não soube comunicar.
Ahahhajaja
“Ai f*da-se!”- João Manzarra
Quase como se tivesse sido uma narrativa inventada para justificar medidas repressivas.
Vão ao meu trabalho então. Só lá são duas. Uma que nunca amamentou sequer e já vai no terceiro ano com horário reduzido para se livrar do horário de substituições
É normal, esses são os casos que são relatados. E os que não são, de ambas as partes? Principalmente da parte do empregador, como raio é que se prova que uma mãe não precisa de amamentar uma criança?
O horário de amamentação existe porque essa é a *principal* forma de nutrição de uma criança pequena, pois na maioria das vezes a partir do primeiro ano já comem sopas, frutas e outros alimentos; se ainda continua a “necessitar” de mamar aos dois anos de idade, algo de errado aí não está certo…
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