>Para garantir uma cobertura de 100% para fibra e 5G, acesso a infraestruturas cloud e a segurança das redes e sistema, o Conselho Estratégico da Economia Digital da CIP sugere que **sejam identificadas as áreas nas quais os privados não estão interessados em investir e como tal devem ser supridos pelo Estado.**
Gostei ^(/s)
Espectacular a logica da batata destes empresários de kaka….
Segundo eles, as empresas precisam de 100% de disponibilidade de 5G, fibra, cloud, etc, mas não estão interessadas em investir (pelos vistos há clientes..) e como tal o estado tem de fornecer esses serviços. Um contracenso completo.
A seguir ao estado fornecer esses serviços (quem sabe se por uma empresa publica) a seguir vem a privatização dos mesmos pois estamos inseridos numa economia aberta ?
Por outro lado o estado tem de fornecer serviços que já são prestados pelos privados ? Se os privados não fornecem é porque afinal não tem assim grande interesse, certo ? Não é isso um mercado liberal ?
E benefícios fiscais porquê ? Gastam menos energia, menos manutenção nos edifícios, poupam brutalmente no aluguer dos edifícios (quando reduzem o espaço), contratam pessoas fora da região, e querem ser subsídiados para quê? Quando muito seriam os trabalhadores remotos.
Esta é uma bela demo da nata empresarial rasca que temos. Sempre de mão estendida a pedir dinheiro ao estado e pagar amendoins aos funcionários.
Para ganhar é tudo nosso, para pagar é o estado que tem que se chegar à frente. E depois queixam-se que o estado tem muito peso na economia.
Não sou fã desse senhor. Mas concordo com varias questões abordadas. Por exemplo, desde cedo foi contra o que os partidos de esquerda começaram a pedir, que as empresas pagassem a internet e luz aos trabalhadores em remoto, subsidio de alimentação, etc…
Quanto ao estado subsidiar serviços de fibra em locais de zonas que não têm. Acho muito bem. Quer dizer, tão sempre a falar de combater a desertificação do interior. Mas depois uma medida que podia atrair até estrangeiros a trabalhar em remoto para essas zonas de Portugal, já é uma má medida.
Certamente que podem perguntar a quem trabalhe em multinacionais lá fora. Vão ver que é comum o trabalhador que vai à empresa fisicamente ter ajudas de custo para deslocação entre outras. Não o contrario, onde é que já se viu o que fica em casa ganhar mais? É suposto haver um equilíbrio para que ninguém se sinta beneficiado.
No caso das empresas é a mesma coisa. Por isso concordo que deve haver incentivos a que os patrões comecem a aceitar o teletrabalho. Até porque em Portugal o teletrabalho é muito mal visto pelos patrões. Muito mesmo.
Incentivos? O facto de de se verem livres de rendas de escritórios enormes, menos despesas de água, luz, ar condicionado, etc… já não é um grande inventivo?
Parei na parte do título em que diz CIP. Tudo o que vier da boca desse senhor é só interesses específicos, nem é a favor dos “empresários” portugueses, muito menos a favor de Portugal.
Há muita empresa que não rende nada e há muita empresa que vive dos subsídios. Se não têm condições, fechem. Outros irão ocupar esse lugar e certamente com melhores condições.
Edit: para não ser injusto, fui ler o artigo. Há alguns pontos interessantes mas que já estão previstos pelo PPR, por isso nada de novo. Mas a parte dos subsídios para fomentar a transição digital é que me deixa fodido. Há décadas que Portugal anda a fazer essa transição, quando mais tempo e fundos são precisos para que isso seja feito? Quanto mais??
Há empresas a nascer cujos CEO e “patrões” agem como se estivessem em 1970, com tudo atrasado e manual. E até na área de IT isso acontece, é um consenso do caralho.
E empresas que recebem fundos do estado deveriam ter um papel social ainda maior, just saying.
Aqui já não se aplica o excesso de intervenção estatal.
Não estamos interessados em investir aqui, senhor estado pode por favor investir por nós?
O ~~patronato~~ batedor-de-punhato português é uma anedota, a este ponto.
Quase tão grande como os seus lambedores de bolas aqui.
Este cabrao é um nojo para os poucos empreendedores portugueses de jeito.
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>Para garantir uma cobertura de 100% para fibra e 5G, acesso a infraestruturas cloud e a segurança das redes e sistema, o Conselho Estratégico da Economia Digital da CIP sugere que **sejam identificadas as áreas nas quais os privados não estão interessados em investir e como tal devem ser supridos pelo Estado.**
Gostei ^(/s)
Espectacular a logica da batata destes empresários de kaka….
Segundo eles, as empresas precisam de 100% de disponibilidade de 5G, fibra, cloud, etc, mas não estão interessadas em investir (pelos vistos há clientes..) e como tal o estado tem de fornecer esses serviços. Um contracenso completo.
A seguir ao estado fornecer esses serviços (quem sabe se por uma empresa publica) a seguir vem a privatização dos mesmos pois estamos inseridos numa economia aberta ?
Por outro lado o estado tem de fornecer serviços que já são prestados pelos privados ? Se os privados não fornecem é porque afinal não tem assim grande interesse, certo ? Não é isso um mercado liberal ?
E benefícios fiscais porquê ? Gastam menos energia, menos manutenção nos edifícios, poupam brutalmente no aluguer dos edifícios (quando reduzem o espaço), contratam pessoas fora da região, e querem ser subsídiados para quê? Quando muito seriam os trabalhadores remotos.
Esta é uma bela demo da nata empresarial rasca que temos. Sempre de mão estendida a pedir dinheiro ao estado e pagar amendoins aos funcionários.
Para ganhar é tudo nosso, para pagar é o estado que tem que se chegar à frente. E depois queixam-se que o estado tem muito peso na economia.
Não sou fã desse senhor. Mas concordo com varias questões abordadas. Por exemplo, desde cedo foi contra o que os partidos de esquerda começaram a pedir, que as empresas pagassem a internet e luz aos trabalhadores em remoto, subsidio de alimentação, etc…
Quanto ao estado subsidiar serviços de fibra em locais de zonas que não têm. Acho muito bem. Quer dizer, tão sempre a falar de combater a desertificação do interior. Mas depois uma medida que podia atrair até estrangeiros a trabalhar em remoto para essas zonas de Portugal, já é uma má medida.
Certamente que podem perguntar a quem trabalhe em multinacionais lá fora. Vão ver que é comum o trabalhador que vai à empresa fisicamente ter ajudas de custo para deslocação entre outras. Não o contrario, onde é que já se viu o que fica em casa ganhar mais? É suposto haver um equilíbrio para que ninguém se sinta beneficiado.
No caso das empresas é a mesma coisa. Por isso concordo que deve haver incentivos a que os patrões comecem a aceitar o teletrabalho. Até porque em Portugal o teletrabalho é muito mal visto pelos patrões. Muito mesmo.
Incentivos? O facto de de se verem livres de rendas de escritórios enormes, menos despesas de água, luz, ar condicionado, etc… já não é um grande inventivo?
Parei na parte do título em que diz CIP. Tudo o que vier da boca desse senhor é só interesses específicos, nem é a favor dos “empresários” portugueses, muito menos a favor de Portugal.
Há muita empresa que não rende nada e há muita empresa que vive dos subsídios. Se não têm condições, fechem. Outros irão ocupar esse lugar e certamente com melhores condições.
Edit: para não ser injusto, fui ler o artigo. Há alguns pontos interessantes mas que já estão previstos pelo PPR, por isso nada de novo. Mas a parte dos subsídios para fomentar a transição digital é que me deixa fodido. Há décadas que Portugal anda a fazer essa transição, quando mais tempo e fundos são precisos para que isso seja feito? Quanto mais??
Há empresas a nascer cujos CEO e “patrões” agem como se estivessem em 1970, com tudo atrasado e manual. E até na área de IT isso acontece, é um consenso do caralho.
E empresas que recebem fundos do estado deveriam ter um papel social ainda maior, just saying.
Aqui já não se aplica o excesso de intervenção estatal.
Não estamos interessados em investir aqui, senhor estado pode por favor investir por nós?
O ~~patronato~~ batedor-de-punhato português é uma anedota, a este ponto.
Quase tão grande como os seus lambedores de bolas aqui.
Este cabrao é um nojo para os poucos empreendedores portugueses de jeito.