Mas qual é então essa ideia muito inovadora e muito nova?
Esse processo acontece literalmente em qualquer país. Se tocasse no aspecto da captação de investimento obviamente que há países em que há mais investimentos e facilidades mas do ponto de vista do utilizador final é igual em todo o lado – é céptico até sentir que o produto tem valor
Oi se calhar a ideia é uma merda…
Normalmente o mais importante é quanto é que vai custar ao público… se for caro, bem podem dizer o que quiserem, que n i´rá ter muito sucesso lamento.
Não me parece nada de novo o que essa Sra. diz, isso acontece em todo o lado…
Sim, é um problema grande dos brasileiros que tentam abrir negócios em Portugal. Como a desigualdade em Portugal é bastante menor do que a desigualdade do Brasil, muitos produtos que requerem mão de obra deixam de ser competitivos para a classe média. A juntar a isto temos também que o rendimento disponível das famílias de classe média em Portugal é também menor, havendo menos consumo por impulso.
E isto é assim em praticamente todos os países da UE.
Mas ela está a dizer alguma mentira?
Falam falam e não dizem nada.
Concordo.
Em Lisboa abriu-se uma loja com um picolé ou churros, sei lá, em forma de pênis, e vendeu muito. Filas e filas. Mais inovador que isso…
Senti falta de profundidade no assunto. Ela ivestigou isso? Quantos negócios “inovadores” afundaram? Falou e falou por 10 minutos, não apresentou dado algum, não comparou os dados que não levantou com outros países… enfim. Nada.
Respeito total pelos brasileiros que vêm trabalhar para Portugal.
Agora, estes “empreendedores” ad hoc poupem-me.
Só sabem abrir restaurantes e lavandarias self-service.
E, por favor, já chega de hamburguerias gourmet. Como disse bem um user, os instagrammers só lá vão uma vez.
Nós não somos exemplo para ninguém, mas levar conselhos de inovação empresarial de vendedores de banha da cobra vindos de um país que só vive da exportação de commodities e da exploração exuberante de mão-de-obra barata é surreal.
Inventem algo de verdadeiramente inovador e de valor acrescentado e depois falamos.
Com a desvalorização do real, a classe média e alguma média alta decidiu vir “empreender” para Portugal. Mas como isto não é o Brasil e nao podem pagar 200€ por mês aos “colaboradores” as coisas tornam-se mais complicadas e toca a passar o custo para o consumidor.
Afinal, não vieram para Portugal para baixar o nível de vida.
Quando isto entrar em recessão (e sim, a economia é feita de ciclos e contra-ciclos) vão-se todos embora. Já aconteceu em 2008-2014 e antes disso em 2002/2003.
12 comments
Mas qual é então essa ideia muito inovadora e muito nova?
Esse processo acontece literalmente em qualquer país. Se tocasse no aspecto da captação de investimento obviamente que há países em que há mais investimentos e facilidades mas do ponto de vista do utilizador final é igual em todo o lado – é céptico até sentir que o produto tem valor
Oi se calhar a ideia é uma merda…
Normalmente o mais importante é quanto é que vai custar ao público… se for caro, bem podem dizer o que quiserem, que n i´rá ter muito sucesso lamento.
Não me parece nada de novo o que essa Sra. diz, isso acontece em todo o lado…
Sim, é um problema grande dos brasileiros que tentam abrir negócios em Portugal. Como a desigualdade em Portugal é bastante menor do que a desigualdade do Brasil, muitos produtos que requerem mão de obra deixam de ser competitivos para a classe média. A juntar a isto temos também que o rendimento disponível das famílias de classe média em Portugal é também menor, havendo menos consumo por impulso.
E isto é assim em praticamente todos os países da UE.
Mas ela está a dizer alguma mentira?
Falam falam e não dizem nada.
Concordo.
Em Lisboa abriu-se uma loja com um picolé ou churros, sei lá, em forma de pênis, e vendeu muito. Filas e filas. Mais inovador que isso…
Senti falta de profundidade no assunto. Ela ivestigou isso? Quantos negócios “inovadores” afundaram? Falou e falou por 10 minutos, não apresentou dado algum, não comparou os dados que não levantou com outros países… enfim. Nada.
Respeito total pelos brasileiros que vêm trabalhar para Portugal.
Agora, estes “empreendedores” ad hoc poupem-me.
Só sabem abrir restaurantes e lavandarias self-service.
E, por favor, já chega de hamburguerias gourmet. Como disse bem um user, os instagrammers só lá vão uma vez.
Nós não somos exemplo para ninguém, mas levar conselhos de inovação empresarial de vendedores de banha da cobra vindos de um país que só vive da exportação de commodities e da exploração exuberante de mão-de-obra barata é surreal.
Inventem algo de verdadeiramente inovador e de valor acrescentado e depois falamos.
Com a desvalorização do real, a classe média e alguma média alta decidiu vir “empreender” para Portugal. Mas como isto não é o Brasil e nao podem pagar 200€ por mês aos “colaboradores” as coisas tornam-se mais complicadas e toca a passar o custo para o consumidor.
Afinal, não vieram para Portugal para baixar o nível de vida.
Quando isto entrar em recessão (e sim, a economia é feita de ciclos e contra-ciclos) vão-se todos embora. Já aconteceu em 2008-2014 e antes disso em 2002/2003.