[https://youtu.be/Q98aCklzCBE](https://youtu.be/Q98aCklzCBE)

>Predictions that digitalization would make people’s work easier and that machines and artificial intelligence would replace us as workers don’t seem to add up. After all, the priority of automation is not to give people more freedom, but to make production more efficient and therefore increase profits.

Parece que a tecnologia não veio facilitar a vida a ninguém.

Este documentário “vende” bem a ideia de um Rendimento Básico Universal. E que já se tem vindo a falar também pela Europa.

Aceitavam?

34 comments
  1. Não é uma questão de aceitar ou não.

    Vai ser inevitável. No futuro, ter emprego vai ser um luxo.

    Mais vale começar a pensar nisso já.

  2. aceitaria. o homem foi feito para comer figos, fornicar e pintar paredes enquanto se abriga do frio e se protege dos predadores naturais. os robôs que trabalhem.

  3. Não vou ver o vídeo, mas colocar a medida de forma simplista pode dar origem a más opiniões.

    A ideia é deixar de tributar o Trabalho e tributar o Lucro, assim as empresas também são livres de poder recrutar mais trabalhadores porque ter 10 ou 100 ficaria ao mesmo preço.

    Quem se recusasse a trabalhar ou receber formação seria penalizado, claro.

    Já há quem queria tributar o Trabalho feito por Robôs, porque é trabalho mecanizado.

  4. No longo prazo, é inevitável. No curto prazo, acho uma ideia idiota, e as experiências que se fizeram com ela tiraram a mesma conclusão.

  5. É tudo muito, lindo mas se receberem dinheiro sem fazer nada, muito provavelmente vai ser salário de MERDA, tipo a reforma dos nossos velhotes.

    Isso ainda intensificar ainda mais diferença entre classe alta e classe baixa. Depois queixem-se….

    Não é uma coisa que me agrade muito.

    Nada vem de graça

  6. Fuck no. Isso se vier vem com muitas condições obrigatórias… ID digital, acabar com o dinheiro em papel e anónimo, e de certeza uma social credit score como na China e que já estamos a ver aparecer timidamente aqui e ali na Europa.

  7. Para não fazer nada e receber na mesma? Sure, onde é que se pede isso ? Na segurança social ?

    Temos de chegar de bote à costa, ou algo do género, para ter direito ?

  8. Nos dias que correm trabalho muito e nada recebo. A qualquer momento sou despedido quer tenha feito muito ou não. Por isso sim. Recebia!

  9. Nao sou contra, a minha maior questao é q nem todo o trb podera ser feito por T-800, se a malta pode viver sem trb, quem raio vai querer trabalhar ou passar anos a tornar-se um especialista na materia?

  10. SIM

    melhor legislação de sempre

    redistribuição dos lucros do sistema capitalists (quase que o redime!) se algum dia acontecer

  11. Acho aceitável e acho merecido. Ninguém escolhe nascer e a vida é complicada seja como for sem o trabalho, trabalhar só porque sim por cima é despropositado. Existem imensas pessoas que gostam de trabalhar e vêm imenso proposito no que fazem mas existe igualmente o oposto. Deviamos ganhar o basico para sobrevivência e caso se queira mais para luxos e etc existe o trabalho

  12. Um RBU seria o descalabro da sociedade. Só vejo isso a funcionar se uma quantidade absurda de empregos desaparecerem e não forem criados nem metade novos.

    Espero estar enganado porque o meu maior sonho é viver confortavelmente sem trabalhar.

  13. Fica aqui algo para pensarem:

    O estado precisa do nosso trabalho para contribuir para o bolso deles, agora se forem eles a pagarem-nos um “mesada” ficaremos nós dependentes deles…

  14. Longo prazo sim, no entanto, acho que o curto prazo, já deveria existir é Robot Taxation e o governo investir essa receita em educação e fomentar criação de valor na sociedade de foram a gerar emprego em mais especializadas.

  15. Trabalhar muito ou pouco não é uma boa métrica para decidir a validade do RBU.

    >After all, the priority of automation is not to give people more freedom, but to make production more efficient and therefore increase profits.

    Esta afirmação, na minha opinião, não faz grande sentido. A automação ou implementação de qualquer tipo de tecnologia visa a aumentar a produtividade mas tem a consequência directa em aumentar a qualidade de vida das pessoas. Por ex: a domesticação e utilização de animais para transportar carga gerou aumentos de produtividade por razões óbvias – trabalho que necessitava de ser feito por 10 homens, passou a ser feito apenas por 1 (não sei os números ao certo mas o que interessa é a ideia). Ninguém argumentaria que a sociedade com a utilização do burro passou a estar pior porque agora, alegadamente, 9 pessoas perderam o trabalho de carregar sacos de cereais às costas. Não há nada que nos leve a crer que as pessoas não arranjariam outras formas de fazer uso produtivo de capital humano, a não ser que tenhamos chegado literalmente ao pico de desenvolvimento tecnológico.

  16. > Parece que a tecnologia não veio facilitar a vida a ninguém.

    Claro que veio. Veio substituir trabalhos repetitivos e sem qualquer interesse que ninguém devia estar a fazer por coisas muito mais interessantes e estimulantes.

    Eu recebo uma espécie de rendimento universal (pensão de invalidez mais prestação social para a inclusão por ter ficado cego) mas estou neste momento a desenvolver esforços no sentido de voltar a trabalhar a curto prazo. Trabalhar para mim não é nem nunca foi um sacrifício, bem pelo contrário, era algo que gostava de fazer pois gostava da minha profissão para além de ser uma forma de me sentir útil na sociedade, e se ainda não estou a trabalhar é precisamente devido ao facto de ainda não me sentir suficientemente capaz tendo em conta as dificuldades acrescidas causadas pela minha deficiência.

    Acredita que sei bem o que é querer morrer para acabar com o aborrecimento de uma vida vazia e não desejo isso a ninguém.

  17. Eu acho que isto será inevitável, mas a maioria das experiência não correu assim tão bem, pelo pouco que li, e há dificuldades em encontrar financiamento para RBI em grande escala.

    Ainda é cedo para se tornar realidade, e na prática é meramente um rendimento adicional (a maioria das pessoas não vai deixar de trabalhar por causa disso).

  18. Sou a favor duma simplificação generalizada, um rendimento para todas as situações em que o estado faz pagamentos às pessoas:

    Um rendimento básico igual para:
    – subsídio de desemprego
    – reforma
    – doença ou invalidez
    – RSIs e afins
    – outros que não me lembro.

    O estado deve garantir um mínimo, e não andar por aí a distribuir o capital que custa a ganhar.

  19. Aceitaria de braços abertos e a escorrer lágrimas de alegria..
    Se além disso dessem as semanas de 4 dias, acho que o meu coração não aguentava tal coisa.. é demais para um coração só.. lol

  20. Daqui a 1000 anos se calhar. Agora? Paras de precisar de pessoas para uns trabalhos e passas a precisar mais para outros, eletrónica, robótica e informática então seria uma troca direta, tal como aconteceu com a revolução industrial.

    O problema base é do capitalismo atual, que o poder de negociação entre uma empresa e um indivíduo não vão ser iguais, portanto quanto maior a empresa, pagam proporcionalmente menos face ao dinheiro que fazem pela sua escala aumentar. Sindicatos surgiram face a este problema mas só podem fazer um tanto devido a um outro fator, rendimentos e condições são negociadas conforme procura e oferta, a pessoa vai tentar receber o máximo e a empresa vai tentar pagar o mínimo, mas uma empresa, especialmente uma grande, perde sempre muito menos em contratar uma pessoa que uma pessoa tem em não ter emprego, seja ela quem for e quanto excesso de oferta de emprego que tenha. Já pensei qual seria a solução para isto, se calhar algo na direção de obrigar por decreto a dar dividendos (o que impede uma empresa de esconder os lucros numa empresa fantasma para o valor a pagar ser menor? como é que determinas a proporcionalidade do que uma pessoa recebe em comparação com outra?), mas o que quer que venha a ser a solução, o ponto fundamental é que é preciso entender porque é que estes problemas existem para também poder perceber como os solucionar ou compensar, e para mim o RBI é exatamente isso, uma tentativa de solução preguiçosa e esfarrapada. Idem para “recebem demasiado? aumenta-lhes as taxas”, há um problema sistémico por baixo disto que é preciso solucionar ou compensar e é ao mudar o sistema que o tens de fazer, não é a aumentar taxas, até porque impostos deviam ser o que pagas para teres estradas, não usado como penalizador por um problema separado, em termos de mentalidade até vem um outro problema associado, que uma pessoa que beneficia disso fica com a mentalidade que aquele dinheiro é deles mas foi-lhes tirado quando aquele dinheiro nunca devia ter sido deles para começar e que uma pessoa normal vai olhar para essa situação e pensar o mesmo, não que “os meus impostos pagam estradas” mas sim que se tiram dinheiro a outras pessoas como penalização por um problema sistémico, que os seus impostos podem bem ser na mesma situação, mesmo que não o seja. Finalmente, idealmente quando arranjarmos este problema temos taxas de impostos únicas, mas até lá concordo que taxas progressivas vão ter de ser o suficiente.

    Um aparte, não é por uma ideia ser má que não se pode tirar ideias interessantes, o comunismo e socialismo sendo os melhores exemplo disso. Quanto ao RBI penso em duas ideias, a primeira é se fosse um substituto a todo o tipo de redes e programas sociais com a lógica que poupas mais dinheiro ao não fiscalizar quem tem direito a quê. Não concordo e duvido, mas é uma ideia interessante. A segunda é uma que já é usada noutros países e, quando tivermos dinheiro para isso, espero que seja algo que possamos passar a ter também, que nem todos os jovens têm os pais a ajudar, portanto no espírito de tentar manter igualdade de oportunidade, pois uma pessoa que tem ajuda financeira ou continua a viver em casa deles e como tal tem menos pressão financeira e pode correr maiores riscos, recebem todos uma quantia mensal até uma certa idade (digamos 25), não o suficiente para ficar em casa a coçá-los e incentivar o exato oposto do pretendido mas sim para servir de mais alguma liberdade financeira que não pode ser esperada de uma pessoa numa das alturas mais financeiramente instáveis da sua vida enquanto simultaneamente está a estudar ou a começar a trabalhar e ainda menos meios tem para esses custos acima do normal, e ao contrário da subsidio-dependência que muitos chamam e pedem, ao aplicar-se a todos em vez de só a alguns, ninguém se pode queixar, porque tal como a educação, alguém pagou pela tua portanto tu pagas a de outra pessoa, acabas por pagar-te a ti mesmo do futuro.

  21. Sim. Somos 2 cá em casa com rerlativos bons ordenados. Problema: um tem efectivamente uma carreira onde pode investir nela e tirar partido. o outro não. Os custos de ir e regressar ao trabalho, não ter tempo para fazer em casa e ter de externalizar (obras, manutenção, lides, comida, confecção, limpeza; colocar uma criança num ATL/creche) em adição ao tempo perdido e nunca recuperado que nos retira muita saude e qualidade relacional(quantas discussões entre conjuges ou pais e filhos que geram decadas mais tardes divorciosou necessidades de terapias e medicações, doenças agudas, etc que nos levam rios de rendimento) são demasiado impactantes face ao rendimento que se obtem do trabalho.

    Só de pensar que com um RBU, um de nós pode vir para casa, e permitir ao outro focar-se na carreira e ate ganhar melhor com menos stress seria perfeito. Aposto um colhão em como conseguiria ter uma qualidade de vida astronomicamente superior se não tivesse de ir buscar o miudo apenas ás 19h da tarde, cozinhar tarde, discutir com a mulher porque estamos sem tempo para dialopgar calmamente e acumlamos tensão a semana toda, ir deitar culpado por não ter passado tempo com o meu filho e ter de tomar qualquer posia para dormim, epserando que o miudo não se vá ressentir do desacompanhemtno daqui a uns anos e entre em terapia ou eu porpiro não esteja completamente na fossa mental e fisica que tenha de ser um fardo para ele na minha velhice.

  22. Tinha mais lógica em vez de distribuir milhares de milhões pelas corporações, elites, bancos… Em vez de trickled down economics devia ser trickled up

Leave a Reply