Portugueses apostam 926 mil euros por hora em jogo online

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  1. O texto:

    “6.073,3 milhões de euros. É este o montante apostado online pelos portugueses nos primeiros nove meses deste ano, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ). Este valor corresponde a uma média de cerca de 926 mil euros a cada hora.

    Os números hoje reportados traduzem um aumento de 46,8% face aos 4.133,5 milhões de euros apostados nos primeiros nove meses do ano passado, quando a pandemia afetou as apostas desportivas online devido às paragens nas competições desportivas.

    O volume de apostas entre janeiro e setembro deste ano nas apostas desportivas à cota ascende a 1.025,6 milhões de euros, uma subida homóloga de 55,6%, enquanto nos jogos de fortuna e azar online o montante apostado atingiu os 5.041,7 milhões de euros, mais 45,1% do que em igual período de 2020.

    As receitas brutas dos operadores, que abatem os montantes distribuídos em prémios ao valor das apostas, no segmento das apostas desportivas à cota totaliza 186,3 milhões de euros até final de setembro, enquanto a receita bruta dos jogos de fortuna e azar soma 181,1 milhões de euros.

    O Estado arrecadou nos primeiros nove meses do ano um total de 127,4 milhões de euros em sede de Imposto Especial sobre o Jogo Online (IEJO), superando já os 108,2 milhões que entraram nos cofres do Fisco em todo o ano passado.”

  2. segundo os morcões do r/portugal, não sei como os portuguesinhos, escravos de salários baixos, conseguem ter dinheiro para o jogo de apostas.

  3. A quantidade de pessoas que tenho conhecido que numa conversa normal referem o dinheiro que gastam em apostas como se fosse um hábito normal e perfeitamente saudável.

  4. Somos um país onde instituições de solidariedade social como a Santa Casa, com o aval e apoio do Estado, são predatórias para com os mais pobres de modo a lhes sacarem o pouco que lhes resta no bolso com a ilusão da riqueza do jogo. Uma vergonha.

  5. Resultado de um país rico. Vejam se nos países pobres, como alguns Africanos, existem estes números.

  6. Uma vez liguei a uma senhora já com uma certa idade a cobrar as prestações do crédito à habitação. Já ia com 2 ou 3 prestações em atraso, não me recordo bem mas normalmente havia sempre um desemprego ou uma baixa associada ao incumprimento.

    Diz-me ela que desde que se atrasou na primeira prestação até começou a jogar mais nas raspadinhas para ver se ganhava algum prémio e pagava a casa toda ao banco.

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