“Conteúdo exclusivo para assinantes” Este é o próximo. Tentar cobrar uma subscrição online por noticias em pleno 2025.
Se calhar ter todos os jornalistas em tele trabalho é uma solução.
Que pena
Tenho pena. Fui assinante da Visão, Visão História e Courrier Internacional muitos anos. Está última gostava especialmente. A Trust in News ficou com estas edições à Impresa, investindo e arriscando numa altura em que o negócio da comunicação social deste tipo já não ia bem.
Continuo a assinar revistas impressas, a National Geographic e a versão história desta. Não sei para onde caminhará o jornalismo e a comunicação social quando não houver mais subscritores destes serviços.
Alguma venda de cadeiras de escritório porreiras?
Um dos moves mais suspeitos dos últimos anos foi a venda do negócio da imprensa escrita do grupo impresa excepto o expresso, não se sabendo muito sobre os adquirentes, representados por um sujeito sem muita dimensão económica, cheirava a um alegado financiamento indirecto à impresa.
Edit: Após o anúncio das negociações para a venda da impresa aos berlusconi, surgiu outro alegado grupo com financiadores muito dúbios interessado em investir uma entrada no capital e em financiar necessidades de tesouraria imediatas, bastante conveniente não é?
8 comments
Visão, já não tenha uma.
“Conteúdo exclusivo para assinantes” Este é o próximo. Tentar cobrar uma subscrição online por noticias em pleno 2025.
Se calhar ter todos os jornalistas em tele trabalho é uma solução.
Que pena
Tenho pena. Fui assinante da Visão, Visão História e Courrier Internacional muitos anos. Está última gostava especialmente. A Trust in News ficou com estas edições à Impresa, investindo e arriscando numa altura em que o negócio da comunicação social deste tipo já não ia bem.
Continuo a assinar revistas impressas, a National Geographic e a versão história desta. Não sei para onde caminhará o jornalismo e a comunicação social quando não houver mais subscritores destes serviços.
Alguma venda de cadeiras de escritório porreiras?
Um dos moves mais suspeitos dos últimos anos foi a venda do negócio da imprensa escrita do grupo impresa excepto o expresso, não se sabendo muito sobre os adquirentes, representados por um sujeito sem muita dimensão económica, cheirava a um alegado financiamento indirecto à impresa.
Edit: Após o anúncio das negociações para a venda da impresa aos berlusconi, surgiu outro alegado grupo com financiadores muito dúbios interessado em investir uma entrada no capital e em financiar necessidades de tesouraria imediatas, bastante conveniente não é?
Falta de visão, para o negócio.
Comments are closed.