"Os professores, que adoram fazer greves antes do fim de semana, continuam amanhã para terem quatro dias de fim de semana": Sousa Tavares e a greve geral – CNN Portugal https://share.google/k3sge3SEsDPtpgwlN

by doiscavalos

23 comments
  1. Para o pessoal que escreve esses artigos e para quem os lê, basicamente nenhum.

  2. Obviamente à quarta-feira. Vale o que vale mas pedi ao chatgpt para listar os dias das últimas 20 greves dos professores.

    -50% foram a uma sexta-feira.

    -15% foram a uma quarta-feira.

  3. Por este raciocínio, só à 4ª feira. E extrapolando o argumento, apenas com temperaturas abaixo de 20°C e céu nublado, senão os malandros vão para a praia.

  4. Podia era não ser sempre à 6a feira, como fazem os professores

  5. Porque é que a comunicação social não pára de falar numa greve tão “inexpressiva”?

  6. O MST dá uma no cravo e outra na ferradura. Os professores têm sido das classes profissionais mais mal tratadas de Portugal. Tanto que pouca gente quer ir para professor neste momento e só tem tendencia a piorar. Além disso parece que não sabe que quando se faz greve se fica sem salário. De resto esta conversa do dia certo é um discurso tipo André Ventura.

  7. MST andava a acertar em muita coisa ultimamente, teve de voltar ao estilo tasqueiro

  8. Ele não está errado. Desde o início do ano lectivo esta é a **terceira** greve de professores e/ou funcionários não docentes, num total de **5 dias** e foram **sempre** à sexta feira, ou quinta e sexta.

    Não vou questionar os motivos da greve, mas é factual que os professores e funcionários usam a greve para terem fins de semana prolongados. Podem calcular a probabilidade de em 5 dias de greve escolhidos aleatoriamente, nenhum calhar à terça, nem quarta, nem quinta a menos que a sexta também esteja incluída. Isto não é aleatório. 

  9. Para quê falarem tanto de uma grave que quase ninguém participou.

  10. Basta irem verificar (dá trabalho, eu sei) e ficam logo a saber que MST tem razão no que toca às datas das greves de professores e de pessoal não docente. Só a título de exemplo, no 1.o período do ano letivo passado, só não houve greve em duas 6a feiras e uma delas era feriado (fizeram greve na 5a). Os coitadinhos dos professores que são mal tratados mas só trabalham 25h por semana, têm férias como mais ninguém (chegam a ter mais de 35 dias úteis de férias).

  11. Eu acho que o ensino privado deveria dar um prémio ao grande impulsionador do ensino cooperativo e privado em Portugal: Mário Nogueira! Ninguém fez mais pelo ensino privado nos últimos 50 anos. Ele conseguiu impulsionar o crescimento do privado como mais ninguém. Uma estátua era merecida!

  12. como dizem os americanos, é possível caminhar e mastigar pastilha elástica ao mesmo tempo.
    Há motivos legítimos para as greves? sim
    Também é verdade que os sindicatos marcam sistematicamente greves coladas aos fins de semana, porque talvez pensem que assim é mais fácil terem mais adesão? óbvio.
    Em termos de “imagem de comunicação” o segundo ponto enfraquece o primeiro e os sindicatos deviam ponderar isso? parece-me que seria boa ideia.

  13. Também temos na CP a greve de um dia afeta sempre o final do dia anterior a manhã do dia seguinte.

  14. Só à quarta-feira e dia 30 ou 31 de Fevereiro. Este Sousa Tavares está senil. Tenho pena porque dantes até gostava de o ouvir. Além do mais, sendo a minha esposa professora, conheço bastantes professores. Não conheço nenhum que tenha feito greve. Funcionários sim.

  15. Isto é um hábito comum. Ficam com fim de semana alargado para fazerem outras coisas. Poucos são os que realmente fazem greve no sentido original e se vão às manifestações. Ontem, uma parte dos elementos que estavam em frente à Assembleia da República; de capuchos para não serem reconhecidos, se infiltram só para ter o prazer de armar confusão .

  16. 4a feira. Nada de 6as nem 2as nem colado a feriados e nada de de férias antes nem depois.

  17. Este não foi o idiota que veio dizer que a block chain vinha acabar com as fake News

  18. Depois venham-se queixar que temos uma cultura de facilitismo, iliteracia e ignorância nos jovens, e que os professores são de qualidade medíocre, pudera, de longe das classes profissionais mais desvalorizadas em Portugal.

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