Estas aldeias querem combater o isolamento do interior com nómadas digitais

10 comments
  1. 🤣 ja estou a imaginar os nomadas digitais a lavrar terra com os portáteis. A maior parte dessas aldeias nao tem sequer rede movel.

  2. Se me ofereceram a casa s/ custos e não pagar outros recursos como gás e luz durante uns tempos, penso nisso, senão, dispenso o frio. Por algum motivo essas aldeias estão a ficar abandonadas. Sem hospital por perto, sem instalações camarárias, sem escolas, sem estradas em condições, em muitos casos nem um multibanco há por perto, já para não falar na falta de canalização ou até de luz… têm que oferecer um valente abono para conseguir convencer malta a ir para lá, senão, a única coisa que estão a fazer é tentar explorar burrices a quem provavelmente não é burro, visto que não é qualquer imbecil que pega nele e começa a trabalhar remotamente.

  3. Óh sim… então com a cobertura fibra espetacular que ha nas aldeias é mesmo o sitio ideal para quem trabalha remotamente.

    É isso e ser pastor de ovelhas no centro de Lisboa….

  4. Têm saído algumas noticias sobre Portugal lá para fora que uma pessoa até estranha, parece quase um ”convite” desesperado a nómadas digitais por parte do governo.

  5. Nomadas digitais parece-me curto para repovoar.

    Mas mesmo esses nómadas são necessários para que as aldeias tenham mais gente, mesmo que sejam nómadas.
    Atrás destes outros virão. É preciso é que tenham condições estruturais para poderem trabalhar (internet, vias de comunicação, ferrovia).

    mais gente é sempre bom.
    Não esquecer como este assunto foi resolvido no inicio da nossa nacionalidade.

  6. > o projeto é pioneiro não só em Portugal, mas também na Europa

    Sem querer desvalorizar o projecto, isto não é verdade. Há varias iniciativas semelhantes noutros países no que respeita ao espaço coworking em aldeias remotas.

    Em Itália, até se recebe um voucher para pagar alojamento, já há algum tempo. Existem também incentivos fiscais e até visto de trabalho específico para este fim, para cidadãos não europeus. Há inclusive casas à venda por valores irrisórios (€1) para reconstrução.

    Espanha também tem programas semelhantes.

    E como medida de combate ao isolamento do interior, mesmo em Portugal há municípios que disponibilizam apoios que podem chegar a dezenas de milhar de euros para fixar população.

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