″Salário emocional″: uma estratégia para atrair trabalhadores à hotelaria

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  1. > “O seguro de saúde para um funcionário de 20 anos pode não ser assim tão interessante, mas para ‘housekeeping” [trabalhadores dos serviços de quarto] sim. Para ele será mais aliciante ter a mensalidade da Netflix ou de um ginásio”, defendeu. Uma das novidades aplicadas no grupo, revelou, foi a eliminação das funções de rececionista e empregado de mesa, criando um novo cargo, com um salário mais alto, responsável por essas tarefas. Além disso, cada trabalhador tem um plano individual de objetivos, fazendo a própria avaliação do bónus anual que irá receber.

    Ah, salário emocional é uma mensalidade da Netflix. Ok…

  2. Estes gajos da hotelaria escravizam as pessoas com salários miseráveis e ainda têm a coragem de vir a público falar em salário emocional.

    Nojo.

  3. Falar de “salário emocional” quando se trata de quadros superiores já é uma pilantrisse, então quando se está a falar de quadros não técnicos, epah, é ser-se um pulha que merece levar com excrementos de vaca pela cabeça abaixo.

  4. Isto até teria piada se não fosse tão trágico. A ginástica que se faz para justificar a merda de salários.

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