
https://sol.sapo.pt/2025/10/24/a-pinha-da-desgraca/
"As ‘pinhas’ eram feitas a olho e aceites acriticamente, com fé em Deus e pés fiados na experiência. Não eram radiografadas – como foram agora, por iniciativa do GPIAAF – «nem sujeitas a qualquer teste, a fim de comprovar a qualidade da fundição e da ligação do cabo à cabina»."
"O prestador de serviços de manutenção nunca aplicou ou sequer propôs o cumprimento das normas europeias, nem sugeriu à Carris quaisquer outras melhorias, até porque «não conta com o necessário corpo de Engenharia, com o conhecimento técnico especializado»."
Leiam o artigo completo. É esclarecedor e mostram o atropelo de todas as normas e regras que teriam levado ao evitar da tragédia.
by pedrosfm
10 comments
E agora de quem é a culpa? Da empresa que deveria ter o conhecimento técnico para aplicar as regras e procedimentos ou quem contratou que de cabos e de elevadores nada sabe? Atenção eu sou completamente apartidário.
Quem foi o inteligente que se lembrou de meter a Carros sob alçada da Camara Municipal em 2017?
Olha, afinal aqueles que se precipitaram e se queixaram da privatização da manutenção, que se estivesse na mão da carris nunca tinha acontecido. Não só estavam errados, como estavam duplamente errados. A fonte dos desleixos é mesmo a própria carris.
Portanto o normal
“Incumprimento das normas europeias” esse é o hobby número um de Portugal.
Desinmerdaram-se < “feitas a olho e aceites acriticamente, com fé em Deus e pés fiados na experiência”
Engraçado que quando isto aconteceu havia pessoas aqui a dizer que não devíamos julgar as pessoas por incompetentes antes de qualquer análise do que aconteceu.
Afinal são mesmo uma cambada de incompetentes, tiveram é de morrer pessoas para estar comprovado
>A execução da ‘pinha’ é da responsabilidade da empresa Main/MNCT, concessionária do serviço de manutenção aos funiculares desde 2019. É o que está escrito no contrato.
Mas o SOL sabe que foram os funcionários da Carris.
Algo aqui não está certo…
É bom que a justiça vá atrás dos culpados diretos disto.
“Regulations are written in blood.”
Parece que não foi o suficiente, infelizmente.
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