Refugiados ucranianos no Algarve podem ficar sem alojamento para dar lugar ao turismo

21 comments
  1. A malta acha giro ajudar e tal e pensavam (erradamente) que era um mesito ou dois. Agora que já estão a ver que a coisa se vai arrastar já só estão é a pensar nos euros que perdem com a casa ocupada por refugiados um verão inteiro. Tudo normal.

  2. Tal como o tuga, este pais nāo é para nós. Era logo cancelar toda a cidadania portuguesa quando chega o verāo, para despachar.

  3. Sim claro, se o governo e presidência não quer saber dos portugueses em prol do turismo, porque quereriam saber dos outros?

  4. Notícia dada à moda do crlh como é costume.

    Refugiados foram alojados a pedido do estado DE BORLA em alojamentos turísticos que se dispuseram a isso por terem vagas e quererem ajudar.

    Porém, estas unidades não deixam de ser propriedade de donos que têm negócios a rentabilizar.

    Evidentemente que com a chegada da época alta estas empresas têm de ter os alojamentos à disposição dos hóspedes pagantes.

    Trabalho numa empresa que tem 4 ucranianas e 3 crianças pequenas alojadas gratuitamente desde Março. Tomam pequeno almoço, almoçam, lancham, jantam e ceiam as custas do hotel. Nem o governo nem ninguém compensa o meu patrão por isso.

    Com a chegada do calor temos 2 quartos familiares ocupados sem ser vendidos. Por agora são duas noites não vendidas no fim de semana pois em dia úteis não enchemos. Mas ter uns 400 euros por fim de semana não facturados pagava a um funcionário.

    Na época alta estes quartos estão praticamente sempre vendidos. E o preço dos mesmos é ainda superior. Ou seja, estamos a falar rapidamente de dezenas de milhares de euros até ao fim da época de Verão.

    E volto a referir, não considero o preço da comida, energia e lavandaria.

    Quanto é que vai custar à empresa esta manifestacao de boa vontade? Foi solicitado alojamento até Maio. Mas como é claro, isso não tem data final a vista.

    Muitas unidades hoteleiras não prejuízos monumentais durante vários meses e necessitam de facturar o máximo possível nos meses que valem a pena.

    Notícias destas tem o efeito esperado. Basta ver muitos dos comentários à mesma para perceber que no final de contas, quem presta a ajuda de forma voluntária, ainda passa a ser visto como o badalhoco sem vergonha que quer “correr” com refugiados.

    Porém na realidade são os fatiotas do governo e da UE que nada fazem para resolver a situação. Uma coisa é certa, quando for para pagar impostos, duvido que o governo perdoe um cêntimo que seja às empresas que perderam milhares euros com a ajuda que aceitaram prestar.

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