A precariedade «não é um mal absoluto», admite Pedro Adão e Silva (ministro da Cultura)

17 comments
  1. Só para relembrar que este é o mesmo senhor que esteve a receber 4500€ por mês até 2026 para organizar o 25 de abril de 2024

    Mas entretanto passou para o governo e já não vai organizar nada, tendo recebido 44 mil euros para absolutamente nada

    É continuar a votar PS

  2. Mais uma desilusão, mais um boneco do PS. Mais um intelectualóide rico e privilegiado que se está a cagar para os trabalhadores da cultura deste país. Só rir.

  3. Mais um que andava nos blogues e nas redes sociais com belas teorias de esquerda para enganar putos universitários e quando chega a uma posição de poder manda fora tudo isso e vende-se à realpolitik

  4. Pois não, é um mal relativo

    Só se pode ser precario se houver quem esteja melhor

    Incrível percepção do senhor ministro

  5. >A precariedade «não é um mal absoluto», admite Pedro Adão e Silva (ministro da Cultura)

    Então?

    É um mal relativo?

    Ou é um bem absoluto?

    Esclareçam lá aqui o leigo

  6. Toda a gente revoltada mas os conas são vocês. Vocês merecem passar fome e sofrer na precariedade porque lhes deram maioria absoluta. Porque não saem à Rua e não se revoltam.
    A cada dia que este governo governa, é mais um dia que vos enrabam, e vocês, satisfeitos, continuam no sofá ou no café, a ver as notícias e a revoltarem se online.
    Isso sim, é revoltante. Eles fazerem o que fazem é normal, se ninguém os impede porque é que haveriam de pensar em nós?
    Seus conas de sabão

Leave a Reply