Família de atropelado por carro de Eduardo Cabrita recebe 246 euros por mês da Segurança Social

6 comments
  1. Antes que a discussão disto dê para o torto, até porque já estou a imaginar os ataques de direita e esquerda como costume: A pensão de sobrevivência tem por base os descontos efectuados pelo defunto, e representa algo tipo 60% (para o cônjuge) ou menos (para os descententes) do valor que ele ou teria direito a receber, à data da morte, de pensão de invalidez ou de velhice..

  2. A perfeita representação do que os portugueses representam para os políticos.

    Um obstáculo para as suas deslocações inúteis constantes para todo o lado para estarem nas fotografias e na TV

    A vida desse homem não vale absolutamente nada para o Cabrita, surpreende-me a família não ter pegado numa espingarda e resolvido já a situação

  3. A família deve estar a pensar: mais valia ter sido espancado até à morte no SEF.

    Estaria morto na mesma mas a indemnização era bem melhor.

    Mas pelo menos agora a família pode mudar-se para o Paquistão porque já ganha o mesmo que um trabalhador da embaixada.

    Enquanto isso tanto o embaixador no Paquistão como o Cabrita continuam a rir-se e ganhar 20/30/40x isso. É a justiça social no seu máximo esplendor.

  4. Se fosse na Venezuela era mais de 1250 (!) Bolivares, nao temos socialismo suficiente ainda. Temos que dar a maioria absoluta ao PS!

  5. Correção:
    “Família da vítima assassinada por Eduardo Cabrita recebe 246 euros por mês da Segurança Social”.

    1) O carro não tem inteligência nem vontade própria.
    2) O motorista é funcionário do ministério tutelado por Eduardo Cabrita e consequentemente cumpre as suas ordens – fosse este um passageiro ou não na altura do acidente.
    3) Se Eduardo Cabrita fosse um passageiro da viatura na altura do acidente, a sua responsabilidade seria acrescida, uma vez que teria a responsabilidade legal e moral de impedir o motorista de violar a lei – o que manifestamente não fez.
    4) Para além da tragédia – que teria sido evitada caso a viatura do Eduardo Cabrita tivesse cumprido a Lei – é revoltante que:
    a) A única comunicação oficial do Eduardo Cabrita – horas depois do ocorrido – culpe a vítima ainda antes de qualquer investigação;
    b) Existam inúmeras evidências que o Eduardo Cabrita e o seu ministério se tenha envolvido na investigação;
    c) Que continuemos todos sem saber a que velocidade seguia a viatura;
    5) Sendo Português, não me surpreenderia que daqui a uns tempos o caso prescrevesse, o Eduardo Cabrita tivesse uma Lei feita à medida para o impedir de assumir a responsabilidade pelo sucedido, ou – e inclino-me mais para esta última – os dados e as perícias da viatura e da investigação sejam misteriosa e lamentavelmente perdidos por uma qualquer tragédia.

    Infelizmente é o que acontece quando o criminoso é o superior hierárquico das forças policiais que tutelam a investigação do crime e a impunidade política se sobrepõe às mais elementares regras sociais.

    A ver vamos se tenho razão.

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