Alunos chumbados por faltas a Cidadania podem passar de ano, mas à condição

10 comments
  1. Sou contra qualquer excepção, as regras / leis são para se cumprir por todos.

    No entanto tenho pena dos miúdos, joguetes inocentes e usados como arma de arremesso politico, por uns progenitores obtusos.

  2. > No caso em questão, os pais alegam que a educação para a cidadania é uma competência deles e sublinham que lhes suscitam “especiais preocupação e repúdio” os módulos “Educação para a igualdade de género” e “Educação para a saúde e sexualidade”, que fazem parte da disciplina em questão.

    Clássico <3

    Curioso que parece-me que há uma certa tendência do pessoal que diz que a Cidadania se ensina exclusivamente em casa a serem os que menos o fazem

  3. muito simpático o ministério q está a ser, provavelmente pela pressão mediática.

    eles n vão passar de ano e não vão. os meninos q se queixem à CPCJ dos paizinhos q têm.

  4. Claro que o ministério voltou atrás, não devem querer mediatismo nem que isto chegue ao tribunal constitucional pois é claramente contra esta e ainda teriam que acabar com a disciplina a nível nacional. Antes que me caiam em cima está aqui o que dá razão aos pais:

    Constituição da República Portuguesa

    Artigo 43.º
    (Liberdade de aprender e ensinar)

    2 – O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas.

    Artigo 36.º
    (Família, casamento e filiação)

    5 – Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos.

    Declaração Universal dos Direitos do Homem

    Artigo 26.º

    3 – Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos

    **O Estado não está acima dos pais na educação das crianças.**

  5. Triste este baixar de calças do Ministério, mas pronto. As regras são para todos, excepto os que barafustam nos media sem razão.

  6. Acho muito bem. Independentemente daquilo que se ache dos conteúdos lecionados em Cidadania, eles são altamente polarizadores e vão contra a opinião da maioria da sociedade portuguesa.

    E de acordo com o artigo 43º da Constituição portuguesa, os alunos estão no seu direito, pelo que de certeza que o Tribunal Constitucional lhes ia dar razão.

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