Seguro admite dar posse a Chega se for mais votado: “Não há regras constitucionais para uns e regras constitucionais para outros”

by user4567822

19 comments
  1. Por mais que discorde do chega ser governo, há que respeitar os sufrágios e os resultados dos mesmos. Isto não deveria sequer ser tema.

  2. Este não está muito investido na Presidência, só pode.

    Está a dizer a 60% do eleitorado PS “psssst não votem em mim ok??”.

    Ele por acaso respondeu “Tanto me faz ser eleito, já tenho muito com que me entreter” quando lhe perguntaram ser presidente?

    Sabem que partidos nunca dariam o governo ao CH?

    Mandem mensagem privada que eu respondo.

  3. Na realidade ele deve empossar o que conseguir ter o apoio da maioria para fazer governo.

    É natural convidar o que tiver mais votos. Mas pode ser que esse não tenha condições para governar. 

  4. A melhor forma de derrotar o CHEGA é deixá-lo chegar ao governo.

  5. Só para explicar porque a noticia pode levar a engano, dar posse ao partido mais votado não é algo que esteja em regra constitucional. O que está descrito na constituição é:

    Artigo 187.º – “O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais.”

    Não há nada referido na constituição se tem de ser ou não o mais votado.

  6. Um governo do chega seria a maneira mais rápida do partido desaparecer

  7. Razões **constitucionais** para um presidente Português não dar posse ao Chega:

    **Defesa da Constituição:**

    O CHEGA tem um programa e práticas incompatíveis com direitos fundamentais, democracia pluralismo ou wstado de direito.

    **Defesa dos limites materiais da Constituição:**

    Se o PR considerasse que o programa do CHEGA procura abolir ou enfraquecer direitos intocáveis (como a proibição da pena de morte ou a igualdade perante a lei), poderia recusar.

    **Preservação da unidade nacional:**

    Pode argumentar que um governo do CHEGA, pelas suas posições mais extremistas,é uma à coesão social e a estabilidade democrática.

    O tema não é tão simples como estão aqui a tentar fazer que é.

  8. No fundo, é a democracia a funcionar, mesmo que não se goste do Chega. Se o povo escolhe, há que aceitar. A responsabilidade é de quem alimentou (e continua a alimentar) o partido ao longo dos anos.

    Posso estar errado, mas parece-me que o Seguro percebe que não tem maioria no PS e está a tentar “captar” votos do eleitorado do Chega, mostrando abertura para parecer razoável e, ao mesmo tempo, ganhar visibilidade política.

    E isto não me parece nada inocente: com a reunião do Chega hoje sobre as presidenciais, o Seguro está a tentar mostrar-se a eles.

    Os outros partidos têm de se esforçar e melhorar o seu desempenho para impedir que o Chega governe, porque cada vez mais é um cenário realista.

  9. Ora muito bem. A democracia não é democracia apenas e só quando nos apraz.

  10. O André Ventura dava posse a um governo CDU, bloco ou até PS? Eles jogam com regras diferentes, armarem-se em constitucionalistas com fascistas dá sempre mau resultado.

  11. São notícias destas que revelam o apreço bastante seletivo pela democracia tido por uma boa parte deste sub.

    A próxima noite eleitoral por aqui será divertida…

  12. O Seguro pode estar seguro que isso será algo que não acontecerá e ele pode estar descansado. Pelo menos até às próximas legislativas, depois disso é que já não sei.

    O partido CH nunca irá governar, a não ser que obtenha maioria absoluta. Caso contrário a máfia do Largo dos Tachos coliga-se sempre com o PS2 e impede isso facilmente. Tranquilo.

    Venham masé mais partidos lá para o hemiciclo! 🙂

  13. Qualquer presidente da república tem a obrigação de aceitar os resultados eleitorais goste ou não. Não sei porque raio fazem estas perguntas.

  14. O que ele diz não é verdade, o PR nunca indigitou “o líder do partido ou coligação mais votada”, Cavaco viu-se obrigado a indigitar António Costa quando o PS não tinha sido o partido mais votado. O acordo que Costa tinha com o PCP e BE estava longe de ser considerado uma “coligação”, foi um simples acordo parlamentar pós-eleitoral feito individualmente com cada partido, longe de ser uma coligação. Coligação era a PaF, ou a agora a AD, ou a vetusta CDU.

  15. É simples, o PR empossa quem ele bem entender (até pode ser o Manuel Palito); a AR depois aprova ou chumba o governo / programa de governo. Qual é a questão?

  16. Se o Chega conseguir uma maioria parlamentar nem sequer há questão. O contrário seria colocar o país num estado de ditadura.

  17. Estamos tramados, este país vai ser governado pelo o CHEGA …Anos e anos de lutas para regredir….

Comments are closed.