Números de abortos e de DSTs já não vão ser indicadores para avaliar os médicos

10 comments
  1. Quem se lembrou de uma coisa destas é que devia ser avaliado por um médico, de preferência um psiquiatra.

  2. >João Rodrigues disse ao Expresso que continua a acreditar que os polémicos indicadores “são bons, mas não para hoje” – “talvez daqui a dez anos.”

    Este caso só acaba quando este senhor for demitido. Não se pode permitir uma postura destas. Isto é de quem não percebeu o erro, de quem se acha moralmente superior, e está meramente a ceder à pressão pública à espera que esta se distraia para ir com a sua avante.

  3. >Consideram que esta avaliação acarreta uma **discriminação salarial**, tendo por base uma “**desigualdade de género**”, uma vez **apenas as mulheres** fazem parte dos indicadores.

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    >os profissionais de saúde teriam uma melhor avaliação quanto menor fosse o número de abortos voluntários realizados e quanto menos DST fosse diagnosticadas em mulheres – **não havendo referência às DST em homens**.

    Qual é o vosso hate, mesmo? Os homens não têm vacina do HPV no boletim das vacinas como as mulheres, que por sua vez pode provocar cancro, e eu diria que seria uma boa aposta como maior parte dos médicos seria avaliado mais baixo do que atualmente é se os homens fossem incluídos.

    Abortos são abortos, não se deve desencorajar porque o médico perde sOcIaL NuMbErS, quero é que sejam seguros.

  4. Sou da opinião que estes (e mais indicadores) sejam colocados por uma questão de controlo, mas teria de ser dirigido a todos e não a um grupo apenas (que neste caso é o género).

    Devia de se adotar um plano mais ativo no combate ás DST’s e IST’s do que apenas campanhas de sensibilização

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