Elevador da Glória: escolha de cabo com “núcleo de corda de plástico” na origem do acidente

by FariaDias

10 comments
  1. Não pode, nao foi nada do cabo…

    Bora entao falar do defunto “do” Castelo de Paiva?

  2. Pensava que o relatório final só iria sair daqui a 1 mês e meio. Até lá isto são conjecturas.

  3. Querem ver que a culpa afinal é do Medina? Será que os chacais agora vão ficar caladinhos?

  4. Ecos da série “Chernobyl”:

    “Porque era mais barato.”

  5. Ainda no outro post o u/PikachuTuga dizia que não existia soluções com inclinações de 18% como o da glória depois lá apagou os posts.

    Sim existem tecnologias implementadas em funiculares, elevadores, teleféricos que o fazem parar em segurança, com inclinações superiores e com casos confirmados de rebentamento de cabo, e em Portugal tem que existir uma auditoria a todos os equipamentos do género e verificar se tem sistemas redundantes que parem em segurança em caso de quebra do cabo principal.

    Suíça – Lugano (Monte Brè).
    Inclinação máxima: cerca de 37% (muito íngreme).
    Sistema: funicular equipado com mandíbulas de emergência nos trilhos, que atuaram em 2006 quando um carro se soltou.

    República Checa – Petřín (Praga).
    Inclinação máxima: aproximadamente 29,8%.
    Sistema: trilho central com cremalheira especial (Abt) e cabos de travagem redundantes, que podem segurar o carro em qualquer ponto.

    Japão – Mt. Takao Cable Car.
    Inclinação máxima: 31°, o que corresponde a cerca de 60% de rampa, o funicular mais inclinado do Japão.
    Sistema: cabo de tração com resistência 10 vezes superior ao normal e travagem redundante que garante parada em ~2 metros em caso de falha.

    Hong Kong – Peak Tram.
    Inclinação máxima: 26° (≈ 49%).
    Sistema: dois cabos de tração paralelos, freio de tambor no motor de acionamento, e freio independente em cada carro.

    Suíça – Stanserhorn (histórico, 1893).
    Inclinação máxima: cerca de 63% no trecho mais íngreme.
    Sistema: pioneiro no uso de freios de trilho com pinças/mordentes que travam diretamente na calha central.

  6. não vejo nenhum problema específico em que o cabo tenha núcleo de plástico, se estivermos a falar de dyneema ou alguma fibra semelhante. é largamento usado em aplicações industriais, navais, etc

  7. Começo a achar que se devia fazer um committe para estudar como fazer uns travões que consigam actuar à base do achismo. É só canalizar essa força para a travagem, e o electrico até pode andar no teto de um tunel!

    É que em Portugal é seguramente a força mais forte que existe.

    (espero que percebam a piada porque começo o post com “começo a achar”)

  8. A mudança de cabo não é nem pode ser a causa, mas um dos factores da causa.

    O volume de utilização é o outro factor. Não se pode apontar a mudança do cabo como causa sem olhar para o volume de utilização do mesmo. E em 6 anos o número de turistas disparou. É importante que sejam divulgados os cálculos e os números de base para esses cálculos que levaram a decisão de mudança de cabo.

  9. deviam vir perguntar aqui aos nossos redditors e poupavam umas massas

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