Mortalidade materna atingiu nível mais alto dos últimos 38 anos. DGS está a investigar

10 comments
  1. Muita gente está a engravidar cada vez mais tarde e frequentemente recorrendo a tratamentos de fertilidade. Esses dados são de 2020, será interessante ver se a tendência se mantem em 2021 e 2022.

  2. Idade avançada aquando da gravidez.
    Péssimos serviços prestados pelo público.
    Os professionais obstetras com capacidade reduzida.
    O melhor mesmo para ter um parto tranquilo é ir ao privado e fazer cesariana. Custa? Sem seguro sim. Mas prefiro isso que ver a minha parceira com dores porque a obstetra não quer fazer cesariana e esperar até á última para ver se nasce normal. Sim, isso acontece. Sim é uma pouca vergonha.

  3. Nem imagino o que é um casal estar à espera da criança e o marido perder a mulher em trabalho de parto. Deve ser algo horroroso.

    Trabalho de parto é ir ao Privado. Ponto final. Minimizar o risco o mais possível. Custe lá o dinheiro que custar.

  4. Pelo que estou a perceber nestes comentários, acho que maior parte das pessoas não tem filhos e só falam pelo “ouvi dizer”.
    Sou pai, tenho um filho bebé que andava nas urgências de 2 em 2 semanas, que esteve internado nesta última semana, que o hospital cometeu um erro grotesco que fez com que chegasse a este ponto.

    No entanto… também foi resolvido depois por outras pessoas de uma forma que só tenho a agradecer, que um episódio triste não pode apagar os outros episódios em que tudo funcionou bem e que fizeram tudo bem para resolver.

  5. Não sou mãe mas planeio ser no futuro. E quando acontecer vou para o privado porque simplesmente dá mais segurança e melhores condições.
    É graças ao setor privado que ainda estou cá portanto no público nunca mais meto os pés.

  6. Questões demográficas à parte (que sim, é verdade que a idade tem um peso bastante grande nisto)… Há um outro factor que não foi aqui referido. Dados de 2020. Plena pandemia. As prioridades estavam focadas na pandemia e os recursos ficaram escassos. Uma quantidade brutal de profissionais de saúde em quarentena porque facilmente ficavam infectados. Falta de recursos humanos também poderá ter influenciado esta questão.

    Isto também para não falar de decisões no mínimo questionáveis de alguns hospitais como esperar que as mães acabassem o isolamento para finalmente fazerem o parto. Digo isto sabendo de situações destas e em que a vida da mãe e do bebé ficou de facto em risco. Epá… Entendo o receio. Não querem correr risco de apanhar covid. Mas então não usam máscaras nem viseiras? Vão evitar as mães até que o perigo passe, independentemente do quão avançado vá o trabalho de parto? Enfim…

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