O centro de estudos vai criar várias comissões, cada uma composta de vários comités que vão pedir consultadoria. No final fica tudo na mesma,apenas custou umas dezenas de milhões ao pessoal e criou uns tachos para os boys. Mais 2% para o PS!
Mais areia para o ar.
Em vez de centro de estudos, devia-se fazer uma avaliação de Risco da Centralização.
Em caso de sismo, tsunami, ataque militar ou qualquer desastre que provoque limitações em Lisboa, que infraestruturas ou que serviços seriam afectados imediatamente, e quanto tempo íamos demorar para repor os mesmos em funcionamento noutro local?
Quantos serviços não têm recuperação possível?
A redução de uma ponte na capital ia ter um impacto assustador tanto no tráfego como no abastecimento da cidade, assim como na recepção de contentores marítimos.
Portugal não está preparado para nenhum destes cenários.
Se existir um bloqueio no Aeroporto, que alternativas existem para reencaminhar passageiros? E que cenários podem ser criados dependendo da duração do mesmo.
Existir apenas uma linha de comboio entre entroncamento e Madrid não será pouco para garantir a exportação e transportes em simultâneo.
Quantas conferências internacionais perdemos nas Universidades do Interior, por falta de um Aeroporto.
É preciso repensar Portugal.
Vai ficar a coça-los e a mandar postas para no final só ser um desperdício de recursos
4 comments
O centro de estudos vai criar várias comissões, cada uma composta de vários comités que vão pedir consultadoria. No final fica tudo na mesma,apenas custou umas dezenas de milhões ao pessoal e criou uns tachos para os boys. Mais 2% para o PS!
Mais areia para o ar.
Em vez de centro de estudos, devia-se fazer uma avaliação de Risco da Centralização.
Em caso de sismo, tsunami, ataque militar ou qualquer desastre que provoque limitações em Lisboa, que infraestruturas ou que serviços seriam afectados imediatamente, e quanto tempo íamos demorar para repor os mesmos em funcionamento noutro local?
Quantos serviços não têm recuperação possível?
A redução de uma ponte na capital ia ter um impacto assustador tanto no tráfego como no abastecimento da cidade, assim como na recepção de contentores marítimos.
Portugal não está preparado para nenhum destes cenários.
Se existir um bloqueio no Aeroporto, que alternativas existem para reencaminhar passageiros? E que cenários podem ser criados dependendo da duração do mesmo.
Existir apenas uma linha de comboio entre entroncamento e Madrid não será pouco para garantir a exportação e transportes em simultâneo.
Quantas conferências internacionais perdemos nas Universidades do Interior, por falta de um Aeroporto.
É preciso repensar Portugal.
Vai ficar a coça-los e a mandar postas para no final só ser um desperdício de recursos
3 anos depois…
“Tá bom”