Em 1992 o navio português Lusitânia Expresso, com 120 estudantes internacionais, foi interceptado pela Indonésia quando tentava chegar a Timor Leste para homenagear os mortos do massacre de Santa Cruz, mobilizando as atenções da imprensa mundial.

by thejaggednobody

14 comments
  1. Cambada de wokes a fazer sinalização de virtude. O exército indonésio envia sempre SMSs antes de fazer massacres em cemitérios.

  2. É de assinalar que esse grande esquerdista que é o general Ramalho Eanes também participou nesta ação. Se fosse hoje hoje em dia, o que se diria desta ação.

  3. Odeio a Mariana Mortágua tanto como toda a gente, mas os tristes que gozam com a missão deles não sabem nada do que já fizemos por causa de Timor. O Lusitânia Expresso foi exatamente a mesma coisa. A diferença é que na altura a diplomacia portuguesa tinha tomates e acabou por “obrigar” os americanos a mudarem a cantiga deles.

  4. > mobilizando as atenções da imprensa mundial.

    Correcção: mobilizando as atenções da imprensa ocidental.

    E depois queixam-se do estado a que chegou o mundo hoje (e as relações internacionais).

  5. apenas mais uma manobra de propaganda política, que nada mudou. se tivessem era ido limpar matas na Várzea da Ovelha e Aliviada… (/s)

  6. Aposto que chegou lá mais rápido do que a flotilha a atravessar o mediterrâneo

  7. Vocês estão a querer comparar o quê, intenções ou impacto/eficácia? É que se for a segunda, Timor precisava de atenção da imprensa e da classe média ocidental, que fora de Portugal nem tinha bem noção que o país existia, nada disto se aplica a Gaza

  8. Incrível como a sociedade recuou em pouco mais de 30 anos.

    Não recuou em tudo, claro, mas no que aqui se pode ver.

  9. já na altura deviam ser apoiantes do hamas, como diz o outro boneco da sic noticias

  10. O caso de Timor foi, na altura, um acontecimento que uniu quase todos os Portugueses. Se bem me lembro Desde o PCP até ao CDS todos se uniram na altura. Mesmo pessoas que não iam muito à bola uma com a outra como o Mário Soares e o Ramalho Eanes estavam de acordo.

    Ninguém queria saber de Timor exceto Portugal e era mesmo necessário chamar à atenção.

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