Cascais: quando o aproveitamento político sai demasiado caro à população

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  1. [As consequências recaem sobre quem celebra o contrato, neste caso, a Câmara Municipal de Cascais e os seus munícipes, que dificilmente escaparão, se os operadores o exigirem, ao pagamento de uma indemnização de muitos milhões – quer à Martín, pelo investimento que efectuou no pressuposto de um mínimo de sete anos de exploração, quer à Scotturb, a justa vencedora do concurso, segundos os tribunais e que perdeu um ano de trabalho, suportando os devidos custos.](https://www.abrilabril.pt/local/cascais-quando-o-aproveitamento-politico-sai-demasiado-caro-populacao)

  2. Cascais, Barreiro e Lisboa são um problema atualmente para o transporte rodoviário público de Lisboa, nomeadamente a Carris Metropolitana. Pois operam os seus operadores locais sem visão metropolitana. O futuro passa pela privatização desses três operadores e serem incorporados no atual esquema da Carris Metropolitana: empresa pública de gestão e concessão a privados.

  3. fds espero bem que a Scotturb não volte a servir Cascais. O artigo até pode ter razão que a MobiCascais devia ter sido integrada na Carris Metropolitana, mas a qualidade de serviço aumentou imenso.

  4. Alguém me consegue explicar como é que um tribunal decide quem é o “justo vencedor” de um concurso? O artigo não explica isso, os tribunais têm essa competência? Podem analisar as classificações dadas?

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