Função Pública pára esta sexta, mas Portugal é “dos países europeus com menos greves”

by Castro_Laboreiro

15 comments
  1. Mais outro exemplo de greve colada ao fim de semana…

  2. Os sindicatos em Portugal infelizmente não têm qualquer tipo de força, apesar de haver alguma adesão a greves (que têm se ser á sexta ou segunda porque é a única forma de haver adesão ) as manifestações por exemplo têm uma adesão muito mas mesmo muito baixa.

    Onde trabalho somos cerca de 200 funcionários, a grande maioria reclama de tudo mas depois nas manifestações sou só eu e mais um ou dois de vez em quando… E o mais irónico é que metade vota PSD lmao

    Eu acredito piamente, embora que isto nunca será considerado no parlamento e que muito vão dizer que greve é um direito blah blah mas tbm devia ter dever(!), onde quem pode fazer greve é somente quem é sindicalizado e tem de obrigatoriamente haver uma manifestação onde quem não vai leva falta injustificada e é descontado o dia, se for a falta seria justificada e não seria descontado (a questão das greves descontarem no ordenado também impede de muitos aderirem às greves).

  3. Pelo menos os contribuintes sempre poupam algum dinheiro. 

    Seria interessante medir o impacto no serviço ao cidadão. O que é que se deixou de se fazer com esta greve? Quantificar.

    Greves à sexta-feira são de gênio só ao alcance de visionários.

  4. Devíamos ter sindicatos com a filosofia dos sindicatos alemães.

    Agora tb é certo que empregados até aos 45 anos tem relutância aos sindicatos e não fazem nada para os melhorar. Quem sabe criar um novo!

    Depois choram com salários miseráveis… Os salários na história do trabalho só aumentam com PRESSÃO sindical

  5. Sempre este mimimimimi de que afinal ate temos poucas greves. Isso acontece porque o setor privado nao faz greve. Por vários motivos. Porque a maioria das empresas sao micro/PME e porque a maior parte dos funcionários nao vê qq mais valia no sindicalismo. Na função pública sao um cancro, fazem demasiadas greves e nunca a quarta feira.

  6. Eu não percebo a lógica das nossas greves.

    Sou totalmente a favor que elas existam, mas nos outros países as greves acontecem de forma permanente no momento em que é reivindicado alguma coisa em específico, até se alcançar um acordo.

    Aqui fazem 1 dia esporádico sem impacto nenhum no empregador, e apenas na população.

  7. Greves à sexta minam completamente qualquer greve.

    A tristeza habitual destes sindicatos fraquissimos que deviam ter peso suficiente para fazer contra balanço.

    É o que se tem.

  8. Eu só levo greves a sério nas situações em que os trabalhadores se deslocam para o seu local de trabalho, e recusam-se a prestar o seu trabalho, fazendo piquete à entrada da empresa.

    Isso sim, indica forte descontentamento com as suas condições de trabalho.

    Greves, que na verdade são fins-de-semana prolongados, para mim são uma palhaçada, e é andar a gozar com quem conseguiu que a greve fosse um direito dos trabalhadores.

  9. O problema das greves em Portugal (não conheço mais nenhum país assim) é que a grande maioria das mesmas estão concentradas nos serviços públicos.

    É uma enorme distorção do princípio da greve com grave lesão dos serviços públicos e dos cidadãos mais vulneráveis que mais dependem desses serviços.

    Não admira que pela primeira vez na história do país já haja mais alunos em escolas privadas do que públicas. Esses pais pagam a educação a dobrar: escola pública via impostos e escola privada dos seus filhos. E um dia motivos apontados é o excesso de greves, que pode ser nos auxiliares de educação ou nos professores.

  10. Tão fixe esperar uns meses por uma consulta com o médico que família e chegar lá para nada.
    O direito à greve às sextas-feiras é estranho, sobretudo quando os trabalhadores nem precisam sair da cama nesse dia para lutar pelos seus direitos.
    Também é estranho que o estado nunca saia prejudicado com estas greves.
    Greve era ir ao local de trabalho e não trabalhar.
    Logo víamos se havia tantas greves…

  11. Com menos greves totais, mas um dos maiores no que toca a greves da função publica.

    Resultado dos dois maiores sindicatos terem se virado completamente contra os privados e apenas darem importância aos F.P durante a década de 90

  12. Eu não sei porquê, quando me falam em regras na FP, eu penso que fazem algo diferente nesse dia, e trabalham.

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