
Dos 18 aos 24 anos, basicamente não servimos para nada mas servimos para tudo. Dos 25 aos 34, servimos para servir. Dos 35 aos 44, quem nos quer pede para ficar. Dos 45 aos 54, começamos a ser demasiado caros e obsoletos para estar. Dos 55 aos 64, fazíamos um favor a todos se fossemos para casa. Este é mais ou menos o cenário atual quando olhamos para os números de desemprego, os valores médios salariais e a forma como o mercado nos lê — não como pessoas, mas como fases de utilidade.
by FarInspection7171
3 comments
De quem é a culpa? É nossa. Mas também de um sistema que nos acorrenta à estabilidade, ensinando empresas a pesar custos em vez de valorizar forças. E de um Código do Trabalho que ensina as empresas a olhar mais para o peso do que para a força. Mais para o custo do vínculo do que para o valor da experiência.
No Japão pagam para as pessoas dessas idades ficarem nas empresas sem fazer grande coisa
Mais sal nisso Bernardo.
Que artigo mais confuso..
Não percebi onde quer chegar, diz imensas coisas sem fontes, e fala do codigo ds trabalho em geral sem qualificar como é que determinadas partes do codigo trazem determinados comportamentos (que afirma levarem).
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