by inguinha

19 comments
  1. OP, 2004 foi assim tão memorável para ti para publicares tanta coisa desse ano?

  2. Das poucas coisas boas que o CDS-PP e o Paulo Portas fizeram.

  3. E foi um governo de direita que tomou essa decisão histórica 👍

  4. A falta que faz a todos, ambos os sexos o serviço militar. Mas de 1 ano. Sem telemóvel, social crap.

  5. Pelo andar da carruagem qualquer dia activam isso de novo.

  6. O pior erro do governo. Quando os Russos estiverem a bater nas portas de todos nós e os nossos familiares é que as pessoas vão aprender

  7. Preparem se para o pior, a russia já esta a medir o pulso a europa e esfrega as maos ao que ve…..sem os states somos umas florzinhas, se tivermos que ir para a guerra quem vai, os miudos do teclado? Os ciganos que sao super fortes e em tempo de guerra parecem pintos? Os imigrantes fogem logo para a terra de origem……o SMO sempre ensinava e trasmitia valores importantes para uma guerra…..e depois havia muitos que preferiam ir para as OP……enfim assim estamos melhor

  8. Esta thread está cheia de malta que não sabe o que é a tropa.

  9. Vejo muita gente o argumento dos russos.

    Caros compatriotas, se a Rússia passa países como a Alemanha , França ou Itália mais vale dizer xau Europa.

  10. Ainda bem que o pessoal novo não tem que passar por aquilo, era só droga e álcool e burros a berrar.
    Pior tempo gasto da minha vida, a única coisa boa era a camaradagem.

  11. Serviço militar obrigatório como antigamente não, mas talvez uma formação de 4-6 semanas durante o verão, naquele período entre o secundário e a universidade não era nada mal pensado. Focado na aprendizagem de técnicas de sobrevivência, camaradagem, trabalho em equipa, ou até mesmo aprender a manusear uma arma. No mundo de hoje penso que seriam boas qualidades para se ter.

  12. Fui obrigado a ir, por uns anos não me safei.

    Fui colocado em engenharia, construções e pouco depois perguntaram-me se queria ir para a bósnia. Como era novo e ingénuo assinei contrato e lá fui.
    Cheguei e já nada era o mesmo. Não tinha trabalho, namorada, até a família já estava a contar que fosse para outro lado, já tinha o meu quarto ocupado.
    Tirei depois contra-mobilidade e ainda fui para o Kosovo e Timor, e aí arriscava a vida pois andava a desativar engenhos uma boa parte do tempo. Mas saí com o dever de missão cumprida e com a sensação que talvez tenha salvado uma ou outra vida, ou pelo menos uns ferimentos graves.

    Anos mais tarde fui como consultor civil para o Líbano. Aprendi muito na tropa, mas pouco tempo passado em portugall, não foi um percurso muito comum no exército pelo que fui falando com as pessoas e vendo ao redor.

    Não me arrependo, mas se pudesse escolher, talvez não tivesse ido.

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