“Em termos de centralismo, hoje estamos pior do que em 1982”: Pinto da Costa e os 40 anos na presidência do FC Porto

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  1. > “Em termos de centralismo, hoje estamos pior do que em 1982. A esperança é a última coisa que morre, mas com estes artistas não acredito que eles sintam a obrigação de cumprir a Constituição. A minha esperança, pelo menos para os meus tempos, é muito ténue. Mas está na Constituição! E todos falam nela mas é para enganar o pagode, porque ninguém a quer e porque todos eles querem o centralismo em Lisboa. Estou convencido de que, se eles pudessem acabar até com Cascais, Oeiras e Barreiro, acabava tudo, era só Lisboa”, abordou sobre outro dos temas transversal às quatro décadas de liderança.

  2. Não dês voz a quem não tem credibilidade. Pode estar certo, mas utilizou esse argumento para dividir, para justificar certas ações que teve durante o seu percurso, nunca para procurar soluções.

  3. Pode ter dado muito ao FCP mas meteu o futebol português no lamaçal. É também o grande responsável pela divisão/guerra entre norte e sul através do futebol.

    Não sei como sobreviveu ao ‘apito dourado’, tantas provas que são públicas basta um clique no youtube para ouvir as famosas escutas, entre outras, e nem sequer foi a tribunal e continuou a ser dirigente, apenas num pequeno restrito numero de paises isto poderia acontecer, e Portugal é um deles.

  4. Noutras notícias: Mário Machado fala em opressão à raça branca, Ivo Rosa fala da incompetência dos tribunais em Portugal e Sócrates apela à transparência do governo português.

  5. Oh, poupem-me. Este queria o mesmo centralismo que temos hoje, só que no Porto em vez de Lisboa

  6. Gente do Porto a chorar acerca de centralismo é hilariante. Simplesmente hilariante. O que raios há em Lisboa que não há no Porto? Ambas cidades tem tremendo poder central. O verdadeiro centralismo existe no Litoral, enquanto o Interior é extremamente prejudicado.

    Também dá gozo quando oiço gente portuense a pedir a independência do Porto, como se o Porto fosse comparável à Catalunha, ao Quebec e à Escócia.

    E também dividir um país tão pequeno como Portugal ao fomentar uma guerra inexistente entre o Norte e o Sul do país devia ser considerado um crime.

    Querem debater centralismo? Façam isso na política, não na merda da bola. O hilariante é que a maioria das equipas da Primeira Liga estão localizadas no Norte. Esta conversa dos portuenses quererem descentralização é hilariante também, pois, se fosse com eles, centralizariam tudo no Porto, e não dariam nada às outras cidades do Norte. E ainda tem a lata de dizerem que são o sal da terra de Portugal.

  7. Tem razão, visto que o Porto e tudo que engloba a cidade faz parte do tão propalado “centralismo”

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