Há cerca de um ano os alunos de Engenharia Física Tecnológica do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa tiveram uma reunião com a psicóloga Isabel Gonçalves, do Núcleo de Desenvolvimento Académico (NDA), para falar sobre problemas de saúde mental. Feita por Zoom, terão participado cerca de 100 alunos, conta quem lá esteve. “Fiquei assustada quando vi tanta gente. Foi espectacular porque foi a primeira vez que vi pessoas a falarem abertamente sobre sentimentos e percebi que não era a única que me estava a sentir inútil”, desabafa Beatriz, 19 anos, e aluna do 2º ano de Física.
Vergonha alheira, cambada de totós 😀
Quando começarem a trabalhar tb vai haver quotas para totós nas empresas, para incluir toda a gente
Tanto esforço para nada.
Ninguém quer saber das notas elevadas que vais ter no Técnico. Esta gente vive iludida.
Cambada de meninos. No técnico forma se engenheiros e jovens prontos pra enfrentar os desafios da vida.
Estão à espera de cafunes ou quê?
Fumar é tão 1941
O técnico não tem valor, vê se pelas pessoas que lá andam
Se já na minha faculdade, numa área que não é STEM, o pessoal tem problemas de burnout e saúde mental, nem quero imaginar no técnico. É muito estranho pensar que temos exatamente o mesmo grau (licenciatura) mas este pessoal tem que sofrer a 200% para o ter.
Engraçada é a mentalidade de que só se consegue ter sucesso se se matarem a trabalhar, quase como se a faculdade fosse uma mina de diamantes e não uma instituição para formar pessoas < 3 Quando é que vamos perceber que aprender só corre bem quando as pessoas estão num ambiente saudável e favorável a tal?
Se no técnico é assim imaginem na FEUP, a melhor escola de engenharia… Ahah gozo, no covid Ya foi mau mas agora deve voltar ao normal
Eu acho que antes os alunos conformavam-se mais, agora fazem-se muitas mais queixas dos professores. Antes um professor dizia “não volto a explicar já expliquei vão estudar”e o pessoal calava-se, agora entram logo em picardias com alunos. Tive profs que fechavam a porta e não entrava ninguém depois da hora, profs que mandavam piadas a pessoal com roupa mais desportiva, profs que diziam que eras burro e nunca na vida ias ser alguém etc etc. Hoje em dia isto já não é bem assim pois muitos alunos partem logo para fazer queixa.
Com isto quero dizer que antes o pessoal conformava-se que era assim e pronto, teria maior resistência mental a estas bocas, atualmente fica tudo mais sentido e mais em baixo.
Não estou a criticar ou defender um ou outro lado estou apenas a expor o que penso.
Duas sugestões fáceis:
– Não se inscrevam para entrar nessa escola;
– Se se inscreverem e lá voltarem como professores, não perpetuem a “tradição” porque foi o que vos fizeram.
Aproveito para desabafar: Falar com alunos do técnico da minha área (IT) é insuportável.
Acham todos que são génios e donos do conhecimento. A título de exemplo, já tive um a querer-me ensinar o que é Python, para que serve e até como se programa em Python. Mesmo tendo eu >7 anos de experiência profissional com Python a fazer tudo e mais alguma coisa com a linguagem inclusivamente tendo já contribuído para o desenvolvimento da própria linguagem.
Numa outra empresa tive um colega que veio saído do técnico, rotulado de génio dos computadores com notas de 17’s e 18’s. Quando chegou desconhecia por completo o conceito de localhost e de DNS.
Não li o artigo, tem a ver com a francesinha e o Esparguete?
*Na vida
É o mariquismo de hoje aplicado a mais uma coisa, nada mais, agora querem que toda a gente mereça um grau do técnico.
Nem toda a gente merece.
Os graus do técnico têm valor porque são raros, tal como qualquer coisa que tenha valor, um grau do técnico significa capacidade de processamento de informação MAIS capacidade de enfrentar desafios, tens de ser das pessoas mais inteligentes do país(em termos de QI) para entrar, sim, claro, mas isso não chega, depois tens de ter alguma força mental para sair de lá, que é o que interessa e é o que dá valor ao técnico.
O pessoal do técnico não é empregado logo quando sai de lá por ser inteligente, isso é o mínimo, é pela capacidade de lidar com adversidade e acabar o que começaram em vez de chorar na internet, bem vindos ao mundo real.
Se não aguentam, não há nenhuma arma apontada à vossa cabeça para lá continuarem.
Eu andei no técnico, fui a menos de 10% das aulas e sai de lá com 14, não achei mesmo nada difícil, apenas um pouco desafiante, para ser honesto estava a espera de mais.
Se não aguentam a escola imagina quando chegarem ao mercado de trabalho.
Esta malta nao aguenta um pingo de competetividade.
Nova idem
Caguem na puta das notas, bebam, curtam, fodam e façam o mínimo para terminar o curso porque quando eventualmente tiverem que emigrar ninguém vai sequer saber o que caralho é o Tecnico.
Perpetuam-se sentimentos e formas de agir que vêm do tempo em que ninguém podia dizer nada sobre o estado das coisas, senão ia preso.
Tanto talento que chega ao IST e é quebrado pelo pantano que é o ambiente que se vive, é uma tristeza.
Ensina-se o triunfo individual em detrimento do triunfo de grupo. Daí saem excelentes executantes da sua área técnica de engenharia (os que conseguem passar pelo pântano e não fazem parte dos 30 e tal por cento que sai antes de se formar), mas maus gestores de pessoas e grupos de trabalho.
e também muita falta de organização do pessoal
deixam os projetos para o final e depois queixam-se…
A única coisa boa que agradeço por não morar em Lisboa, ainda ia para essa espelunca.
ISEP e melhor que IST nesse quesito do sofrimento
fiz MEIC há 5 anos com uma boa média, não havia nada destes dramas.
terá sido influência do covid e dos lock downs?
Pensavam q isto era por osmose…? Já dizia o ricou
Só no Técnico? lol
“No pain, no gain”, como dizia dantes a malta do ginásio.
Quer dizer, se for para ganhar músculo, toda a gente entende que se levantem e poisem umas toneladas de ferro sem ponta de trabalho útil.
Se for para desporto ou combate, entendem que se treine intensivamente tarefas de utilidade nenhuma, para afinar reflexos e destreza.
Mas se for para exercitar a cabeça e ter disciplina de trabalho, “ah, isso não serve para nada, sofrimento inútil” …
OK, fixe. Deviam dar as licenciaturas de jornalismo naquelas cadernetas de pontos do supermercado.
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Há cerca de um ano os alunos de Engenharia Física Tecnológica do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa tiveram uma reunião com a psicóloga Isabel Gonçalves, do Núcleo de Desenvolvimento Académico (NDA), para falar sobre problemas de saúde mental. Feita por Zoom, terão participado cerca de 100 alunos, conta quem lá esteve. “Fiquei assustada quando vi tanta gente. Foi espectacular porque foi a primeira vez que vi pessoas a falarem abertamente sobre sentimentos e percebi que não era a única que me estava a sentir inútil”, desabafa Beatriz, 19 anos, e aluna do 2º ano de Física.
Vergonha alheira, cambada de totós 😀
Quando começarem a trabalhar tb vai haver quotas para totós nas empresas, para incluir toda a gente
Tanto esforço para nada.
Ninguém quer saber das notas elevadas que vais ter no Técnico. Esta gente vive iludida.
Cambada de meninos. No técnico forma se engenheiros e jovens prontos pra enfrentar os desafios da vida.
Estão à espera de cafunes ou quê?
Fumar é tão 1941
O técnico não tem valor, vê se pelas pessoas que lá andam
Se já na minha faculdade, numa área que não é STEM, o pessoal tem problemas de burnout e saúde mental, nem quero imaginar no técnico. É muito estranho pensar que temos exatamente o mesmo grau (licenciatura) mas este pessoal tem que sofrer a 200% para o ter.
Engraçada é a mentalidade de que só se consegue ter sucesso se se matarem a trabalhar, quase como se a faculdade fosse uma mina de diamantes e não uma instituição para formar pessoas < 3 Quando é que vamos perceber que aprender só corre bem quando as pessoas estão num ambiente saudável e favorável a tal?
Se no técnico é assim imaginem na FEUP, a melhor escola de engenharia… Ahah gozo, no covid Ya foi mau mas agora deve voltar ao normal
Eu acho que antes os alunos conformavam-se mais, agora fazem-se muitas mais queixas dos professores. Antes um professor dizia “não volto a explicar já expliquei vão estudar”e o pessoal calava-se, agora entram logo em picardias com alunos. Tive profs que fechavam a porta e não entrava ninguém depois da hora, profs que mandavam piadas a pessoal com roupa mais desportiva, profs que diziam que eras burro e nunca na vida ias ser alguém etc etc. Hoje em dia isto já não é bem assim pois muitos alunos partem logo para fazer queixa.
Com isto quero dizer que antes o pessoal conformava-se que era assim e pronto, teria maior resistência mental a estas bocas, atualmente fica tudo mais sentido e mais em baixo.
Não estou a criticar ou defender um ou outro lado estou apenas a expor o que penso.
Duas sugestões fáceis:
– Não se inscrevam para entrar nessa escola;
– Se se inscreverem e lá voltarem como professores, não perpetuem a “tradição” porque foi o que vos fizeram.
Aproveito para desabafar: Falar com alunos do técnico da minha área (IT) é insuportável.
Acham todos que são génios e donos do conhecimento. A título de exemplo, já tive um a querer-me ensinar o que é Python, para que serve e até como se programa em Python. Mesmo tendo eu >7 anos de experiência profissional com Python a fazer tudo e mais alguma coisa com a linguagem inclusivamente tendo já contribuído para o desenvolvimento da própria linguagem.
Numa outra empresa tive um colega que veio saído do técnico, rotulado de génio dos computadores com notas de 17’s e 18’s. Quando chegou desconhecia por completo o conceito de localhost e de DNS.
Não li o artigo, tem a ver com a francesinha e o Esparguete?
*Na vida
É o mariquismo de hoje aplicado a mais uma coisa, nada mais, agora querem que toda a gente mereça um grau do técnico.
Nem toda a gente merece.
Os graus do técnico têm valor porque são raros, tal como qualquer coisa que tenha valor, um grau do técnico significa capacidade de processamento de informação MAIS capacidade de enfrentar desafios, tens de ser das pessoas mais inteligentes do país(em termos de QI) para entrar, sim, claro, mas isso não chega, depois tens de ter alguma força mental para sair de lá, que é o que interessa e é o que dá valor ao técnico.
O pessoal do técnico não é empregado logo quando sai de lá por ser inteligente, isso é o mínimo, é pela capacidade de lidar com adversidade e acabar o que começaram em vez de chorar na internet, bem vindos ao mundo real.
Se não aguentam, não há nenhuma arma apontada à vossa cabeça para lá continuarem.
Eu andei no técnico, fui a menos de 10% das aulas e sai de lá com 14, não achei mesmo nada difícil, apenas um pouco desafiante, para ser honesto estava a espera de mais.
Se não aguentam a escola imagina quando chegarem ao mercado de trabalho.
Esta malta nao aguenta um pingo de competetividade.
Nova idem
Caguem na puta das notas, bebam, curtam, fodam e façam o mínimo para terminar o curso porque quando eventualmente tiverem que emigrar ninguém vai sequer saber o que caralho é o Tecnico.
Perpetuam-se sentimentos e formas de agir que vêm do tempo em que ninguém podia dizer nada sobre o estado das coisas, senão ia preso.
Tanto talento que chega ao IST e é quebrado pelo pantano que é o ambiente que se vive, é uma tristeza.
Ensina-se o triunfo individual em detrimento do triunfo de grupo. Daí saem excelentes executantes da sua área técnica de engenharia (os que conseguem passar pelo pântano e não fazem parte dos 30 e tal por cento que sai antes de se formar), mas maus gestores de pessoas e grupos de trabalho.
e também muita falta de organização do pessoal
deixam os projetos para o final e depois queixam-se…
A única coisa boa que agradeço por não morar em Lisboa, ainda ia para essa espelunca.
ISEP e melhor que IST nesse quesito do sofrimento
fiz MEIC há 5 anos com uma boa média, não havia nada destes dramas.
terá sido influência do covid e dos lock downs?
Pensavam q isto era por osmose…? Já dizia o ricou
Só no Técnico? lol
“No pain, no gain”, como dizia dantes a malta do ginásio.
Quer dizer, se for para ganhar músculo, toda a gente entende que se levantem e poisem umas toneladas de ferro sem ponta de trabalho útil.
Se for para desporto ou combate, entendem que se treine intensivamente tarefas de utilidade nenhuma, para afinar reflexos e destreza.
Mas se for para exercitar a cabeça e ter disciplina de trabalho, “ah, isso não serve para nada, sofrimento inútil” …
OK, fixe. Deviam dar as licenciaturas de jornalismo naquelas cadernetas de pontos do supermercado.